Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Quando o lado fala mais alto que a consciência

Quando você passa a justificar um político apenas porque ele representa o seu lado, algo muda: você deixa de fiscalizar e começa a proteger.

A democracia não precisa de torcedores cegos. Precisa de cidadãos capazes de cobrar de quem discordam e, principalmente, de quem apoiam.

Errar não deixa de ser errado porque foi cometido por alguém que admiramos.
Acerto não deixa de ser acerto porque veio de quem pensamos diferente.

Lealdade a um lado não pode ser maior que compromisso com a verdade.

Porque quando a paixão política silencia a consciência, a crítica vira defesa, a responsabilidade vira desculpa e o cidadão deixa de ser fiscal para se tornar escudo.

Político passa. Princípios ficam.

Definição de filhos


Filho é um ser que Deus nos empresta
para nos ensinar, em um curso intensivo,
a amar alguém mais do que a nós mesmos.


É descobrir um amor que não cabe no peito,
que transforma prioridades, amadurece a alma
e nos faz querer ser melhores todos os dias.


Filho é aquele pequeno ser que, sem perceber,
nos ensina as maiores lições da vida:
amar sem medida, cuidar sem esperar nada em troca
e agradecer a Deus pelo privilégio de ter alguém
para chamar de nosso.


Filhos não são nossos para sempre…
são presentes de Deus confiados aos nossos braços
até que aprendam a voar com as próprias asas.

A DEMOCRACIA NÃO MORRE APENAS QUANDO UM DITADOR TOMA O PODER. MORRE TAMBÉM QUANDO AS PESSOAS ACEITAM QUE ELE NÃO POSSA MAIS SER QUESTIONADO.

Eu aceito perder uma eleição. Aceito ser governado por alguém que considero despreparado, conviver com decisões que me revoltam e assistir a milhões de brasileiros comemorarem aquilo que considero um erro. Isso faz parte da democracia. A liberdade não me garante a vitória; garante que eu possa continuar lutando por ela.

O que não aceito é perder, junto com uma eleição, o direito de disputar a próxima.

Posso considerar meu candidato ruim e, ainda assim, escolhê-lo por entender que a alternativa representa um risco maior. Não preciso esconder seus defeitos, inventar virtudes ou transformar suas falhas em qualidades para justificar meu voto. A política não exige paixão cega. Exige discernimento.

Incompetência, demagogia, corrupção e irresponsabilidade são defeitos graves, que precisam ser denunciados, investigados e punidos. Mas existe algo ainda mais perigoso: o governante que não aceita limites, despreza as instituições e considera a derrota uma afronta pessoal. Porque um político ruim pode ser substituído. Um sistema que impede sua substituição ameaça a própria liberdade.

Quem aceita governar uma democracia precisa aceitar também a possibilidade de perder o poder. Não importa se acredita ser escolhido por Deus, se multidões o aplaudem ou se considera seus adversários indignos de governar. Nenhuma convicção pessoal, nenhuma popularidade e nenhum culto à personalidade estão acima das regras democráticas.

O presidente não é dono do Brasil. Recebe as chaves de uma casa que pertence ao povo, por um tempo determinado. Quando o mandato termina, deve devolvê-las. Não pode confundir o cargo com propriedade, a vitória com superioridade moral ou o voto com uma autorização para fazer tudo o que deseja.

E há algo que precisa ser dito com toda a clareza: a maioria tem o direito de escolher quem governa, mas não tem o direito de decidir quem merece ser livre, respeitado ou reconhecido em sua dignidade.

Não cabe ao Estado impor uma religião, determinar qual família merece ser considerada família, qual amor é digno de respeito ou negar a alguém o direito de existir com sua própria identidade. Um presidente pode entregar sua vida a Nosso Senhor Jesus Cristo, se essa for sua fé. Mas não pode entregar o Brasil em nome de uma escolha que pertence à sua consciência, e não à consciência de milhões de brasileiros.

A fé de um governante merece respeito. A liberdade de todos os cidadãos também.

É justamente por isso que o presidente não pode ser poderoso a ponto de fazer tudo o que quer. O Congresso, a Justiça, a imprensa livre e a oposição existem para estabelecer limites, fiscalizar, investigar e dizer NÃO quando o poder ultrapassa suas fronteiras. Essas instituições podem falhar, decepcionar e até envergonhar a sociedade. Precisam ser cobradas, corrigidas e aperfeiçoadas. Mas destruí-las porque contrariam o governante é abrir as portas para algo muito pior: o poder sem controle.

Não existe democracia verdadeira quando o governante só respeita as instituições que lhe obedecem.

E, quanto ao candidato em quem votei, não lhe devo submissão. Se vencer, continuarei observando, questionando e denunciando seus erros. Não vou passar quatro anos fazendo malabarismos para defender o indefensável, inventando desculpas para justificar o injustificável ou atacando quem ousar criticar aquele em quem depositei meu voto.

