Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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"Ela não quer um homem que tenha todas as respostas. Quer um homem que tenha coragem de dizer 'não sei, mas estou aqui com você'."
Mickelve Santana

Houve um tempo em que me doei demais, em que existi em função dos outros e me anulei em expectativas que não eram minhas.


Hoje, mudei a rota. Assumi, sem rodeios ou culpa, a postura de quem só quer viver leve, em paz e distante de obrigações desnecessárias.


​Não durmo na expectativa de um "boa noite", nem acordo esperando por um "bom dia". A minha existência deixou de depender da validação ou da presença de qualquer pessoa.


​Minha verdadeira busca é outra quero uma fusão genuína com tudo o que a Terra tem a oferecer. O ar fresco, o mar, a poeira do caminho e a imensidão de experiências que ainda não vivi.


Enquanto a maioria busca alívio em anestésicos temporários e ilusões baratas, meu compromisso é manter a consciência plenamente sã, lúcida e desperta.


13-10-2026


@EvansJ_oficial

"A natureza nunca cria duas identidades iguais. Quando um artista escolhe viver a identidade de outra pessoa, ele rompe a maior vantagem competitiva que recebeu ao nascer: a própria singularidade."

Existe um "demônio" chamado "Eu não consigo", mas eu creio no poder do "Eu vou tentar"!

A Eternidade...

Eternidade é um momento Único, multiplicado pela Fé, somada ao Amor sem divisão e sem Subtração!!

É preciso que eu mergulhe dentro do meu ser , para entender que sou também um pecador e jamais julgar o cisco no olho do meu irmão!
João Batista Barbosa

O primeiro passo para ser um Homem honrado, é saber honrar e respeitar a mulher.

Conceber a transcendência é um acontecimento da mente; demonstrar que ela existe é uma exigência de outra ordem.

Viver é estar sujeito ao inesperado

Às vezes, independentemente da nossa idade, chegamos a um ponto da vida em que paramos para olhar para trás e refletir sobre tudo o que vivemos. Pensamos nas escolhas que fizemos, nos caminhos que percorremos e, principalmente, em como chegamos até aqui.

Para algumas pessoas, esse momento se parece com o topo de uma montanha. Depois de uma longa e difícil subida, finalmente conseguem contemplar a paisagem lá de cima. As dificuldades parecem ter valido a pena, os sonhos começam a ganhar forma e existe uma sensação de vitória, como se, enfim, a vida estivesse fazendo sentido.

Para outras, a realidade é completamente diferente. É como se tivessem pisado em uma areia movediça e, pouco a pouco, estivessem afundando. Tentam encontrar uma saída, lutam para permanecer de pé, mas sentem que as circunstâncias estão levando embora até mesmo as poucas forças que ainda lhes restam.

E o mais curioso é que, muitas vezes, essas duas pessoas podem ter a mesma idade. Uma pode estar vivendo o melhor momento da sua história, enquanto a outra tenta encontrar forças para não desistir da própria.

Isso nos ensina algo que, por mais óbvio que pareça, nem sempre conseguimos compreender: **a vida não acontece no mesmo ritmo para todo mundo, e nenhum momento é capaz de definir tudo o que ainda podemos viver.**

Talvez você já tenha conquistado quase tudo o que desejava. Talvez tenha realizado sonhos pelos quais lutou durante anos, construído uma vida da qual se orgulha e chegado a um lugar que, um dia, parecia distante demais. Mas e se, de repente, tudo mudar? E se aquilo que hoje lhe traz segurança deixar de existir amanhã?

Da mesma forma, talvez você esteja vivendo um dos períodos mais difíceis da sua história. Talvez tenha perdido oportunidades, visto planos desmoronarem, se despedido de pessoas importantes ou percebido que algumas das coisas pelas quais tanto lutou não aconteceram como imaginava. Talvez você esteja olhando para a própria vida e sentindo que chegou tarde demais, que ficou para trás ou que já deveria ter conquistado muito mais.

Mas quem nos garantiu que a história termina no ponto em que estamos?

