Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Homen gato, gostoso, gente fina e fiel é igual a nota R$ 30,00... Eu nunca vi...!!!

A gente complica demais as coisas porque ser simples é muito difícil. Ser simples custa tudo o que você tem.

Tem gente que é assim, por fora bela viola, mas por dentro pão bolorento.

Eu uso essa palavra porque nunca tive medo de palavras. Tem gente que se assusta com o nome das coisas.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

É sobre ser cacto, resistente, valente, no meio de gente que resiste amar.
É sobre ser cacto e poder florescer quando o mundo quer te ver secar.

Felipe Rodri

Nota: Trecho da música É sobre ser cacto.

Não acredito em almas gêmeas ou frutas pela metade, mas eu acho que a gente se pertence, de alguma forma.

Não aguento mais esse ti-ti-ti, esse bafafá, essa gente que não é capaz de olhar para si primeiro. Tudo precisa de rótulo, tudo precisa ser debatido, tudo precisa virar confusão, tudo é levado para o outro lado e encarado como crítica. As pessoas estão sensíveis e agressivas demais. É contraditório, eu sei. Mas jogam mil pedras nos outros e ficam ofendidas por pouco. Isso é demais pra mim. É por isso que cada vez mais eu me fecho no meu mundinho. E lá entra quem eu quero, quem é da minha tribo. Porque esse mundo onde tudo é guerra, confusão e gritaria não é comigo. Não gosto do grito, prefiro os meus silêncios. Não gosto da confusão, sou do time da calmaria. Não gosto do tumulto, prefiro a paz. Não gosto da fofoca, prefiro falar com os olhos. É mais humano, mais leal, mais digno, mais legal.

Acho que as pessoas andam perdidas. E fazem a maior questão de se preocupar com o que está fora. Esquecem que o que nos acompanha é o que fica lá dentro. E essa é a nossa melhor e pior parte.

Muita gente entra e sai em tua vida ao longo dos anos. Mas só os verdadeiros amigos deixam impressões em seu coração.

Quando você se afasta de gente falsa e invejosa até sua saúde melhora.

Tempestade em copo d'água é para os fracos!! Tem gente fazendo dilúvio em tampa de xarope!

Povo nordestino.

Nosso povo é hospitaleiro
gente humilde tão gentil
do pescador ao vaqueiro
da terra seca ao céu anil
do litoral ao sertão
o nordeste é a região
mais arretada do Brasil.

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas trilhas caminham pra gente se achar, viu?

Problemas? Fofocas? Gente recalcada, mal amada e invejosa? QUE NADA, Misturei Activia com Johnnie Walker: TÔ CAGANDO E ANDANDO…

Aprendi que nada nessa vida é como a gente quer ou como a gente espera. Aprendi que não vale a pena carregar dor, mágoas e rancor, que isso só nos sobrecarrega e nos faz mal. Aprendi que por mais amarga que a vida pareça ser, ela é doce, bem doce, é só abrimos os olhos e ser o melhor que pudermos ser. Aprendi também que o futuro nada mais é do que o reflexo das suas atitudes do passado, que o amanhã são consequências das atitudes e escolhas de hoje e que aquela velha e clichê frase é verdadeira: "a gente colhe o que planta". Caí na real que a vida é só uma e temos muito pouco tempo para aproveitar. Por isso nada de lembranças ruins e pesos desnecessários, de agora para frente somente atitudes e pensamentos positivos, valorizar os momentos felizes e tirar aprendizado dos momentos tristes. Somente paz, amor, alegria e calma na alma.

E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que “o que tem de ser, tem muita força”. A gente não tem é que se assustar com as distâncias e os afastamentos que pintam.

O que as pessoas se esquecem é o quanto é bom quando a gente se livra desses segredos. Sejam bons ou maus, pelo menos eles foram liberados - quer gostemos ou não. E uma vez que seus segredos foram escancarados, você não tem mais que se esconder atrás deles. O problema com os segredos é que mesmo que você pense que está no controle... Você não está.

Somente por amor a gente se arrisca.


É por amor que caminhamos em direção ao que não sabemos explicar, como quem segue uma miragem no meio do deserto. Sabendo, no fundo, que pode não ser real — e ainda assim indo. Porque o amor não pede garantias, pede entrega.


O amor nos ensina a decifrar silêncios, a escutar o que não foi dito, a tocar mistérios com mãos trêmulas. Ele nos faz acreditar em promessas que ainda não existem, em destinos que só se revelam para quem ousa permanecer. É uma música que começa baixa, quase imperceptível, mas que cresce dentro da gente até não caber mais no peito.


Há algo de miragem no amor: ele cintila à distância, nos chama, nos ilude e nos salva ao mesmo tempo. Às vezes é engano, às vezes é esperança. E mesmo quando descobrimos que não era água, seguimos adiante, porque a travessia também nos transforma.


Amar é arriscar-se ao impossível. É atravessar desertos internos guiados apenas por uma melodia que insiste em tocar. É escolher sentir, mesmo sabendo do cansaço, da sede, da queda. Porque só o amor nos convence de que vale a pena ir além do que é seguro, além do que é lógico, além do que é visível.


E no fim, mesmo que a miragem se desfaça, algo permanece: o som da música que nos moveu. A coragem de quem ousou. A certeza de que só por amor a gente vai tão longe.


Por Jorgeane Borges

A gente nunca sabe quando pode ser a última vez. Todo e qualquer instante pode ser o último. O que você tem feito pela última vez?


Essa pergunta não pede resposta — pede presença.


Talvez a “última vez” não esteja nos grandes gestos,
mas no abraço que foi apressado,
na palavra que ficou guardada,
no silêncio que escolhemos por cansaço.
O que temos feito pela última vez, muitas vezes, é adiar.
Adiar o perdão.
Adiar o encontro.
Adiar o dizer “eu amo”, “me perdoa”, “fica mais um pouco”.
Viver é caminhar sem aviso prévio.
Por isso, talvez a pergunta mais honesta seja:
se hoje fosse a última vez, eu estaria inteira no agora?
Porque o tempo não avisa quando fecha a porta.
E só o presente tem certeza de existir.


6 de Janeiro de 2026

E a gente vai se olhar e rir de todo esse dramalhão, vou te chamar de bobo, você vai me chamar de besta e amanhã de manhã um outro sol, não mais tão quente e nem tão brilhoso quanto antes, vai nos convidar pra passear enroscados na calçada da mesma ruazinha apertada e sem graça de sempre, como sempre foi. E as pessoas vão perguntar se você voltou.
E você vai dizer que nem foi.

Não tem jeito meu bem, uma hora na vida a gente tem que ser feliz.