Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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⁠Precisou Alguém Morrer !


Precisou Alguém Morrer,
Pra dá um fim ao Look Down,
Se fosse a morte desse cabra,
Nós estaríamos muito mal.

Confinados em suas casas,
sem saber pra onde ir,
muitos ficaram deprimidos
e outros vieram a sucumbir.

Mas os gritos de um soldado da
Polícia Militar, do Estado da Bahia,
Fez o Look Down, parar.

Foi no Farol da Barra,
onde tudo aconteceu que
o pobre do soldado,
cravados de balas faleceu.

Inserida por COMPOSITOR

⁠A sociedade !

O cara anda certo a vida toda,
ninguém o observa, nem lhe
faz um reconhecimento.
Mas quando esse cara dá uma
nota fora, é tratado como um jumento.

A sociedade, miserável e cruel, cai de pau em cima do cara, e ainda lhe tiram o anel.
A imprensa nem se fala, louca para se destacar, escava a vida do cara, pra ter o
o quer bublicar.

Não dêem nota fora, procurem andar certinho,
porque o velho limo, ainda está no caminho.
Onde o cara escuregou, o limo permanece,
cuidado com sua vida, porque se não, seu
passado bom, a sociedade esquece.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Nos Comícios !


Oitenta e um senadores,
Quinhentos e treze deputados federais,
todos, bem remunerados,
de empregados, tornar-se patrões.

Oito anos no poder,
leva cada senador,
Quatro anos, permanece um
deputado federal.

Nós estados um governador e os
deputados estadual.
O que todos fazem por nós ?
É, o que, pretendo descubrir.

Eles alegam nos comícios,
que vão fazer e acontecer,
depois que são eleitos,
eles esquecem de você.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Mário Gusmão !.


Nascido em Cachoeira,
No estado da Bahia,
Um garoto muito pobre,
Filho de uma lavadeira.

Não frequentou nem uma escola,
Mas, aprendeu a falar: Inglês e Francês,
Sem ninguém para o ensinar.

Quando adulto, em teatro se formou,
Na Faculdade da UFBA.
Eita negro inteligente, digno de recordação,
Em sua memória, foi criado o Centro de Artes:
Mário Gusmão.

Estou aqui minha gente, pra que ele não seja,
Esquecido, como tem acontecido, com nossos
Atores, que por nós, foi mui querido.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Quem era eu !


Quem era eu,
Nesse mundo de horror,
Eu era, um miserável pecador,
Eu era, um miserável pecador.

Mas, Jesus estendeu sua mão,
do pecado então me tirou,
Agora sou diferente,
em Cristo sou crente,
a minha vida mudou.

Agora sou diferente,
Em Cristo sou crente a
Minha vida mudou.

Minha vida anos atrás,
Era só lamento e dor,
Mas hoje sou diferente,
Em Cristo sou crente
a minha vida mudou.

Mas hoje sou diferente
Em Cristo sou crente,
Minha vida mudou.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Quem casar comigo!


Quem casar comigo,
Não passa fome,
Tem casa e comida,
E um bom homem.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Louca paixão !


No teu olhar existe um segredo,
que ainda irei descobrir.
Pois quando cruzas, com os meus,
eu não consigo resistir.
A tua pele morena, mulher me deixa doidão, não sei se é amor, ou uma louca paixão.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Deus abençoe a equipe do Pensador e a quem teve a idéia de criar esse editor.
Para me é um sonho realizado de poder passar para o Mundo, os meus versos expirados.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Viva a República do Brasil, viva o povo brasileiro que não cometeram nenhum um crime, mas vivem prisoneiro.
Por causa de um vírus que no Mundo se alastrou, dizimado muitas vidas sem dó e sem compaixão e os povos não dispertam que só Cristo é a solução..

Inserida por COMPOSITOR

⁠Eeta noite eu tive um sonho, sonhei que estava ao teu lado. Querida quando acordei, estava todo molhado.
Molhado do teu calor, do calor dos beijos teus, querida quero que saibas, que meu coração é só teu.
Querida não sei o que faço, não consigo te esquecer, pois sem o calor dos teus braços, meu bem eu não posso viver.
Quero que me respondas, se teus carinhos são meus. Querida minha, minha querida, deusa do meu coração, viver sem ti é tormento em um vale de escuridão.