A verdade é que, enquanto estivermos vivos, estaremos sujeitos ao inesperado. Podemos perder aquilo que acreditávamos ser permanente e encontrar algo que jamais imaginamos ter. Podemos passar anos tentando alcançar um objetivo e, depois de conquistá-lo, descobrir que desejamos algo completamente diferente. Podemos acreditar que chegamos ao fim e, algum tempo depois, perceber que estávamos apenas diante de uma mudança de direção.

Porque viver não é ter garantias. Não existe um contrato que nos assegure vitórias, felicidade constante ou a realização de todos os nossos sonhos. Também não existe uma sentença que determine que, depois de uma sequência de fracassos, tudo continuará dando errado.

A vida simplesmente acontece. E nós precisamos aprender a lidar com aquilo que ela nos apresenta.

Além disso, vencer e perder nem sempre significam aquilo que aprendemos a acreditar. Para alguns, vencer é acumular conquistas, dinheiro e reconhecimento. Para outros, é conseguir dormir em paz, ter saúde, preservar quem amam ou encontrar forças para recomeçar depois de perder quase tudo.

Às vezes, uma pessoa parece ter vencido aos olhos do mundo, mas está desmoronando por dentro. Em outras ocasiões, alguém que parece ter perdido tudo está realizando a maior vitória da própria vida: a de continuar tentando, mesmo sem saber como será o amanhã.

Por isso, nem sempre podemos medir uma vida pela altura a que alguém chegou ou pela profundidade de onde precisou sair. Existem batalhas silenciosas que ninguém vê, recomeços que ninguém aplaude e pequenas vitórias que, para quem as vive, têm um valor imensurável.

E é justamente por isso que precisamos entender que a vida é feita de altos e baixos.

Ela se parece com um eletrocardiograma: uma sequência de picos e quedas que registra os batimentos de um coração. Uma linha completamente reta, naquele contexto, não seria sinal de estabilidade, mas de ausência de vida.

Conosco, de certa forma, acontece algo semelhante. Há dias em que estamos cheios de esperança, outros em que mal conseguimos encontrar motivos para levantar da cama. Existem momentos de euforia, tristeza, medo, coragem, segurança e desespero. Há fases em que tudo parece se encaixar e outras em que precisamos reaprender até mesmo a caminhar.

Isso não significa que precisamos romantizar o sofrimento, aceitar tudo o que nos machuca ou acreditar que toda dor tem um propósito. Significa apenas reconhecer que nenhuma existência está livre das mudanças e que nem todos os capítulos de uma história serão escritos da maneira que desejamos.

**Estar vivo não é estar sempre bem. É estar sujeito às possibilidades de não estar bem e, ainda assim, continuar tendo a possibilidade de viver algo diferente.**

Talvez seja isso que tantas vezes esquecemos: não importa a idade que temos, quantas experiências acumulamos ou o quanto acreditamos conhecer a vida. Sempre haverá algo que ainda não experimentamos, uma situação para a qual não estamos preparados, uma descoberta capaz de mudar nossa maneira de pensar ou uma oportunidade que nos faça enxergar o mundo por outro ângulo.

Aos vinte, podemos acreditar que já entendemos tudo. Aos quarenta, podemos pensar que já vimos o suficiente. Aos sessenta, podemos imaginar que já conhecemos todas as formas de alegria e sofrimento. Mas a vida não se compromete a respeitar as nossas previsões.

Ela pode nos surpreender quando estivermos preparados ou quando estivermos completamente desprevenidos. Pode nos apresentar motivos para sorrir em meio ao caos ou desafios em uma fase que julgávamos finalmente tranquila.

E talvez a grande questão não seja saber se estamos no topo ou no fundo, mas compreender que nenhum desses lugares representa, necessariamente, o nosso destino definitivo.

Se hoje você está no alto, aproveite a paisagem, reconheça o caminho percorrido e não se esqueça de que a vida continua. Se hoje você está no fundo, respire, procure apoio e lembre-se de que o lugar em que você se encontra não resume tudo o que você é, nem determina tudo o que ainda pode acontecer.

