Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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(...) Tem gente que só de estar perto
nos transmite Paz. Só de sorrir ilumina
nossa alma. Elas falam com o olhar,
e nos amam com o coração. São
pessoas assim, que enriquecem
nossa vida. Curam nossas feridas,
enxugam nossas lágrimas com
um simples toque de amor.

Cheguemos...
Esta é a escada que sobe:
São degraus subidos
Por gente que já desceu...

É preciso sonhar e viver com os pés no chão, mas, se preciso for, a gente voa também!

⁠Deixa-se de ser jovem quando já não se escolhe mais os inimigos, quando a gente se contenta com os que tem à mão.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

"O que impediu da gente ficar junto não foram as diferenças.
Mas, os teus preconceitos."


☆ Haredita Angel

"Tem gente que me faz tanta raiva,
que eu tenho vontade de ver cair
pra trás durinho!
Mas como isso não acontece,
eu deixo a raiva e o miséria irem embora..."
Haredita Angel
22.07.18

E então chega uma hora que a gente entende que quem gosta da gente de verdade fica ao lado da gente. E pronto!

​"Cuidado com quem mergulha na solitude: a gente volta com segredos que o raso jamais entenderia."

Não importa a sede que você tenha, tem gente que você nunca deve pedir água. Porque eles vão deixar mundo saber que matou a sua sede.

O Peso da Consciência


​"O travesseiro mais macio é aquele que a gente deita com a consciência tranquila, sabendo que, se falhamos, tivemos a coragem de admitir e o desejo de consertar."


Lúciareflexões&Vida

O que a gente faz quando percebe que está tudo errado
e quando tudo fica assim misturado...
Uma parte do que nunca acabou e
outra parte do que nunca existiu.
Por que nessa hora tudo fica tão real
E por que o mundo ao meu redor parece repetir
sempre a mesma coisa?

Com fraternidade e tolerância a gente supera os dias que virão por aqui...

⁠Solidão espiritual, é aquela em que mesmo estando no meio de tanta gente, você ainda se sente sozinho. Apenas DEUS pode preencher o lugar que é só DELE!

"⁠Com tanto café bom pra tomar, tem gente preferindo tomar conta da vida dos outros."

Tem dias em que a gente tem que se pegar no colo. Ouvir mais o que nosso interior quer dizer e respeitar os desejos genuínos de nosso coração.

É preciso muita maturidade para aprendermos a valorizar nossas escolhas. Para entendermos que a vida que nos cabe é a melhor vida possível. Para acreditarmos que temos a noção exata daquilo que é melhor para nós.

Durante muito tempo temos mais confiança no olhar de fora sobre nossa própria vida do que em nós mesmos. Aceitamos mais os conselhos alheios do que nossa própria intuição. E ficamos reféns dessa condução, desse direcionamento, dessa autorização. E pouco a pouco nos afastamos de quem somos, de quem gostaríamos de ser, do caminho que pretendíamos seguir. Relevamos nossos anseios e modificamos nossa história para caber dentro das expectativas de alguém.

Crescer é aprender a seguir com os próprios pés, ouvindo a própria voz, dando sentido às próprias inquietações. É reconhecer-se apto a fazer boas escolhas, a se posicionar diante das situações difíceis ou constrangedoras, a não se culpar quando decide enlouquecer de vez em quando.


Foi Clarice Lispector que disse: “De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”. E tenho que concordar com Clarice, pois ninguém consegue viver com saúde por muito tempo tentando só agradar aos outros. Ninguém é feliz por inteiro se submetendo ao julgamento alheio. Ninguém cresce completamente se não aprende a recusar aquele convite, a impor limites, a fugir do combinado e negar um favor. Ninguém amadurece sem aprender a dizer “não” e dormir em paz com isso.

Há momentos em que temos saudade de nós mesmos. Sentimos falta de quem éramos antes de nos misturarmos a todo mundo e de nos ausentarmos de nossa própria vida. Sentimos falta de nossa versão mais cheia de amor próprio que não se anulava tanto pra querer agradar. Talvez seja esse o preço a pagar por não sabermos nos posicionar. O gosto amargo que temos que engolir por nos distanciarmos de nossa essência, da necessidade de recolhimento, da vocação de seguirmos nosso coração.

