Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Não consigo e nem quero imaginar um mundo sem mulher, sem essas criaturas divinas, pois embelezam o planeta, que tem varias raças e etnias, como um jardim florido com uma diversidade de flores, cores e aromas.

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Não tome nenhuma decisão antes de uma boa noite de sono, um bom banho e um café feito na hora, o pensar ainda é o melhor conselheiro.

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A busca pelo conhecimento é eterno e constante, devemos nos equiparar a um jarro dágua que nunca enche, para assim tentarmos alcançar a verdadeira luz do saber infinito e eterno. Yhulds Bueno

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Imagens são histórias únicas gravadas em um breve espaço de tempo, na visão de quem as captou e gravadas na memória de quem as vivenciou.

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Saiba que a cada história escrita por você, a mesma é para encantar e tocar um leitor.

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⁠Respeitar o passado ajudar à construir o presente para proporcionar um futuro melhor, somente ocorrerá preservando a cultura e a memória historica do seu povo.

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⁠Preservar a memória histórica, cultural de um povo é a forma de contemplar no presente o que podemos ser no futuro.

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⁠Pesquisar o passado é um processo necessário para compreender o presente e imaginar o futuro.

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⁠A formação profissional é um processo contínuo em qualquer área do conhecimento, pois o saber é mutável o que ontem era aplicável hoje é questionado, através de novos estudos.

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⁠O resgate sociocultural de um povo, é fundamental para manter-se viva sua memória histórica.

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⁠A preservação das bases culturais de um povo é a valorização da sua história e identidade.

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⁠O historiador é um viajante do tempo, sempre buscando informações no passado para entender no presente como poderá ser o futuro.

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O historiador sempre será um escritor solitário de um livro infinito, com inúmeras páginas em branco para serem preenchidas.

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⁠A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Guasu, foi um dos eventos mais marcantes da história sul-americana.

Entre 1864 e 1870, quatro nações: Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, se envolveram em um conflito que deixou cicatrizes profundas na região da grande província de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, foi o passado o palco central da guerra.

Homens, mulheres e jovens lutavam, cada um defendendo sua pátria e seus ideais.

Os Impérios se confrontavam, e a Europa observava atentamente, com França, Inglaterra, Espanha, Portugal e até os Estados Unidos acompanhando o desfecho deste conflito. Batalhas épicas e históricas foram travadas em locais como Riachuelo, Colônia dos Dourados, Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, até o desfecho final na última batalha do Cerro Corá.

Quem venceu, quem perdeu, quem foi o culpado e o inocente, essas são perguntas que ainda ecoam no imaginário popular. As histórias e lendas da guerra se misturam com o cotidiano das pessoas, e os tesouros pós-guerra, reais ou imaginários, alimentam a curiosidade e a esperança.

A fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com seus caminhos, estradas e povos diversos, guarda a alma daqueles que partiram e as cicatrizes dos que ficaram.

Os eventos que o tempo não apaga se tornaram parte da formação socioeconômica dos povos, influenciando o desenvolvimento cultural por gerações.

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⁠Crônica: A Poeira na Varanda.

A poeira na varanda é testemunha silenciosa de um tempo que deixou saudades.

Naquela época, a cidade era pequena, e a vizinhança era uma grande família. Todos se conheciam pelo nome e sobrenome, e os compadres e comadres se encontravam na missa de domingo.

Era um ritual sagrado, onde as famílias se reuniam para uma boa conversa, um dedo de prosa, enquanto o sol se punha no horizonte.

A cidade, com suas poucas ruas, era um lugar onde tudo estava ao alcance. Da padaria ao bolicho, do pequeno mercado à farmácia, tudo era próximo. A vida rural era pacata e cheia de simplicidade. Nos sítios e chácaras, criava-se de tudo.

O leite fresco chegava à porta, e as frutas e verduras eram colhidas no quintal, fresquinhas e saborosas.

As famílias eram grandes, compostas por avós, tios, tias, primos e padrinhos. Todos conviviam em harmonia, e aos finais de semana, a festa era certa. Sempre havia um motivo para comemorar, seja um aniversário, uma colheita farta ou simplesmente a alegria de estarem juntos.

Era um tempo de vida calma, cercas baixas e muros que não escondiam os vizinhos. Todos se cumprimentavam com um bom dia, boa tarde ou boa noite.