Você não precisa estar vencendo o tempo inteiro para que sua vida tenha valor. Também não precisa transformar cada sofrimento em uma lição imediatamente. Algumas coisas simplesmente doem, algumas perdas deixam marcas e alguns recomeços exigem mais tempo do que gostaríamos.

Mas ainda assim, a história continua sendo escrita.

No fim das contas, viver é se expor ao desconhecido. É fazer escolhas sem ter certeza dos resultados, amar sem controlar o futuro, construir sabendo que as coisas podem mudar e recomeçar mesmo quando não temos todas as respostas.

É entender que não existe vitória sem a possibilidade da perda, nem fracasso que, por si só, determine o fim de todas as possibilidades.

Porque a vida não oferece garantias. Ela oferece possibilidades. E cabe a nós decidir se, apesar dos riscos, das incertezas e das dores que podem surgir pelo caminho, estamos dispostos a continuar caminhando.

**Afinal, existe uma diferença enorme entre simplesmente existir e realmente viver.**

Existir é atravessar os dias sem se permitir experimentar, sentir, escolher ou descobrir o que há além daquilo que já conhecemos. Viver é aceitar que nem tudo estará sob nosso controle, que algumas experiências nos farão sorrir e outras nos farão chorar, mas que ainda há muito que não conhecemos sobre nós mesmos e sobre o mundo.

Enquanto houver vida, haverá a possibilidade de mudança. E, enquanto houver a possibilidade de mudança, não podemos afirmar com absoluta certeza que já vimos tudo, que perdemos tudo ou que conquistamos tudo o que a vida tinha a nos oferecer.

**Você pode estar no capítulo mais bonito da sua história ou naquele que mais deseja que termine. Mas, enquanto a história não acabar, não confunda o momento que está vivendo com o destino de toda a sua vida.**

Porque viver é isso: não saber exatamente o que vem depois, mas continuar aberto à possibilidade de que o inesperado ainda transforme tudo.

Cada tijolo de uma construção faz parte de um todo. Sua existência é obra- prima , pois foi escolhido antes mesmo de nascer . Você faz parte do universo, onde o amor é a essência de Deus, perpetuando dentro da sua alma .
João Batista Barbosa

O tempo passado é um momento vivido, mas cada momento vindouro é presente. A vida é um precioso milagre!
João Batista Barbosa

Não pule nas suas escolhas, como pular cegamente de um trampolim, pois o impacto da queda , pode ter graves efeitos. Seja cuidadoso com suas ações e palavras, para não saltar errado nas águas da vida!
João Batista Barbosa

O AMOR


O amor é sentimento
Muito forte e verdadeiro
É um clima duradouro
Não é vento passageiro
É fogo que não se apaga
É canto que não se acaba
É janeiro a janeiro

SIMPLICIDADE


Pouca coisa me contenta
Não precisa exagerar
Um café no fim de tarde
Uma rede pra deitar
E quando anoitecer
Só poder adormecer
Sem o que me preocupar

O BANQUEIRO MASTER


Um banqueiro bem esperto
Se danou a endinheirar
Prometia renda boa
Para quem fosse poupar
Conseguiu mais de um bilhão
De dinheiro de pensão
Pro seu banco enricar


Toda grana que ganhava
O banqueiro ia gastar
Deu carona pra chegado
Em jatinho particular
Amigou-se com togado
E também com deputado
Pra modi influenciar


Fez agrado a político
Pra modi lhe alegrar
E cedeu até apê
Pra modelo ali morar
Mas veio o policial
E o banqueiro se deu mal
A prisão foi seu lugar


As conversas do banqueiro
Estavam no celular
Muita gente importante
Teve que se explicar
O país ficou no chão
Com suspeitas de montão
Todo dia a chegar


O banqueiro então viu
A casa desmoronar
Quem estava do seu lado
Tratou de se afastar
Pois amigo de verão
Quando chuva cai no chão
Não quer mesmo se molhar

O efeito-manada é um dos males que mais assolam a humanidade, e pelo qual tantas ignomínias são praticadas. Os vultos que mudaram o curso da história surgiram por conta de ideias solitárias transformadas em gigantescas alavancas em vez de bandeiras, e é isso que difere um gênio autêntico do mero fabricante de ideias atrás de prestígio e dinheiro, antes de um legado à posteridade.