Afinal, que espécie de consciência é essa que reconhece os erros do adversário, mas se torna cega diante dos erros do próprio lado?

É vergonhoso transformar políticos em ídolos e eleitores em soldados de uma guerra na qual os poderosos disputam o comando, enquanto a população briga entre si. O voto não é um contrato de fidelidade. Não é uma declaração de amor. Não é uma procuração em branco.

O político trabalha para o povo. O povo não existe para servir ao político.

Quem vota não se torna devedor de quem foi eleito. É o eleito que assume a obrigação de prestar contas a quem lhe confiou o mandato.

Não tenho compromisso com a vaidade de um governante, com a conveniência de um partido ou com a necessidade de defender uma escolha passada. Tenho compromisso com a verdade, com a liberdade e com o direito de mudar de opinião quando os fatos exigirem.

Porque meu voto pode ter prazo. Minha consciência, não.

Posso perder uma eleição sem perder a dignidade. Posso aceitar uma derrota sem aplaudir aquilo em que não acredito. Posso reconhecer a vitória de quem rejeito sem abrir mão do direito de combatê-lo politicamente.

O que jamais devo aceitar é que alguém transforme a própria vitória em licença para impedir a minha próxima tentativa.

A democracia não exige que eu vença. Exige que eu possa perder sem me tornar prisioneiro de quem venceu.

E, se um dia eu tiver de escolher entre defender o político em quem votei e defender o direito de tirá-lo do poder, não terei dúvidas: ficarei com a democracia.

Porque políticos passam, governos terminam e partidos desaparecem. Mas, quando um povo entrega sua liberdade em troca da ilusão de que seu líder nunca erra, pode descobrir tarde demais que perdeu muito mais do que uma eleição.

Meu voto elege um governante. Não elege um dono. Minha derrota não me tira a liberdade. E a vitória de ninguém lhe dá o direito de roubá-la.

​"Reserve um momento para respirar, analisar e só então executar. Lembre-se: a maioria das falhas acontece quando deixamos de seguir o passo a passo."

Um filósofo pode atravessar os séculos pela permanência de suas ideias, mas sua vitalidade jurídica depende da capacidade de alguém resgatá-las do passado, reconstruir seus fundamentos e convertê-las em instrumentos críticos para interpretar as contradições, questionar as estruturas de poder e enfrentar os problemas normativos de seu próprio tempo.

Um filósofo pode continuar influente durante séculos, mas suas ideias só permanecem juridicamente vivas quando alguém as transforma em instrumentos para pensar os problemas de seu próprio tempo.

Viajar é acordar de um sonho adormecido, trazido à realidade pela flor da esperança.
TUNIN

“De um modo muito transparente, aquele que age com autoridade demonstra imperfeição”

A vida fica mais leve quando deixamos de transformar cada opinião alheia em um julgamento sobre quem somos.

A maturidade começa quando a paz deixa de ser um intervalo entre problemas e passa a ser um critério de escolha.

O padrão de mulher com o corpo perfeito...
Quem disse que a mulher tem que obedecer a um padrão de estética do seu corpo...
Estipulado por mídia ou terceiros, que querem que a sociedade tenha um padrão de corpo perfeito, mas na verdade o que esses egoístas querem e a tal falsa perfeição da mulher ,querem que elas obedeçam a um padrão sugerido por esses que a definem para a sociedade uma mulher perfeita.
Magra, sarada, magrela, gordinha ou popozudas...
A mulher é linda mesmo com suas imperfeições.
Deus não estava muito criativo ao criar o Homem, mas Deus foi perfeito ao criar a mulher que são tão lidas mesmo com suas imperfeições.

Com um emaranhado de hipócritas e alguns corruptos se forma um planalto.

Podem até tentar mostrar simpatia. Mas não dá para esconder por muito tempo um coração arrogante e de pura soberba.

Ser Recíproco é
dar a chance a
ambos, de ter um
universo de
boas possibilidades
que podem acontecer.

Mesmo um não com a chance de poder se conversar, nunca merece ser apagado como uma boa recuperação

O mistério é:
"Mas Quando eu estava na caminhada para me reerguer.
Porque nem um pingo de atenção você me dava?"

Você quer um alguém, um companheiro que seja o seu guerreiro, que luta por você, trabalhe por você, e em seus melhores e piores momentos e te ame?
Se sim...

Então apenas retribua o respeitando.

Quando ambos têm a maturidade pra entender que eles são um só.
E eles são os melhores aliados um do outro.

Nenhuma inimigo se atreve a conspirar nessa união.

A pessoa que mais te destratou.


Em um futuro não tão distante, ela não será citada como uma aliada do protagonista.


Mas sim, essa, um dia, essa vai fazer parte de um livro que contará sua história.

Deixe de lado todas as mágoas do seu coração.
pois...
Um cavalo de guerra nunca dança em um casamento.