Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Mais uma vez me deparo pensando em você...
Não sei o porquê, mas fico a imaginar a gente.
Lembro-me da sensação, que sinto quando nossos corpos estão a um metro de distância... (O desejo de toca-lo) mas não posso tocar em você.
O seu jeito faz com que sinta ainda mais desejo.
Os meus lábios chamam os seus.
O meu abraço deseja o aconchego, dos seus braços.
E o meu corpo deseja o (encaixe perfeito), seu corpo no meu.

(Aos amigos)

Quando a gente acha que tudo esta perdido.
Vem à ajuda divina, e nos coloca erguido.
Então logo estamos renovados,novamente estamos bem.
Prontos pra seguir a vida,tentar ser feliz também.
Quando a gente pensa que acabou.
Que a vida perdeu sentido.
Vem a ajuda divina,e vem em forma de amigo.

Diferente de muita gente, não sou tão orgulhosa. Apenas não deixo que tirem minha razão.

É engraçado e ridículo quando a gente começa a gostar de alguém e acha que tudo o que o outro faz é um sinal ou uma pista.

não sou exigente, só queria alguém que gostasse de mim e fosse capaz de escrever ‘a gente’ assim, separado.

Chega uma hora que a gente cansa
Cansa de ser tratada com burra
Imbecil
Idiota
Incompetente
Chega uma hora que a gente cansa
De ser mal tratada
Cansa de relacionamentos doentios
De pessoas frustadas
De pessoas inseguras...

Insegurança, incertezas, insatisfações não fazem parte da vida de gente feliz. Gentes felizes têm uma particularidade: a doçura!

As vezes, também a gente tem o consôlo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguem a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida a cada dia; a sonhar um pouco, a sentir vontade de fazer alguma coisa boa [..]

A gente erra, se engana, escolhe mal, pisa na bola, se decepciona, chora, dá tudo como perdido, mas num belo dia abrimos a janela e enxergamos uma vida toda à nossa espera. É sempre assim: no final o instinto de seguir em frente sempre prevalece. Deixe o tempo fazer o que ele bem entende. Nada como um dia após o outro e um montão de esperança impulsionando a gente.

Acho que as vezes não somos nada mais do que as pessoas são pra gente,acho que faz tempo que aprendi que não devíamos expor nossos sentimentos a não ser se for pra perder a pessoa.Assim fechei meu coração,não pense que sou única muitas pessoas são assim inconsciente ou não,ninguém que sofrer,ninguém que amar mais que outro ou melhor ninguém quer ser feliz por inteiro.
Se pensarmos que somo metade e sempre vamos encontrar a nossa outra cara metade seriamos completos não é?
As vezes penso que seria muito mais fácil,se arriscar e amar todas as pessoas que de certa forma pra mim seriam especiais,e tentar telas pra mim,mais talvez seja bem isso que eu quero ou talvez eu queira muito mais que apenas isso...
Ai ta um grande erro,fechar seu coração pra ninguém entra pra não sofrer pra dizer que é forte de nada serve...Mais viver pra ficar correndo atrás de se humilhar também não serve pra mim.Prefiro ser aquela que não gosta de ninguém do que ser aquela que sofre dores de amores que jamais se tornaram reais Desconfio de tudo afinal nada é tudo tão certo, as vezes nos precipitamos,por isso tenha os pés no chão, é melhor não se apegar do que ficar se apegando a esses que não prestam pra mim.....
"...querer,mas ao mesmo tempo está disposta a abrir mão se não for pra ser meu."

Faz como a Joaninha: voa, voa, para perto de gente boa.

E assim, a vida segue, a gente vem logo atrás remando, devagarzinho.
Ai a gente percebe que o horizonte que ficou para trás já não faz mais sentido e quando menos se espera, um novo horizonte aparece, belo, majestoso e muito mais interessante e colorido do que aquele que a gente conhecia.

Eu acho que isso acontece com todo mundo à medida que a gente cresce. Você descobre quem você é e o que você quer, e então percebe que as pessoas que você conhece desde sempre não vêem as coisas do mesmo jeito que você. E então você fica com as lembranças maravilhosas, mas acaba seguindo sua vida.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. O Milagre. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2010.

Engraçado como a gente ri chamando de solteiro com comportamento de casado, mas no fundo isso diz muito.


Tem gente vivendo como se tivesse um compromisso invisível. Fiel a alguém que ainda nem chegou. Acorda, trabalha, cuida da casa, da rotina, se recolhe… e diz que é preguiça de socializar. Mas às vezes não é preguiça, é falta de propósito nas conexões rasas.


A gente se fecha sem perceber. Não olha para os lados porque não está à procura. Espera, mas não busca. Vive como se já tivesse alguém do lado, respeitando um lugar que ainda está vazio.