O importante não é somente avançar, mas saber se resguardar. Aprender a sossegar, a ficar consigo mesmo, a silenciar. Descobrir o que lhe faz bem, o que é de seu feitio, o que lhe deixa em paz e é coerente com seu jeito único de ser. Só você sabe do que é capaz, só você entende os passos que pode dar. E não cabe a você dançar uma dança que não é sua só pelo desejo de agradar. Não cabe a você cortar as próprias asas só para se enquadrar.

De vez em quando a gente tem que pisar duro para sobreviver. Só dar satisfações a quem interessa e abandonar inseguranças desnecessárias. Não ter medo de voltar atrás, de desistir de um projeto, de arriscar uma versão autêntica _ e talvez espantosa_ de si mesmo. Ter coragem de recusar um convite, de dizer “não” a uma proposta, de se expor como é de fato. Descobrir, não sem uma ponta de satisfação, que unanimidade é muito chatinha; e que bom mesmo é assumir o que eu quero… e que isso baste.

Há gente que quer ficar em evidência a qualquer preço.
sfj,pensamentos⁠

O livro serve para o que serviu sempre: para criar mente, gente livre.

Carla, meu amor,
Eu estava aqui pensando no que sempre te falo, a gente só nota o sal quando ele falta ou quando ele sobra. Na correria de sermos 'arquitetos do infinito', quantas vezes esquecemos de colocar o sal na lista de compras?
Na cozinha da nossa vida, eu aprendi a lição mais dura. No cansaço dos dias, eu deixei o sal transbordar e a comida amargou. Mas o que mais dói é perceber que, às vezes, na falta dele, a gente deixa o nosso cotidiano perder o sabor, e só sentimos falta quando o pote esvazia e o gosto de nada toma conta da casa.
O amor é como esse tempero. Se eu peso a mão nas cobranças ou nos meus medos cósmicos, eu estrago o banquete que preparei para você. Se eu me calo demais e não te dou o sabor da minha presença, a gente passa fome de alma.
Hoje, eu não quero mais ser o homem que esquece o básico na prateleira do mercado. Quero ser o Bruno que sabe a medida exata. Nem o excesso que queima, nem a falta que faz o seu sorriso murchar.


DeBrunoParaCarla

Carla
​O mundo lá fora é seco
Uma poeira do cace... que sufoca a gente
Mas entre esses lençóis o clima vira outro
A gente perde a mão e ganha o corpo
Sem roteiro e sem vergonha de ser bicho
​Ver você transbordar assim foi o ápice
Aquele dilúvio que a gente causou juntos
Onde o santuário ficou pequeno pra tanto fogo
E a cama virou mar num segundo só
Eu ainda sinto o gosto daquela entrega
​Obrigado por confiar no meu toque
Por deixar o corpo falar o que a boca não dá conta
Você é minha paz
Mas também é minha tempestade preferida
Aquela que molha tudo e não pede desculpa


​DeBrunoParaCarla

Carla
​O mundo que se exploda com as regras dele
A gente bêbado trocando as pernas na beira do mar
Rindo do nada e de tudo ao mesmo tempo
Com o gosto da bebida e do sal grudado na pele
A areia marcando o passo de quem não quer chegar em lugar nenhum
​Eu digo pro mundo que você é meu santuário
Mas o mundo não entende nada de sagrado
O meu segredo é que nesse caos de onda e vento
Você é a única coisa que me deixa no prumo
Mesmo quando a gente tá tonto de vida e de dose
​Obrigado por ser esse porto que balança comigo
Por não me deixar cair quando o chão resolve fugir
Nesse fim de mundo a gente inventou o nosso próprio Reino
Onde a única lei é a gente se perder pra se achar
Nesse abraço que cheira a maresia e liberdade

DeBrunoParaCarla