Um dia Percebemos Mário Quintana
Dissipando as Ilusões da Vida
A forma como percebemos e vivenciamos a vida é frequentemente cercada por ilusões. Essas ilusões, compostas por preocupações cotidianas, desejos materiais, medos e apegos, nos distanciam de um entendimento mais profundo do ser e do sagrado. O despertar espiritual ocorre quando essas ilusões se dissipam, levando à realização da vida em Deus, uma compreensão elevada e purificada da existência. Esse estado de consciência nos permite reconhecer nossa conexão essencial com o divino e a unidade de toda a criação, vivendo em um estado de paz, harmonia e amor incondicional, longe das distrações e ilusões do mundo material.
Vivemos muitas vezes presos a falsas percepções e a uma visão limitada da vida, sem perceber a verdadeira natureza de nossa existência. Estamos condicionados por nossas crenças, hábitos e experiências passadas, que criam uma "realidade" que nem sempre reflete a verdade última. Desvencilhar-se da ilusão exige introspecção, meditação e uma busca sincera pela verdade. É um processo de desligamento das identidades superficiais e influências externas, que nos abre para a sabedoria interior e a presença divina inerente a cada um de nós.
No bosque há mágica no ar...
Elementos que pertencem ao lugar
dão o ar encantado que percebemos
quando entramos lá.
Nós só percebemos a necessidade de algo, quando esse algo está ausente em nossas vidas.
É capaz até sentir falta de ficar triste.
Quando a dor de uma amiga nos alcança...percebemos o quando somos uns dos outros, precisamos uns dos outros .
Viver é dividir
Caso contrário nada faz sentido.
Se amor um dia existiu no caminhar,
Não percebemos as flores morrendo.
O caminho alegre se entristeceu
E no horizonte ficou apenas o olhar.
Dos jovens que um dia nós fomos,
Ficou a presença nas tristes rugas.
Dos sonhos irrealizáveis sonhados,
Ficou a realidade do que somos.
A mudança é necessária quando percebemos que em nós existe insatisfação em continuar vivendo de uma maneira que não nos constrói.
O que percebemos ou nos é ensinado jamais deve moldar o nosso ser, senão depois de muitos questionamentos para chegarmos a nossa própria conclusão a respeito disso, caso contrário seremos instáveis como ondas ao vento.
Ney P. Batista
Apr/02/2022
Analisando o universo como um todo, percebemos embates entre fenômenos e matérias numa constante, qual vida própria manifesta, em constante modificação, sem contudo perder sua essência no todo. Quando efenece a vida animal, para onde esvae sua energia vital? Uma coisa é certa, o universo subsiste por infinita energia existencial, sem que humanos possam mensurar toda essa potência exponencial.
Estamos confinados e nem percebemos, e a cada instante vários são os eliminados. E nessa lida, quem poderia salvar a própria vida?
Nascemos neste mundo é a partir do momento que compreendemos as coisas percebemos que morre um pouquinho da gente a cada despedida de um querido ente. E os que vencem as barreiras do tempo sente o pesar da partida de tantas pessoas queridas, que nos deixam boas lembranças mas carregam um pedaço de nós. Porque ficamos diminuidos, sentindo um determinado vazio existencial daqueles os quais aprendemos a amar e considerar de uma forma incondicional.
Percebemos no Espírito a intervenção divina em prol daqueles que sofrem, cujos olhos da fé que ouvem o chamado da restauração, do refrigério, da provisão e da justiça que vem do Trono de Deus.
Quando percebemos que a escuridão avança sobre nossas vidas, significa o abatimento de quem tem olhado muito para baixo buscando viver à sombra do desespero.
Nos falta a percepção de que devemos buscar olhar para o alto: É no alto que encontramos a luz que nos ilumina e o Deus que por tantas vezes clamamos.
Lembre-se: Um único gesto nosso pode mudar toda a nossa história.
Quando o Presente Vira Lembrança
Enquanto estamos no presente, não percebemos o quão bom é viver aquele momento de alma e corpo — às vezes, um simples instante com alguém que você ama de verdade.
O tempo passa e, quando se vê, já se foram dez anos desde que você deixou de ser criança. Já se foram dez anos desde o último momento com aquela pessoa. Já faz tempo que você não aprende algo novo com ela.
As circunstâncias não são mais as mesmas. O amor não esfria, mas os momentos se tornam lembranças — e nunca mais se tornam reais.
Você já não sabe o que é lembrança e o que é imaginação.
Passaram-se vinte anos. E já faz cinco anos que você não a(o) vê, não a(o) abraça, pelo menos.
Ela(e) já não vive no mesmo mundo que você.
E quando você, em sua rotina livre de muitas emoções, se dá conta…
Percebe que já esqueceu a voz deles, as risadas, os momentos.
Tudo o que eles faziam por você.
Você já não lembra que os amava de verdade.
Nunca sequer prestou atenção que ainda dava para amá-los, demonstrar o amor — mesmo que as circunstâncias não conspirassem a favor.
Pode não ser tarde demais, mas lembre-se: nada é para sempre.
“O pra sempre, sempre acaba.”
È com a força do coração que se forja o caminho da amizade e nas dificuldades que percebemos o valor de cada um para conosco;
Não se ache fraco, pois nossa força vai além do que possamos imaginar, mas não percebemos por desacreditar em nós propriamente;
Nunca se esquecer do que somos capazes para com a nossa vida e também nossas escolhas, pois somos responsáveis pelo que nós decidimos;
Mudaram a direção e percebemos que nada mudou
Mas o que realmente precisariam mudar são atitude e o tempo que não acabou;
De início parece que a dor apenas nos afundou ainda mais, mas logo percebemos que ela serviu para nos dar um grande empurrão.
Sabemos que a idade chegou quando:
Percebemos que fazemos ligações e vamos presencialmente aos lugares.
