Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou.

Gente que colore os dias da gente com carisma e carinho. Gestos sinceros que eternizam a sorte de tê-las por perto.

Gente má é igual doença incurável. Marca a vida de suas vítimas pelo efeito degenerativo.

"⁠Tudo passa viu gente,
nem que seja por cima de você,
mas passa!

Tem gente que acredita na infelicidade e faz dela sua companhia inseparável. Permita-se, deixe-se surpreender!

Talvez a gente se perdeu pelo caminho. Mesmo do seu lado eu me sinto tão sozinho.

Péricles (cantor)

Nota: Trecho da música Melhor eu ir.

Tem gente que sabe viver,
e gente que só vive.⁠

⁠É por meio da dor que a gende se torna humano, e é por meio da constância que a gente se torna grande.
sfj,pensamentos

Tem dias que a gente acorda sentindo que as coisas não fazem muito sentido... É como se você não conseguisse encontrar algo que te motive...Você olha ao redor e tudo parece tão entediante e sem graça... Mas o porque disso? Se só o fato de ter acordado com saúde deveria ser o motivo principal para sentir-se grato e feliz a Deus... Creio que o problema seja que associamos felicidade ou bem estar a pessoas ou bens materiais, e não é bem assim...Pois pessoas entram e saem de nossas vidas (além de serem inconstantes) e os bens materiais se vão com o tempo... A minha definição de felicidade é quando você não precisa ter pessoas ou possuir bens para sentir-se grato e em paz consigo mesmo... E a sua qual é?

Para nós não tem limite, não tem fim. Só tem início! A gente não vive de falsidade, a gente vive de realidade, vive a nossa liberdade, que nos traz felicidade. A gente combina de noite e de dia. Minha querida, eu te amo todo dia, sem mentira. A gente vive de alegria.

Chama o amor para nos a acompanhar nessa jornada de amor que a gente vai realizar. Sem dor, porque nos amamos e não pensamos em dor. A gente se beija com amor, até quem vê sabe que isso é verdadeiro amor. Isso é puro amor: eu e voc. Te amo, meu bebê.

Loirinha gostosa do cabelo longo
Que anda de long e que ouve 1Kilo
Cola na Baia, a gente solta arraia
Eu te mostro como se namora um vampiro

Matuê

Nota: Trecho da música VAMPiro.

Existiram tecnologias para facilitar nosso trabalho, mas criarem IAs desenhistas enquanto tem gente cortando cana sob o sol quente, ou atendendo em supermercado lotado seis dias por semana não é avanço, pelo contrário.

Tem gente que só rasteja, e quer tentar derrubar quem já conquistou o céu.

(...) Tem gente que só de estar perto
nos transmite Paz. Só de sorrir ilumina
nossa alma. Elas falam com o olhar,
e nos amam com o coração. São
pessoas assim, que enriquecem
nossa vida. Curam nossas feridas,
enxugam nossas lágrimas com
um simples toque de amor.

Cheguemos...
Esta é a escada que sobe:
São degraus subidos
Por gente que já desceu...

É preciso sonhar e viver com os pés no chão, mas, se preciso for, a gente voa também!

E então chega uma hora que a gente entende que quem gosta da gente de verdade fica ao lado da gente. E pronto!

⁠Solidão espiritual, é aquela em que mesmo estando no meio de tanta gente, você ainda se sente sozinho. Apenas DEUS pode preencher o lugar que é só DELE!

Tem dias em que a gente tem que se pegar no colo. Ouvir mais o que nosso interior quer dizer e respeitar os desejos genuínos de nosso coração.

É preciso muita maturidade para aprendermos a valorizar nossas escolhas. Para entendermos que a vida que nos cabe é a melhor vida possível. Para acreditarmos que temos a noção exata daquilo que é melhor para nós.

Durante muito tempo temos mais confiança no olhar de fora sobre nossa própria vida do que em nós mesmos. Aceitamos mais os conselhos alheios do que nossa própria intuição. E ficamos reféns dessa condução, desse direcionamento, dessa autorização. E pouco a pouco nos afastamos de quem somos, de quem gostaríamos de ser, do caminho que pretendíamos seguir. Relevamos nossos anseios e modificamos nossa história para caber dentro das expectativas de alguém.

Crescer é aprender a seguir com os próprios pés, ouvindo a própria voz, dando sentido às próprias inquietações. É reconhecer-se apto a fazer boas escolhas, a se posicionar diante das situações difíceis ou constrangedoras, a não se culpar quando decide enlouquecer de vez em quando.


Foi Clarice Lispector que disse: “De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”. E tenho que concordar com Clarice, pois ninguém consegue viver com saúde por muito tempo tentando só agradar aos outros. Ninguém é feliz por inteiro se submetendo ao julgamento alheio. Ninguém cresce completamente se não aprende a recusar aquele convite, a impor limites, a fugir do combinado e negar um favor. Ninguém amadurece sem aprender a dizer “não” e dormir em paz com isso.

Há momentos em que temos saudade de nós mesmos. Sentimos falta de quem éramos antes de nos misturarmos a todo mundo e de nos ausentarmos de nossa própria vida. Sentimos falta de nossa versão mais cheia de amor próprio que não se anulava tanto pra querer agradar. Talvez seja esse o preço a pagar por não sabermos nos posicionar. O gosto amargo que temos que engolir por nos distanciarmos de nossa essência, da necessidade de recolhimento, da vocação de seguirmos nosso coração.

O importante não é somente avançar, mas saber se resguardar. Aprender a sossegar, a ficar consigo mesmo, a silenciar. Descobrir o que lhe faz bem, o que é de seu feitio, o que lhe deixa em paz e é coerente com seu jeito único de ser. Só você sabe do que é capaz, só você entende os passos que pode dar. E não cabe a você dançar uma dança que não é sua só pelo desejo de agradar. Não cabe a você cortar as próprias asas só para se enquadrar.

De vez em quando a gente tem que pisar duro para sobreviver. Só dar satisfações a quem interessa e abandonar inseguranças desnecessárias. Não ter medo de voltar atrás, de desistir de um projeto, de arriscar uma versão autêntica _ e talvez espantosa_ de si mesmo. Ter coragem de recusar um convite, de dizer “não” a uma proposta, de se expor como é de fato. Descobrir, não sem uma ponta de satisfação, que unanimidade é muito chatinha; e que bom mesmo é assumir o que eu quero… e que isso baste.