Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Coração do Noivo


No silêncio que antecede teus passos, meu peito aprende a bater diferente,
como se cada pulsar soubesse teu nome antes mesmo de eu dizê-lo.
Te vejo chegando e o mundo inteiro se curva em calma,
porque tudo em mim encontra sentido no teu olhar.


Prometi ser abrigo, mas é em você que eu descanso,
prometi amor, mas é você quem me ensina a amar além do tempo.
Se minhas mãos tremem, é porque seguram um destino bonito demais,
e nesse instante, sou inteiro por ter você ao meu lado.


Hoje não é só um “sim”, é o começo do infinito que escolhemos juntos,
é o meu coração encontrando o lar que sempre procurou.
E se o futuro nos chamar de surpresa, eu só preciso lembrar:
que te amar já é a mais perfeita certeza que existe em mim.

A paternidade é o lugar onde o ego aprende a morrer para que o amor comece a viver.

Quem aprende a viver em paz na própria companhia descobre que a solidão nem sempre é ausência de amor. Às vezes, ela é apenas o tempo necessário para que a alma deixe de procurar no outro aquilo que precisa encontrar em si mesma.


-Jouberth Toffoli

A mulher que aprende a se escolher deixa de aceitar o amor que a diminui.


-Jouberth Toffoli

Depois de algumas feridas, a mente aprende a desconfiar até daquilo que poderia fazê-la feliz. O medo de conhecer alguém novo nem sempre nasce da falta de amor, mas da lembrança da dor que um dia já foi chamada de amor.


-Jouberth Toffoli

Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭


-Jouberth Toffoli

Você aprende com pessoas traiçoeiras.
Três lições:

1. Nem todo mundo que diz que te ama quer o seu bem.

2. Nem todos em quem você confia serão leais.

3. Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não sermos como elas.

A Sua Dor Mora em Mim


Colecionei luas quebradas no fundo dos bolsos, pedras antigas que aprenderam a chorar antes dos rios, areias que se tornaram partículas de sangue, meu nome dormia entre galáxias apagadas, enquanto teus passos atravessavam constelações e sem perceber as cinzas que deixava marcadas em mim, havia um jardim escondido dentro do meu peito, onde só raposa de nove caudas, aquela que sempre guardava os seus segredos, a que sempre trazia água quando você tinha sede, aquela que daria a alma pra salvar a sua, a que roubou as estrelas pra você pousavam e descansar e pós sobre meus ombros, levando em lugares que você sempre quis visitar.
Eu sempre te chamava teu nome em idiomas que os ventos esqueceram, mas a madrugada devolvia em forma de silêncio, por que minha dor é a sua dor e a sua dor é a minha dor, eu me desfiz lentamente, como um planeta que escolhe cair na órbita de um sol que nunca o viu o verdadeiro brilho, as noites em Saturno parece inclinar-se sobre o mundo, como um velho sacerdote observando aquela raposa se perder no seu próprio amor que se tornou proibido.
E me destruir em você, como cristal lançado ao mar, como cometa que aceita morrer apenas para iluminar um céu, o seu céu, nas cidades invisível que construir, mas pontes que ergui entre universos, nos oceanos que dei seu nome, nas cartas que pedi ao vento que lhe entregasse, nos planetas que inventei para que você pudesse habitar, mas na sua realidade você não me escolheu.
Enquanto eu recolhia as luvas quebradas e você caminhava por outras estações, eu aprendi o idioma das auroras somente por que você amava escutar os cantos delas, enquanto meu coração contruia moradas, o seu seguia caminhos que nao levavam até mim.
A esperava que ainda restava me fez sentir que existe chance, só que isso aconteceu nos meus pensamentos, porque na sua realidade, na sua realidade, você nunca me escolheu, ainda bem que tive as ametistas que guardaram meus segredos, e as obsidianas beberam minhas lágrimas, Saturno, velho sacerdote do tempo, escreveu meu nome nos anéis do esquecimento, eu conversava com estrelas adormecidas, pedindo que levassem até você as cartas que nunca tive coragem de enviar, que falei pro vento sopra, mas os meteoros retornaram vazios, trazendo apenas poeira e inverno onde era mais frio que Urano, no templo das coisas impossíveis, acendi velas feitas de auroras, e cada chama dizia teu nome como se amar fosse uma espécie de feitiço capaz de dobrar o destino.
Talvez eu tenha sido oceano para quem precisava apenas de chuva
Talvez eu tenha sido eclipse para quem procurava somente a luz
Talvez eu tenha sido fogo pra quem precisava de água
Talvez eu tenha sido inverno pra quem precisava do verão
E mesmo assim, dividi meu céu, minhas estrelas, meus desertos e meus marés, carreguei tua ausência como quem carrega uma constelação inteira nos braços.
Por que a minha dor é a sua dor, e a sua dor se tornou minha dor, mas somente dentro do universo que criei, porque no mundo onde as horas respiram, onde as pessoas fazem escolhas e os dias seguem seu curso, você caminhou por outra estrada e eu fiquei entre planetas partidos, em eras de histórias que já foram contadas, entre pedras antigas e luas sem nome, aprendendo que algumas almas se encontram apenas para morar nos sonhos.
Talvez, em algum horizonte distante, eu descubra que o amor não era pesado e sim leve por inteiro, enquanto o céu contempla mais uma vez o meu jardim florescer lentamente.

Quando o Coração Aprende a Escrever

Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.

De boas vindas a aqueles que podem fazer você melhorar.
O processo e mútuo pois os homens aprendem enquanto ensinam.

Quem aprende aos pés da cruz de Cristo inevitavelmente aprende a amar.

Quem crê caminha para compreender; quem compreende aprende a crer com mais profundidade.

A tentativa de agredir é positiva, quando não nos sentimos agredidos e aquele que agride aprende sobre si mesmo.

Quem duvida da sua força enquanto recebe sua amizade aprende a respeitar da pior forma, quando se torna adversário.

Quem muito sofre, muito vê; e, às vezes, aprende.

Filho não nasce sabendo limite. Aprende.
E quem tem que ensinar é pai e mãe, não a escola, não a internet, não a polícia.
Se for esperar o mundo ensinar, vai doer.
_Van Escher_

"Não há melhor bússola para o sucesso do que as lições ensinadas pelos próprios erros. Aprende-se mais com os erros que com os acertos."

“No método Reiki, se aprende que é impossível unir-se a alguém que não deseja.”

“Aprende-se no Reiki que todos estão interligados como uma só família e, por isso, o caminho correto é cultivar paz, harmonia e compaixão, evitando qualquer forma de conflito, separação ou guerra.”

“No Reiki, aprende-se que, apesar das mudanças e dificuldades da vida, o praticante deve buscar manter a serenidade, a estabilidade interior e a conexão com aquilo que é eterno e essencial.”