Hoje, resta apenas a varanda empoeirada e as memórias de um tempo que deixou saudades. A poeira, que se acumula lentamente, é um lembrete constante de que, apesar das mudanças, as lembranças daqueles dias continuam vivas no coração de quem os viveu.

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⁠Crônica da Fronteira: Saudades de um domingo qualquer da infância!

Por: Prof. Me. Yhulds Bueno

Era um domingo como tantos outros, mas ao mesmo tempo, único. Acordávamos com o cheiro do café fresco e o som das risadas que ecoavam pela casa. O sol brilhava lá fora, convidando-nos para mais um dia de aventuras. Não havia preocupações, apenas a inocência de viver cada momento intensamente.

Os domingos eram especiais porque a família estava toda reunida. Pai, mãe, irmãos, e a visita tão esperada à casa dos avós. Lá, os tios e primos já nos aguardavam, e a alegria era contagiante. As brincadeiras de rua começavam cedo, com corridas, esconde-esconde e tantas outras invenções que só a criatividade infantil podia proporcionar.

Ao meio-dia, todos se reuniam em volta da mesa grande e farta. O almoço era um banquete, não só de comida, mas de histórias, piadas e anedotas. Cada um tinha algo a contar, e as risadas eram garantidas. Era um momento de celebração, de união, onde cada detalhe fazia aquele domingo ser inesquecível.

Depois do almoço, mais brincadeiras, agora no quintal, sob a sombra das árvores. Os adultos conversavam, enquanto as crianças continuavam a explorar o mundo ao seu redor, sem pressa, sem preocupações. O tempo parecia parar, e a felicidade era simples e pura.

Hoje, esses domingos são apenas lembranças. A saudade aperta o peito ao lembrar daqueles que já não estão mais aqui, dos que seguiram seus próprios caminhos, agora cheios de responsabilidades e deveres. A infância ficou para trás, junto com o colo da mãe, o abraço do pai e a companhia dos parentes que hoje são apenas memórias.

Mas, ah, que bons tempos eram aqueles domingos qualquer. A saudade é grande, mas as lembranças são um tesouro que guardamos com carinho, revivendo cada detalhe em nossos corações.

Prof. Me. Yhulds Bueno

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⁠Poesia sobre o Luto se torna Eterno.

Por: Prof. Me. Yhulds Bueno.

O luto é um companheiro constante,
Nos dias, nas horas, no tempo que passa,
Às vezes diminui, outras vezes avança,
Basta um som, uma música, uma palavra,
Um cheiro, um perfume, uma lembrança,
E o luto retorna, como uma dança.

As boas conversas, os assuntos guardados,
Fotos que remetem a tempos passados,
Ao ver alguém que lembra quem partiu,
O luto se torna eterno, nunca sumiu.

Nas coisas, nas ações, na vida presente,
O luto é forte, sempre crescente,
A cada ano, a cada aniversário,
A dor se renova, é um relicário.

Não há mais abraços, nem ligações,
Os gestos ficam nas recordações,
O luto se torna amigo, confidente,
Está dentro da gente, eternamente.

Saudades de um pai, de uma mãe, de um filho,
O luto faz morada, é um eterno trilho,
Dentro do peito, um ninho a pulsar,
O luto da alma, difícil de acalmar.

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⁠A Solidão paradoxal!

A solidão é um sentimento complexo e profundo, que pode nos acompanha mesmo quando estamos cercados por pessoas que nos amam e cuidam de nós.

É uma sensação de desconexão, como se não pertencêssemos mais a este mundo, especialmente quando as perdas e experiências acumuladas ao longo dos anos começam a pesar na alma.

Na medida que envelhecemos, essas emoções podem se intensificar. As cobranças, os erros, os defeitos, os acertos, os amores e dissabores, as mágoas e as alegrias parecem se perder no tempo.

Cada momento vivido deixa uma marca, e muitas vezes, essas marcas se transformam em cicatrizes que carregamos conosco.

Perdoar e ser perdoado é um ato de crescimento emocional que exige coragem e maturidade. Não é fácil aceitar os acontecimentos do passado e seguir em frente, especialmente quando questionamos o porquê das coisas.

No entanto, o ciclo da vida nos força a continuar, a encontrar novos significados e a buscar a paz interior.

A solidão, paradoxalmente, pode ser um convite à introspecção e ao autoconhecimento.