Existe uma linha delicada entre maturidade e isolamento. Entre paz e fuga. Entre estar inteiro sozinho e se esconder do mundo.


Ser seletivo é bonito. Ser fiel aos próprios valores é raro. Mas o amor não entra onde a porta permanece trancada.
Talvez não seja celibato involuntário. Talvez seja medo disfarçado de conforto. Ou talvez seja só alguém que aprendeu que não quer qualquer companhia.


No fim, a pergunta não é se você é um solteiro casado.
É se você está esperando… ou evitando.
E o mais curioso é que me parece que estamos no mesmo barco.
Existe um grupo silencioso crescendo por aí. Pessoas que dizem estar bem sozinhas. Resolvidas. Seletivas. Mas que, no fundo, talvez estejam apenas cansadas de tentar.


Não sei se é uma nova era, uma geração emocionalmente exausta ou apenas o reflexo de relações que nos ensinaram a endurecer. Somos funcionais, independentes, organizados… mas cada vez mais indisponíveis por dentro.


Nos protegemos tanto de sermos quebrados de novo que, sem perceber, começamos a nos blindar. E nessa tentativa de não sentir dor, vamos deixando a vida passar — e às vezes o amor também.
Não é sobre desespero por companhia.
É sobre perceber quando o cuidado vira muro.


Quando a paz vira isolamento.
Quando a espera vira desculpa.
Talvez não estejamos casados com a solidão.
Talvez só estejamos com medo de permitir que alguém nos desorganize outra vez.
E isso não é fraqueza.


Mas também não pode virar morada.

O amor é como o oceano , uma vez que a gente entra nele nos leva mais e mais longe da realidade.

⁠O que a vida quer da gente é coragem!

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

Tem gente que passa a vida inteira esperando aquele amor que durará até o fim dos tempos. Tem gente, como eu, que passa a vida inteira achando que é independente, querendo ser livre, acreditando seriamente que não precisa de ninguém. Mas a gente não consegue escapar ao fascínio que algumas pessoas nos causam ao longo dessa turbulenta vida. Não consegue escapar ao desejo, à vontade de ter sempre essa pessoa por perto. Basicamente, somos céticos o suficiente pra não acreditar em um amor que dure, mas sensíveis o suficiente para se abalar diante dele. Não sei se o que eu escrevo faz sentido. Enquanto algumas pessoas passam a vida esperando o amor, passam a vida esperando esse momento de entrega, outras têm esse amor e passam a vida pensando se deveriam se entregar ou não. Se deveriam mesmo afundar nesse sentir, afundar no amor, deixar o amor transbordar. Por mais que eu sempre diga às minhas amigas: se entregue, viva!, eu sou daquelas que sempre mantêm um pé atrás. Medo de frustração? Não diria que é isso. A gente quebra a cara, a gente segue em frente. A vida é feita disso, se você tiver medo de se frustrar, você simplesmente não vive. Acho que o que pesa é o orgulho. É a dificuldade de aceitar a entrega, de entender que você talvez realmente precise daquela pessoa. É o precisar. Mas olha. O mundo é feito de relações sociais, o mundo é feito do diálogo, o mundo é feito da troca. Por que temer isso então? Porque eu sou do pressuposto que a gente sempre está sozinho. Veja bem, não é uma visão pessimista da vida. É um fato. Tudo o que a gente vive, a real dimensão do nosso viver, é só nossa. Ninguém vive por nós, ninguém sente por nós. Somos sós, ainda que juntos. Há que se entender que essa entrega é necessária, até. Mas com a consciência de que somos sempre sós em nós mesmos. O que a gente faz é escolher alguns companheiros pra compartilhar a vida. Porque ao mesmo tempo que somos sós, o mundo se constitui no diálogo. Escolhemos, então, companheiros pra dialogar nossas respectivas solidões. Então, se nos deparamos com esse amor que invade, esse amor que transborda, esse amor tão grande que quase não se contém… nos entreguemos a ele! Com a perfeita consciência que estamos sempre sós.

O problema é que a gente acredita na mentira e desconfia da verdade.

O mundo é redondo e gira por algum motivo. Tudo, tudinho que a gente faz não é em vão. Nosso esforço, nossas recompensas, nosso sofrimento, nossa alegria, nossos tropeços, nossos sorrisos, nossos obstáculos, tudo isso tem um porquê. Ou muitos porquês. Isso agora não importa. O que importa de verdade é o que você faz com os seus sentimentos. Para receber o bem a gente deve fazer o bem. E isso significa cuidar cada ação ou palavra: não faz bem para a alma alimentar sentimentos ruins.

(...)"Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo."