Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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"Bom dia, gente! ☀️ Acordei, já me coloquei no eixo… fui até a cozinha, peguei meu café e, de repente, comecei a me espreguiçar tanto que o corpo todo tremeu de um jeito engraçado! É a vida: entre um gole e outro, a gente se espreguiça, se anima e vem com tudo para o dia! 😂☕️✨"


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"Feliz Dia das Mães, pelos nossos filhos que a gente não teve, mas que, de alguma forma, já nos ensinaram o que é cuidar.


Pelas noites em que imaginamos seus nomes, pelos sonhos que construímos sem saber se viriam, e por todo o amor que ficou guardado — esse amor inteiro que não tinha outro destino senão ser seu.


Você é mãe também. Pela sua capacidade de gerar afeto, cuidado e acolhimento. E eu te amo mais ainda por ver como esse amor não vivido nos fez mais gentis, mais próximos, mais nossos.


Te amo. E hoje, celebro você — mulher, parceira, e dona de um coração que já amou até o que não pôde ter."

Bom dia!


Tem dias em que a gente acorda carregando silêncios que ninguém vê.
Mas, ainda assim, levanta. Respira. Recomeça.
E talvez seja isso que importa hoje,
não ter tudo resolvido,
não ter todas as respostas,
mas ter coragem suficiente para abrir os olhos
e seguir… mesmo com o coração ainda em processo.
Que o seu dia não seja perfeito,
mas seja gentil com você.
Que tenha pausas,
um pouco de calma,
e aquele sopro leve de esperança
que chega sem fazer barulho…
mas muda tudo por dentro.
E se puder, vá com fé.
Mesmo pequena. Mesmo quietinha.
Porque, às vezes, é ela que sustenta tudo
quando a gente quase desiste.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Que o dia encontre a gente com delicadeza no coração.

Que cada gesto bonito,
cada cuidado oferecido
e cada amor espalhado pelo caminho
voltem em forma de paz.

E que nunca nos falte fé
para continuar escolhendo o bem,
mesmo quando os olhos ainda não conseguem perceber
as coisas bonitas que Deus já começou a preparar.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

O 1° dia da Gente.. Você apagaria?


Às vezes o que a gente queria não é apagar o começo, mas apagar a expectativa que a gente criou nele. O primeiro dia é semente; o que a gente pode mudar é como cuida do que nasceu depois.

"A gente acorda todo dia pra lutar, as vezes com nós mesmos, outras por nós mesmos"

Adoraria ser educada 24h por dia, mas tem gente que se esforça para ser insuportável.

"Nem todo mundo quer motivação. Tem gente só tentando não surtar antes do meio-dia."

Tem dia que a gente acorda com a alma amarrada.
A cabeça quer voar, as mãos querem fazer, os pés querem andar... e nada sai do lugar.
Não é preguiça.
Não é falta de vontade.
É excesso de vida acontecendo tudo junto.
É boleto, é filho, é medo, é cansaço, é sonho grande demais pra caber num corpo que só tem 24 horas no dia.
Se você tá assim hoje, senta aqui do meu lado.
Respira. Você não tá sozinha.
Às vezes o primeiro passo não é correr.
É desamarrar um nó de cada vez.
_Van Escher_ 🪐

"Dia comum?
Aqui não.
Aqui a gente vive a temporada completa.

Van Escher

UMA CARTA PARA O MEU EU ADOLESCENTE




Eu percebi isso num dia qualquer, desses em que a gente está lavando um copo e, de repente, descobre que estava carregando um cemitério inteiro dentro do peito… e ninguém avisou que já podia ir embora. Porque tem uma hora em que a dor fica sem CPF, sem rosto, sem história. Ela vira só um costume mal educado que senta na nossa mesa e come sem ser convidado.


E foi aí que me caiu a ficha, meio torta, meio debochada, como quase todas as verdades importantes da vida. Eu não o conheço mais. E pior, talvez nunca tenha conhecido de verdade. Porque a gente não sofre exatamente por alguém… a gente sofre pela ideia que inventou dessa pessoa, pelo personagem que escreveu com todo capricho, como se fosse autora de uma novela das nove, cheia de reviravolta, trilha sonora e final feliz que nunca foi aprovado pela realidade.


E olha que curioso, eu ali, sofrendo com dedicação, quase pedindo um certificado de “melhor sofredora do ano”, enquanto o sujeito real já tinha ido embora há muito tempo… ou talvez nem tivesse existido daquele jeito. Era como chorar por um ator depois que a peça acaba, sendo que ele já tirou o figurino, já foi embora, já está comendo um pastel na esquina e eu aqui, abraçada no palco vazio, pedindo bis.


Não dá mais. Chega uma hora em que o sofrimento perde a lógica, perde a elegância, perde até a vergonha na cara. Porque sofrer por quem você não conhece mais é como mandar mensagem pra número errado e ficar esperando resposta com o coração na mão. Não vem. Não vai vir. E se vier, provavelmente é golpe.


E não é frieza, não. É lucidez com um leve tempero de amor próprio, coisa fina, coisa rara, quase artigo de luxo emocional. É entender que o que acabou não foi só a relação… foi também a versão dele que eu criei dentro de mim. E essa versão, coitada, nunca teve culpa de nada, sempre perfeita, sempre justificável… um verdadeiro santo canonizado pela minha carência.


Mas eu cansei de fazer milagre pra quem nunca foi santo.


Agora eu olho pra trás com aquela mistura de riso e vergonha, tipo quando a gente lembra de uma roupa horrível que jurava que era linda. E era isso… eu estava vestindo um sentimento que não me servia mais, apertado, desconfortável, mas insistindo porque um dia já tinha sido bonito.


