Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Além de você mesmo, não existe absolutamente nada: apenas um vazio, um espaço, um caderno em branco.
Só você pode fazer por você.
E isso não é um peso, é liberdade.
Porque, quando não há nada definido, tudo se torna possível.
Cada escolha sua é um traço. Cada atitude, uma linha que começa a dar forma ao que antes era silêncio.
Você não precisa esperar aprovação, nem o momento perfeito, nem que alguém venha te dizer o caminho.
O caminho nasce quando você decide caminhar.
Haverá erros, dúvidas e dias em que o vazio parecerá maior do que sua coragem.
Mas até isso faz parte do desenho.
Até o que parece falha é, na verdade, construção.
No fim, não se trata de ter todas as respostas — porque nem todas cabem em palavras.
Trata-se de transformar o silêncio em sentido
e o vazio em algo que só você pode preencher.

Tem gente construindo um mundo tão falso nas redes sociais, que agora não sabe diferenciar
a vida real da imaginária.

Ainda que a aurora me imponha o desafio de subjugar simbolicamente um leão e o crepúsculo me convoque a enfrentar outro de igual ferocidade, mantenho inabalável a minha determinação: não renunciarei, sob nenhuma circunstância, ao inalienável direito de existir e de moldar a vida segundo as minhas próprias convicções, pois é na fidelidade à minha essência que reside a verdadeira e mais elevada forma de felicidade.

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.

O Brasil transformou-se em um grande cassino, com milhões de endividados e viciados em apostas esportivas, apenas para gerar bilhões em impostos aos governos. Vale mesmo a pena essa jogatina?


Benê Morais

Amar a vida, é um prazer do pensamento que em tudo sente e vê alegria... quando amamos a vida, até o silêncio nos toca, o vento invade em sopros a mente que sente sente e sente...

Estudar para concurso é um projeto em branco. 📝✨
Não existe um prazo fixo, um método padrão ou um perfil único a seguir. Mas a beleza de uma folha em branco é que ela pode ser desenhada por você! 🎨🖌️
Para começar esse esboço, preste atenção nestes pontos:
1. Onde você quer chegar? 🏁 (Tenha seu objetivo claro).
2. Quais meios você tem hoje? 🛠️ (Organize suas ferramentas).
3. O ponto principal: O quanto você está disposto a escrever, apagar, ajustar e reajustar durante o processo? 🔄✍️
No fim das contas, você percebe que esse projeto é como um barco a vela. ⛵🌊
O conhecimento teórico é o manual que ajuda no direcionamento, mas a prática, a determinação e o domínio só vêm com o tempo. ⏳💪
O êxito chega quando você entende que:
• É preciso adaptar as velas aos ventos; 💨
• É preciso ajustar a sua história à realidade. 📖📌
O projeto deixa de ser um "vazio" no momento em que você escolhe o seu barco, enxerga o horizonte e aprende a navegar com as direções dinâmicas da vida. 🌊🌅
Mantenha o ajuste fino e a constância. A sua vaga na colocação almejada está logo ali! 🏆🎯
#Concursos #Foco #Estudos #VilaDeConcurseiro #Resiliência #Aprovação #Planejamento

A diferença entre um parceiro e um patrocinador é que o primeiro investe no amor, o segundo apenas na fatura.

A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.

Tem dias que tudo o que a gente precisa é de um sorriso sincero daqueles que vêm leve, sem esforço, só porque o coração decidiu ficar em paz.


A felicidade não precisa ser gigante pra ser verdadeira. Ela mora nas coisas simples: numa risada inesperada, num momento tranquilo, numa conversa boa. É ali que a vida ganha cor de verdade.


Então hoje, sorria mais… mesmo sem motivo perfeito. Espalhe leveza, carregue alegria e permita que o seu sorriso seja luz pra você e pra quem estiver ao seu redor.


Porque quando a gente escolhe ser feliz por dentro, o mundo lá fora começa a ficar mais bonito também. 😊

"O filtro medroso de um ser é o que o limita e delimita seu constante".

Imagine que Maria é uma pessoa mal casada com um homem bem peludo.
Bem mal casada. Bem peludo.

Maria odiará pelos em todas as circunstâncias.

Ela tentará falar de pelos em todas as conversas.

É assim que ela cospe, diariamente, o que a incomoda. Ela tenta tirar isso de si mesma a todo instante.

Ela fala pra tirar de si, ela fala para entender, ela fala para se sentir menos sozinha.

Maria se abastece de ódio toda noite com o maridão peludo, e Maria se esvazia durante o dia.

E ainda mais, como odiadora de pelos, ela será reconhecida por todas as pessoas ao redor dela.

Suas amigas Lulu, Elisa e Mônica também tem seus nojinhos por pelos.

Maria é a líder do ódio. A identidade de Maria se constrói e se consolida nisso.

"Maria, a odiadora de pelos !!!"

O maridão peludo pode até morrer, mas Maria não, Maria não abrirá mão.

Enfim, até mesmo se enfiarmos a 9ª Sinfonia de Beethoven numa conversa, Maria irá se segurar em seu medo e gritará que os pelos do peito de Ludwig são asquerosos.

Ludwig, o asqueroso !!!

Quando somos traídos em um relacionamento, a dor não é por perder o calor do corpo, o sabor do beijo, mas sim a maior amizade que achava que tinha.⁠

Nem todo crente,
é um ladrão...

A prática da gnose(conhecimento secular) que faz você ser um sábio(a).

Houve um tempo em que o mundo olhava com admiração para a universidade. Esse mundo está desaparecendo.

"Não há um ser humano livre sem antes haver conquistado sua liberdade quando estava preso."

—By Coelhinha

Da pedra faz brota leite,
no deserto de um sistema falido,
onde a mentira veste coroa
e a ganância suga o suor do pobre.


Mas YHWH, o Eterno,
não se cala diante da injustiça.
Ele escolhe vozes simples,
lugares escondidos,
corações quebrantados,
para que Sua palavra ecoe clara
como água pura em terra seca.


E quando tudo parece ruir,
o impossível floresce:
da dureza nasce sustento,
da opressão surge esperança,
e o silêncio se transforma em cântico.

"O Direito deve ser um instrumento de libertação e justiça, não uma cela de conceitos e formalismo." Dr. Fabrício de Spontin, jurista e doutrinador, no livro Não Existe Lide Sem Prejuízo, 2026.

Em um momento de aflição, você questiona Deus, pedindo explicações sobre um fato que lhe atingiu, anos depois Deus coloca na sua frente toda verdade dos fatos e você rejeita, porque prefere viver na fantasia mentirosa de suas explicações que lhe bastaram naquele momento.