CRIANÇA


Toda criança carrega
Um lápis pra desenhar
No papel desenha o mundo
Com o que vive a sonhar
Senta bem no seu cantinho
Pinta tudo com carinho
Com o brilho no olhar

UM SONHO QUE TIVE EM 18/10/2026...


O Roteiro de uma Vida Inteira!!


Tive um sonho que parecia o roteiro completo de um filme. Eu era a protagonista e, ao meu lado, orbitavam dois coadjuvantes essenciais para a trama da minha juventude.


A cena começa com o tempo presente. Eu caminhava por aquela mesma rua após muitos anos, muitas décadas. Parei em frente àquela casa. Em toda a minha vida, entrei ali no máximo três vezes, mas lembro de cada detalhe com uma nitidez cirúrgica.


A primeira vez foi há mais de vinte anos. Eu estava acompanhada de um grande amigo alguém com quem, hoje em dia, ainda troco cumprimentos cordiais quando nos cruzamos. Naquela época, ele me convidou para entrar, e eu fui. Lá dentro, nos reunimos os três. E foi então que ele surgiu: o garoto do violão.


Ele tinha o sorriso mais lindo e arrebatador que já conheci. Lembro do seu jeito gentil, dos pés levemente levantados nas pontinhas, apoiados atrás das pernas da cadeira onde se sentava. Ele arranhava algumas notas no violão e cantava uma música qualquer. Eu não conseguia prestar atenção na letra; estava perdida em tudo o que ele significava naquele instante. Fiquei apenas admirando seu rosto, seus olhos, e aquela pequena marca no lado direito, logo abaixo do olho. Seus lábios não eram carnosos, mas ganhavam vida em um sorriso perfeito que encontrava o meu olhar enquanto cantava. Eu me perdia naquele encanto, contemplando-o sem nenhuma expectativa, sem projetar o futuro, embora alguns beijos casuais já tivessem acontecido entre nós no passado.


A surpresa veio na hora de ir embora. Eu estava com nosso amigo em comum que na narrativa real chamarei de TJ, ou Thomas. Confesso que eu e TJ tínhamos uma amizade colorida. Era o tipo de cumplicidade que nos fazia trocar abraços apertados e beijos escondidos em alguma esquina escura, sempre depois das onze da noite, quando voltávamos da casa de umas amigas. Nós nos curtíamos, mas sem cobranças ou rótulos; tínhamos uma química leve. Eu não sabia se ele alimentava sentimentos mais profundos por mim, mas a verdade é que meu coração já pertencia àquele menino do violão. Não era um sentimento recente, eu apenas não conseguia enxergar como ou quando ficaríamos juntos. Deixei que o tempo respondesse.


TJ era meu confidente. Conversávamos sobre tudo. Ficamos algumas vezes, até que aquele garoto loiro que um dia, numa fila de escola, havia marcado meu coração reapareceu na cidade. E ali estávamos nós na casa dele. Ele na minha frente, com o cabelo loiro na altura dos ombros preso em um pequeno coque que o deixava incrivelmente charmoso. Ele transbordava carisma, era popular na cidade e todas as meninas o queriam. Eu sentia que nem tinha como competir.


Ao longo daquela época, visitei o quarto de TJ apenas três vezes. Lembro do computador instalado na parede ao lado da porta, da cama de solteiro encostada e da cadeira de escritório. Na primeira vez em que ficamos completamente sozinhos ali, sentei-me tímida, envergonhada pela presença dos pais dele na casa. TJ deitou-se na cama e eu permaneci de pé ao lado. Foi quando ele soltou no ar: "Já pensou, Aline... e se um dia a gente se casasse?". Eu, que guardava meu amor pelo garoto do violão, desconversei imediatamente: "Eu, hein? Tá doido?", e saí dali rindo.