É nesses momentos de solitude dentro do vazio interior que podemos ouvir nossas vozes mais verdadeiras e refletir sobre quem somos e o que queremos para o futuro.

Embora dolorosa, a solidão também pode ser uma oportunidade para nos reconectar com nós mesmos e encontrar um novo propósito.

Lembre-se de que, mesmo nos momentos mais solitários, não estamos verdadeiramente sozinhos.

Há sempre a possibilidade de encontrar beleza e significado na vida, de perdoar e ser perdoado, e de seguir em frente com esperança e resiliência.

A solidão pode ser uma companheira difícil, mas também pode nos ensinar lições valiosas sobre a vida e sobre nós mesmos.

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⁠Fazer a vida valer a pena de viver.

Vivemos em um mundo onde a corrida contra o tempo e o materialismo dominam nossas vidas. Desde o momento em que nascemos até o dia em que morremos, somos constantemente pressionados a acumular bens e alcançar metas que, muitas vezes, perdem o significado com o passar dos anos.

Essa busca incessante por mais nos faz esquecer que viemos a este mundo sem nada e que, ao partir, também não levaremos nada.

Entre o nascimento e a morte, perdemos dias valiosos com preocupações que, na velhice, se tornam insignificantes. Se todos parassem por um momento para fazer uma análise profunda de suas vidas, perceberiam que essa loucura diária não leva a lugar algum.

Daqui a 80 ou 100 anos, ninguém que hoje está aqui estará vivo. Outros estarão usando nossos bens, morando em nossas casas, e nem se lembrarão de nós.

É nesse contexto que devemos entender a importância de aproveitar cada momento com quem amamos: nossos familiares, pais, mães, filhos, cônjuges e amigos.

O verdadeiro legado que deixamos não está nos bens materiais, mas nas memórias e na história de cada indivíduo que tocamos enquanto estivemos aqui.

As relações pessoais e os momentos compartilhados são o que realmente permanecem e dão sentido à nossa existência.

Portanto, é essencial valorizar o presente e as pessoas ao nosso redor, pois são elas que fazem a vida valer a pena.

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⁠O Tempo e o Compromisso Rotariano.


Em cada canto do mundo, onde há uma necessidade, há um rotariano pronto para agir.

O Rotary Internacional, com sua vasta rede de mais de 1,2 milhão de membros, é um farol de esperança e ação.

Desde a erradicação da poliomielite até a luta contra a fome, o Rotary tem sido pioneiro em inúmeras frentes, sempre com um objetivo claro: promover o bem-estar e a paz mundial.

A história do Rotary é marcada por ações que transformam vidas. Em comunidades carentes, onde a saúde é um luxo e a educação, um sonho distante, os rotarianos chegam com vacinas, livros e, acima de tudo, esperança.

A campanha contra a poliomielite é um exemplo brilhante desse compromisso. Graças aos esforços incansáveis dos rotarianos, milhões de crianças foram imunizadas, e a doença, praticamente erradicada.

Mas o trabalho do Rotary vai além das vacinas. Em áreas devastadas pela fome, os rotarianos organizam campanhas de doação de alimentos, garantindo que cada refeição seja um passo em direção a um futuro mais promissor.

Na ONU, o Rotary tem uma cadeira, uma voz que ecoa as necessidades dos mais vulneráveis e promove a paz e a compreensão entre as nações.

Ser rotariano é mais do que ser voluntário; é uma missão de vida. Cada minuto dedicado ao serviço é um presente inestimável, um tempo que, uma vez doado, não pode ser recuperado. E é esse tempo que faz toda a diferença.

Com uma presença local forte, os rotarianos identificam as áreas que mais precisam de ajuda e aplicam seus conhecimentos para encontrar soluções eficazes.

A cada dia, buscamos ser melhores do que fomos ontem. O tempo é uma dádiva, e cada minuto faz a diferença. Em cada ação, em cada sorriso que proporcionamos, engrandecemos nosso espírito e fortalecemos nossa comunidade.

Ser rotariano é, acima de tudo, uma jornada de crescimento pessoal e coletivo, onde o compromisso com o próximo é a maior recompensa.

E assim, em cada canto do mundo, onde há uma necessidade, há um rotariano pronto para agir. Porque, no fim das contas, o que realmente importa é o impacto que deixamos nas vidas que tocamos.

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