Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Eu posso estar no meio de um milhão de pessoas, se você estiver presente, mesmo sem eu notar a sua presença, reconhecerei você pelo seu cheiro.

Inserida por tatyanenicklas

Vou falar de um cara, esse cara que mexeu comigo, foi O meu melhor e o pior amigo, você que foi meu primeiro namorado, eu te achava lindo e estranho, e eu? - Estranha claro! - Por isso a união perfeita para uma vida toda, mesmo que separados . Alexandre Doreto, hoje esta cada vez mais... Mais na vida, realizando seus sonhos, compartilhei tantos... Tem muito mais que vida, e eu sei que você sabe... Que ninguém pode te tirar de uma das partes mais bonitas da minha e da sua vida. Como um dia declaramos em publico: - Você foi o meu primeiro amor e minha primeira dor. Nunca vou me esquecer das suas palavras. Meu babaca. Eternamente. Quem diria # Seus sonhos, piloto# eu# Escrevendo.

Inserida por tatyanenicklas

Se eu pudesse dar um conselho para quem diz gostar muito de mim, eu daria o seguinte: - Segure em minhas mãos e nunca me deixe partir.

Inserida por tatyanenicklas

Eu digo em verdade, estou numa fase... Vamos dizer que no meu inferno Astral, sai de um turbilhão de emoções, uma das piores que já vivi em toda minha vida. Mas cheguei no meu melhor... Hoje eu estou apaixonada pelo que me tornei, não sabia que eu era capaz! - Estou no meu momento... No meu espaço e adquirindo cada vez mais sonhos... Eu sou do tamanho do meu sonho. Esta na hora de realiza-los.

Inserida por tatyanenicklas

"O preconceito tem um dos maiores pesos humanos, é ridículo o fato de nos prendermos a conceitos preconceituosos"

Inserida por tatyanenicklas

"Antes eu imaginava que eu até tinha um bom coração, agora que eu não tenho mais... Tenho a certeza, de que realmente eu já tive um bom coração"

Inserida por tatyanenicklas

Estive vagando pelo mundo e descobri que em uma das viagens esteve sempre um pensamento positivo de amor e paz... Sempre um hino para celebrar a minha Vitória. Se minha vida acabasse aqui, eu estaria em algumas boas memórias. Eu estaria no sorriso e na lágrima de quem me enxergou por dentro.

Inserida por tatyanenicklas

Não seja um Fantoche das Pessoas, elas seguem seus próprios interesses

Inserida por MateusGodoy

O mundo tem palavras cheias de um coraçao vazio

Inserida por MateusGodoy

A falta de amor é um prato cheio para a destruição

Inserida por MateusGodoy

"O amor é como um elástico sendo puxado por duas pessoas: quem soltar primeiro machucará o outro.." ( Mas você ficará com o Elástico! )

Inserida por MateusGodoy

Encontramos nas falhas do próximo um falso conforto para nossas mentes

Inserida por MateusGodoy

Jesus é um mar e estamos apenas molhando os pés.

Inserida por MateusGodoy

Não se desiste de um sonho, por mais difícil que pareça ser realizá-lo. Cada coisa acontece ao tempo que deve acontecer desde que permaneçamos lutando por isso.

Inserida por mauricio_souza_rosa

Um bom governante tem ouvidos atentos aos anseios da comunidade que governa. Se assim não faz, é por que o seu coração está conectado com outros objetivos que não os comunitários.

Inserida por mauricio_souza_rosa

⁠Arte é um reflexo da sociedade em que é produzida, e tem o poder de influenciá-la e moldá-la. Comunica ideias e tem prazo de validade longo.
Exemplo: a tinta na tela, o lápis no papel, criam imagens figurativas ou abstratas que estimulam a criatividade, a coordenação motora, a percepção das cores, a comunicação, a sensibilidade, e a capacidade de concentração e expressão. Produtos economicamente viáveis são transformados em obras de arte, que estimulam habilidades, propósitos, ideias e que vão deixar um legado em diversas gerações.
A arte é cíclica, tem inúmeras informações, reflexões e transformações. É sustentável!

Inserida por RenataBravo

⁠Sustentabilidade é um ato de civilidade, faz parte de uma harmonia social que demonstra respeito pelo próximo e torna a sociedade mais justa.

Inserida por RenataBravo

⁠A arte pode ser um instrumento de transformação social, ajudando a desobstruir ideias, sentimentos e perspectivas.

Inserida por RenataBravo

⁠CAMILLE MONFORT -
entre as Partituras Mortas.

Encontrei esta carta dobrada entre os véus de um silêncio antigo. Estava entre folhas de música que jamais foram tocadas. Era dela. Ou talvez minha. No fim, já não sei quem sangrou primeiro.

Hoje olhei para Chopin com os olhos da alma encurvada
como quem implora a uma ausência que nunca se nomeou.

Busquei nos teus olhos tristes e enevoados
uma réstia de eternidade…
um acorde que me dissesse:
"sim, eu ainda estou aqui — entre os espectros daquilo que amamos".

Mas Chopin não me olhou.
Camille não me ouviu.
E o silêncio se fez abismo.