Inserida por COMPOSITOR

⁠A pior coisa do mundo


A pior coisa do mundo
É amar sem ser amado
A pior coisa do mundo
É ser um homem apaixonado.

O peito dói e alma pia
E a mulher que ele ama
Não está nem aí
Prasua agonia.

O galo 🐓 canta
E o dia amanhece
O tempo passa e cara envelhece
E a mulher que ele ama
Não volta pra ele
Nem com suas preces.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Nos teus olhos.

Nos teus olhos existe um segredo
Que ainda irei descobrir
Pois mexe com minha alma
E penetra no meu coração
Quando cruzas, com os meus
Me deixa louco de paixão.
Não sei se amor,
Ou uma mera ilusão.

Inserida por COMPOSITOR

De bem com a vida!


⁠De bem com a vida.
Feliz com meu Senhor.
Grato por mais um ano que se finda,
ao teu lado, meu amor.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Dois Mil e Vinte e Dois.



Dois Mil e Vinte e Dois,
é um ano eleitoral,
devemos estar atentos,
para com os caras de pau.


Levam quarto anos em Brasília,
ou nas câmeras estaduais.
Fazendo uso de suas canetas,
nos tratando como animais.

Mas, agora está perto, desse poder
sucumbir, eles batem em nossas portas,
tentando nos iludir.

Paga com a nossa grana,
aos cabos eleitorais, pra fazer
nossa cabeça,que eles são legais.

Não se deixem levar, com promessas de mudanças, é hora de caras novas,
para ver se ainda, teremos esperança.

Ou mudamos os políticos, ou eles mudam
essa Nação, nos vendendo para os estrangeiros, para vivermos na escravidão.

A decisão agora é sua, a decisão agora é nossa. Enquanto eles moram em arranha-céu
nós moramos em palhoça.

Inserida por COMPOSITOR

⁠A maior tristeza !

A maior tristeza de uma mãe,
é vê um filho chorando.
A maior tristeza de um poeta,
é vê, que ninguém está lhe valorizando.

São coisas da vida, que um poeta,
tem que suportar, pois essa nova geração,
ninguém vai lhe valorizar.

A poesia nasce na alma, flui para o coração,
nos momentos mais difíceis, é que surge a
inspiração.

Por pior que seja, não devemos desisti,
transcrever para o papel, tudo que na alma
senti.

Alguém sedento de uma palavra, logo vai
encontrar, conforto para sua alma e vai
então te valorizar.

Inserida por COMPOSITOR

⁠A poeira !

Em minha casa tem um piso,
que a sugerira bate em retirada.
Só descubro que a casa está suja,
quando a minha mulher, fica gripada.

O cara que criou esse piso,
eita cabra inteligente, não precisamos de
tapete, pra passar a poeira pra frente.

Inserida por COMPOSITOR

Enxergar a beleza nas pequenas coisas é um sinal de perspicácia, pois é nos detalhes que a magia da existência se revela.
Lilian Dutra Pugliese

Inserida por lilianmorais0803

⁠Meu coração bate de forma distinta,
Um ritmo novo, mais ofegante.
Ele me deixou pulsando,
Uma vibração que há muito não sentia.
Vivemos em mundos que não se tocam,
E, no entanto, encontro-me envolvida,
Sentindo algo por alguém
Que desafia o meu conforto.
Como é possível, pergunto-me,
Que a diferença possa gerar tal atração?
Que a alteridade possa despertar
Essas profundezas em mim?
Talvez seja na divergência que reside,
Onde a alma encontra um espelho
Em um reflexo inesperado.

Inserida por lilianmorais0803

Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização


No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?

Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.

Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.

Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?

Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.

Inserida por lilianmorais0803

Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial

De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.

Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.

Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.

Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.

E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.

Inserida por lilianmorais0803