Em uma segunda visita, fui acompanhada de uma colega, a Alice. Ela resolveu o que precisava e foi embora, mas eu acabei ficando para conversar. Naquele dia, porém, eu já não tinha intenção alguma de beijá-lo. Olhei para a tela do computador ligado e vi dezenas de coleções de fotos de uma amiga nossa. TJ estava completamente apaixonado por ela, mas o sentimento não era recíproco; ela o achava feio, algo que, por óbvio, guardei para mim. Aquela foi a última vez que entrei no território dele. Nunca contei à nossa amiga o que vi naquele monitor. Mantive silêncio absoluto, e nossos beijos de esquina cessaram para sempre. Passamos a ser apenas conversas jogadas fora em um grupo de amigos que se reunia, ironicamente, bem em frente à casa da garota que ele amava. Sabendo que ele não teria chance com ela, decidi intervir e perguntei à irmã dela se gostaria de ficar com TJ. Ela aceitou, e o romance deles aconteceu. Pouco depois, comecei a me afastar do grupo por conta de uma mudança de cidade, deixando para trás a saudade de todos eles.


Mas voltando à cena daquela tarde com o garoto do violão: quando eu e Thomas nos despedíamos dele para ir embora, veio a reviravolta. Ele olhou para Thomas e disse, com firmeza, que ele poderia ir sozinho, pois ele mesmo faria questão de me levar até o meu destino. Um sorriso involuntário brotou em meu rosto. Pude notar um lampejo de tristeza nos olhos de Thomas por ter que retornar solteiro, mas eu não perderia aquela oportunidade. Aceitei. Ele ligou a moto e partimos juntos rumo ao desconhecido. Não me lembro para onde fomos, mas aquele foi o início de uma jornada que eu não sabia onde daria.
Até aqui, cada linha desta história foi a mais pura realidade. Mas agora preciso contar o que o sonho fez com o roteiro.
No universo do sonho, muitos anos haviam se passado desde a última vez que nos vimos. Ao caminhar em frente à casa dos pais dele, notei um veículo do Exército estacionado, um jipe conversível verde-oliva. Cheguei a memorizar a placa para pesquisar mais tarde. De repente, a porta da varanda se abriu e ele surgiu.


Mas não era o mesmo rapaz. Não havia um único traço do jovem carismático de outrora. Fiquei em choque, me perguntando se aquele homem era realmente ele. A instituição militar parecia ter destruído tudo o que ele tinha de melhor. A doçura e a gentileza haviam evaporado. Em seu lugar, vi um homem obeso, careca, sem os dentes da frente e com um comportamento hostil. Passamos a tarde inteira conversando, e percebi que ele havia se transformado em um homem arrogante e rude. Um completo babaca.


Passado o impacto daquela tarde incômoda, o sonho encontrou o seu desfecho. Eu acordei e estava de volta à realidade, ao lado do meu esposo.
No sonho não aconteceu absolutamente nada físico; fomos apenas duas pessoas conversando. Mas a experiência serviu como uma poderosa metáfora do subconsciente. O tempo transforma tudo: altera aparências, molda personalidades e reconstrói as nossas perspectivas sobre quem um dia amamos. Aquela idealização da juventude já não existe mais, e se nos cruzássemos hoje na rua, seríamos completos estranhos.


Sei que na vida real ele não se tornou aquele homem do sonho, e honestamente desejo que ele seja tão realizado, e feliz quanto eu sou. Mas a maior revelação desse roteiro noturno aconteceu quando despertei e olhei para o homem lindo e incrível com quem sou casada hoje.
Percebi que todo aquele amor que cultivei no passado não foi perdido; ele foi reciclado, amadurecido e hoje pertence, por inteiro, ao meu amor do presente. Eu construí uma história real e sólida. O passado só precisou visitar o meu sonho para me provar que não deixei nada para trás. Eu vivi, eu sonhei e, acima de tudo, eu agradeço.

⁠No final de uma escuridão, encontrei a luz de um ser que me ensinou a viver. Mãe, obrigado por seus conselhos.

O destino é um artesão paciente: enquanto eu escrevo a espera, ele esculpe o teu caminho. Sei que não falhar, pois o que é eterno nunca chega atrasado; apenas espera o instante em que a nossa alma esteja pronta para ser, enfim, a obra-prima