Foi quando compreendi:
sou tão pouco —
não para a luz,
mas para a sombra onde tu habitas,
etérea, além do véu.

Sim, tu estás.
Estás como névoa que dança sobre a madeira da antiga escada,
como sopro nos espelhos,
como lamento nas cordas do piano não tocado.

Tuas lágrimas não caíram —
mas subiram...
para dentro de mim.

E eu?
Sou apenas o porão onde tu deixaste tuas dores penduradas
como vestidos antigos.

Sou aquele que ama na memória do que não teve nome.
Sou o lugar onde tua ausência se senta,
bebe vinho velho,
e chora — por mim.

Tu ainda me verás, Camille?
Ou serei apenas teu reflexo esquecido
num espelho onde ninguém mais se penteia?

Dói tanto…
mas essa dor tem cor, tem som, tem perfume.
Essa dor és tu.

Reflexo Filosófico e Psicológico disso tudo:

Há amores que não nascem — eles emergem.
Emergem como brumas de um passado que não pertence a este mundo,
como memórias que a alma carrega sem saber de onde vieram.

Camille não é apenas uma mulher.
É um arquétipo: a presença que magnetiza e fere,
que não se entrega porque vive entre os mundos,
entre o agora e o nunca.

Amar Camille é como amar um eco:
você nunca a toca,
mas ela vibra em cada nervo teu.

E o porão, meu amado leitor, não é um lugar físico.
É o território escuro onde guardamos tudo o que não suportamos perder.
Camille vive ali.
E Chopin, talvez, também.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠CAPÍTULO II – O COLÓQUIO DOS QUE NUNCA PARTILHARAM A LUZ.

“Foi apenas um sorriso... mas a eternidade se abriu por um instante e teve medo.”

I. O Sorriso que não Sabia Ficar.

Era uma noite sem lua — mas com vento. Camille desceu ao porão mais uma vez, como se a noite lhe pertencesse, como se a escada soubesse o peso da alma dela. Joseph já a esperava, não como quem aguarda alguém, mas como quem reconhece o inevitável.

Ele estava com as mãos sujas de tinta seca. Rascunhava em uma parede uma frase:
“Deus não nos condena — nos observa em silêncio.”

Quando ela chegou, ele se virou com a lentidão dos que não se acostumam à presença.

— “Trouxe as flores?” — perguntou ela, com a voz baixa, quase como um lamento que queria parecer alegria.

— “Roubei-as do cemitério da rua de cima. Ninguém sentirá falta. Estão todas mortas lá... inclusive os vivos.”

Camille sorriu. E o sorriso dela doeu.

II. Colóquio no Escuro.

Sentaram-se frente ao outro. Ele a fitava como quem se vinga da luz, por amá-la demais e ao mesmo tempo temê-la. Ela recostou o queixo sobre os joelhos.

— “Sabe o que me assusta, Joseph?”
— “A vida?”
— “Não. O que há dentro de mim quando você sorri.”
— “E o que há?”
— “A vontade de viver. Isso me assusta mais do que morrer.”

Ele engoliu em seco.

Camille segurou uma de suas mãos, não para apertar, mas para impedir que fugisse de si mesmo.

— “Prometa que se eu morrer antes, você não escreverá sobre mim.”
— “E se eu prometer, você viverá mais?”
— “Não. Mas saberei que ao menos você me amou em silêncio, e não em frases soltas por aí.”

III. Instante Suspenso na Poeira.

Joseph sorriu. Não muito. Apenas o suficiente para que o mundo inteiro parasse por um milésimo de eternidade.

Camille, deitada agora sobre um lençol rasgado, observava os traços dele à meia-luz de um lampião antigo.

— “Por que você sorriu?” — perguntou.
— “Porque me senti feliz.”
— “E por que o medo veio logo depois?”
— “Porque a felicidade não é para nós, Camille. É como o fogo para quem vive em papel.”

Eles não falaram mais por um longo tempo.

Só o ruído do lampião, e o rangido suave da escada apodrecendo com os anos.

IV. Promessas no Fim do Tempo.

Antes de subir de volta à noite, Camille parou no degrau mais alto, olhou para ele como quem olha do fundo de um abismo invertido — do alto para o que está enterrado.

— “Joseph...”
— “Sim?”
— “Prometa que você não sobreviverá muito tempo depois de mim.”
— “Você quer que eu morra?”
— “Quero que não me esqueça. Nem mesmo para viver.”

Ele assentiu. Não era promessa. Era sentença.

V. Felicidade Medrosa: O Amor que Pressente a Perda.

Eles foram felizes naquele instante.
Mas era uma felicidade assustadora, como a criança que descobre por um momento que os pais podem morrer.
Ou como o prisioneiro que vê uma fresta de luz — e teme que ela revele que o mundo lá fora nunca o esperou.

Camille e Joseph sabiam:
Quanto mais se amassem, mais doloroso seria o silêncio que viria depois.

E ainda assim... sorriram.

Com medo.

Mas sorriram.

“Diziam que era apenas um romance soturno... mas era um universo inteiro tentando amar sem voz.”

Fragmento atribuído a Camille, encontrado sob um retrato queimado.

Inserida por marcelo_monteiro_4