Hoje não dói. E se dói, dói diferente, dói com dignidade, sem drama exagerado, sem trilha sonora triste. Dói como quem entende… e segue. Porque eu não consigo mais sofrer por quem eu não conheço. E sinceramente, isso é um alívio tão grande que chega a ser engraçado.


A vida continua, meio bagunçada, meio irônica, mas muito mais leve sem esse peso desnecessário no coração. E no fim das contas, talvez o maior ato de amor que eu poderia ter feito… foi parar de amar sozinha.


Agora me conta… você também já percebeu que estava sofrendo por um completo desconhecido?


E já que você chegou até aqui, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books… vai que você se encontra em alguma página e resolve, finalmente, parar de sofrer por quem nem merece ser personagem da sua HISTÓRIA.

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.

Eu já pensei nisso num dia comum, desses que a gente tá lavando uma louça meio torta, olhando pra própria vida como quem olha pro fundo de uma panela e pensa, era tão bom se isso aqui nunca acabasse. Viver é bom, sim. É gostoso demais, chega a ser até meio suspeito. Um cafezinho quente, uma risada fora de hora, um abraço que demora um pouquinho mais do que o normal. Aí vem a realidade, com aquela cara de quem não pediu licença, e lembra: calma, minha filha, isso aqui tem prazo.

E não é um prazo negociável, não tem como parcelar, nem pedir mais um tempinho igual quando a gente esquece de pagar boleto. A vida é tipo aquelas promoções relâmpago, quando você vê já acabou e ainda ficou com a sensação de que devia ter aproveitado melhor. E o mais curioso é que, no meio de bilhões de pessoas, a nossa existência é quase um sussurro. A gente se sente protagonista, claro, porque é o nosso filme, mas pro resto do mundo... é só mais um episódio que passa e ninguém nem percebe que mudou o canal.

Somos animais também, né. Essa parte é engraçada e meio humilhante ao mesmo tempo. A gente se acha cheio de filosofia, de profundidade, mas no fim tá todo mundo comendo, dormindo, sentindo medo e tentando sobreviver emocionalmente num mundo que não para nem pra tomar um copo d’água. A diferença é que a gente pensa sobre isso, complica, escreve texto, sofre duas vezes.

E aí entra a parte mais crua, que ninguém gosta de encarar por muito tempo: quando a gente for embora, o mundo não vai dar pausa dramática. O sol nasce, o trânsito continua, alguém vai rir de uma piada ruim, e pronto. É quase ofensivo, mas ao mesmo tempo é libertador. Porque se nada disso para, então talvez a gente também não precise viver como se estivesse sendo avaliada o tempo todo.

Importa pra quem ama a gente, e isso já é gigante. Já é tudo. Ser importante no coração de alguém não é pouca coisa, não. É ali que a gente realmente existe. O resto é cenário, é barulho de fundo. O mundo pode até seguir igual, mas dentro de algumas pessoas, a nossa ausência faz um silêncio que ecoa.

Então, já que é isso... já que não tem como ser pra sempre... que seja bom enquanto é. Do nosso jeito mesmo, meio bagunçado, meio improvisado, meio rindo de nervoso às vezes. Porque no fim, a vida não é um grande plano mirabolante. É um monte de momentos pequenos que, quando a gente junta, dá essa coisa intensa que a gente chama de viver.

Experiências e aprendizados. Nada mais. E, sinceramente, nada menos também.

Às vezes a gente acorda
pior que o leão do dia,
mais explosivo que dinamite,
mais colorido que foguete,
mais cansado que o bicho-preguiça…


E tá tudo bem.


Nem todo dia a alma desperta leve.
Tem manhã que o coração acorda brigando com o mundo
sem nem saber exatamente o motivo.


A vida cobra, o tempo pesa,
as palavras machucam,
e até quem é forte cansa de ser forte o tempo todo.


Mas até o leão descansa,
a dinamite apaga,
o foguete perde o brilho
e o bicho-preguiça continua vivendo no tempo dele.


Talvez o segredo não seja fingir felicidade todos os dias,
mas aprender a respeitar os próprios limites
sem deixar de acreditar
que amanhã pode nascer mais leve.

" VAMOS SORRIR GENTE, PORQUE,
Hoje a arrogância do meu dia me mandou dizer para a apatia do teu dia que hoje, é o nosso dia mais importante para as coisas boas para nós. "

Tem dia que a gente se apaixona por pessoa que não sente o mesmo e acabamos sofrendo sozinho.

✨💞"...vêm...vêm dançar a música da vida...a gente não sabe o dia de amanhã...aproveite o hoje...se entregue...dance."💞✨

E aí, o dia amanhece, a gente agradece, dos problemas de ontem a gente se esquece...
E aí, a gente enche o peito de ar, renova as esperanças e o brilho no olhar e, de novo, se dispõe a lutar.
E aí, a gente entende que cada dia tem sua maravilha, que estar vivo é é a maior de todas elas e que, no fim das contas, o que importa é ser grato, é recomeçar, é dar continuidade, é nunca, em hipótese alguma DESISTIR.
É que da vida, a gente não DESISTE, a gente LUTA, a gente insiste.

Paradoxos do tempo


"Há dia que a gente quer que ele passe logo;
Há outros que a gente deseja que não acabem nunca.
Muitas coisas a gente quer que sejam um sopro, outras que sejam permanentes.
Muitas lembranças que sejam eternas, outras que não sejam apenas relances.
Que alguns tempos voltem sem certos momentos, outros momentos sem os tempos..."

⁠Neste mundo da gente, vivendo o dia a dia, pessoa que você nem confia, te surpreendendo positivamente, pessoa querida confiando plenamente, te causando ferida e dor permanente.