Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

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"Meu sonho de criança...
- Crescer.
Meu sonho de jovem...
- Amadurecer.
Meu sonho de adulto...
- Vencer.
Meu sonho para hoje...
- Permanecer por mais algum tempo."
Haredita Angel
08.12.25

O meu primeiro amor foi uma rosa, bem rosa, linda, e tinha o cheiro da minha mãe.
Mas ela murchou!


O meu segundo amor foi uma borboleta, linda, dourada feito ouro, tentei guardá-la numa caixa.
Mas ela fugiu!


O meu terceiro amor foi uma estrela, linda,
mais brilhante que um diamante, pensei que seria minha para sempre.
Mas, ela caiu no mar!


- Então eu aprendi que o amor é desapegar-se sem jamais esquecer a luz que nos tocou um dia .


Haredita Angel
07.03.26

⁠Mafra Poética

Mafra da minha História,
minha Mafra poética,
O balançar das araucárias
do meu destino falam
das minhas memórias
que um dia hei de contar,
Nunca deixei de te amar
nesta vida mesmo longe
de ti tendo que caminhar.

Poética Mafra poética,
por tudo o quê fostes,
és e para sempre serás,
Tudo de ti em mim
para sempre sobreviverás.

Mafra poética e amorosa,
quando fecho os olhos
ou vejo uma nectarina,
Recordo que há muita
História a ser contada
nesta Bela e Santa Catarina.

⁠O meu aroma noturno
de Orquídea Brassavola
misteriosa e cítrica
entra na janela d'alma

Para ter pôr em festa
de gala em companhia
da poética Via Láctea
durante o céu aberto

Você me ama de frente
para trás, de trás para frente,
e sobretudo por dentro.

Por mim tens devoção,
paixão alucinada e amor
de perdição a cada momento.

⁠Beijo os teus olhos
e a sua boca no meu
amoroso pensamento,
Desejando me tornar
parte dos seus sonhos.

(Essência de um despertar)

Senhor, nos dias em que minha fé fraquejar e o horizonte parecer fechado, sussurra ao meu coração que o que Tu preparaste para mim é maior do que tudo que minha imaginação ousou sonhar.

O despertar em Rodeio
com os canarinhos
no meu sereno portão
acertaram o meu peito
poeticamente em cheio.


O Sol sempre quando
vai descansar nos braços
do Pico do Montanhão
eleva a minha inspiração
no mais alto da imensidão.


A Lua Crescente sobre
a nossa Cidade que
fica no Médio Vale do Itajaí
é a Lua mais Lua do que
em qualquer outro lugar daqui.

Meu corpo flor de Paineira-Rosa,
o assumo travessa e amorosa,
Toda intrépida capaz de trazer
o teu pleno de maneira venturosa.

Da onde a minha ancestralidade
veio e por onde teve que caminhar,
não troco o meu Brasil Brasileiro
serenamente nenhum outro lugar.


Parte de mim também é indígena
e convicta sob a Timbaúba florida
tenho razões para me inspirar
seja na terra, na água ou no ar.


Não adianta insistir porque
a minha mente não vai mudar,
e o seu tempo comigo irá gastar.


Sei que tudo e todos passam,
e escolhi não deixar me perturbar
porque tudo e todos vão passar.

A Muirajuba que floresce
também no meu Brasil,
traz a conexão profunda
com a América do Sul,
em dias alegres ou tristes,
Faz lembrar que no coração
floresce sob o céu perenal
com apego e total devoção
a nossa chama austral.


A herança do Sul do Sul;
o olhar de romance
que continua invicto
com um quê de lirismo,
mesmo diante de tudo
isso o quê se passa lá fora.


Tipo pinha plantada
pela Gralha-Azul na terra
assim sigo porque tenho
poesia que não se encerra
sem clamar por plateia.


História viva nas veias,
amor e ternura na memória,
quero crer que se perpetua
forte ti mais do que nunca.

O teu bonito olhar feito de astros
que no meu céu parecem dançar
a Dança dos Engenhos de Farinha
da nossa Santa e Bela Catarina,
O quê estamos a imaginar vai
além do que a multidão imagina.


O culto e o desejo pela beleza
como fogo que não se apaga
nos mantém vivos e renovados,
e uma nova aventura acende,
Não é de hoje que encantados
há tradição em nós mutuamente.




Há festas em nós imparavelmente...

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

Eu sou o meu povo,
e o povo me é;
Não preciso de mandato
por onde passo;
Nada e nem ninguém
mais importa;
Não sou presença,
e sim História;
Nas linhas do destino
sou eu quem escrevo;
Nasci poeta enraizada:
(para o seu desespero).

Noite fria sobre o Guapuruvu
florido neste mês de Agosto,
No meu destino com toda
a poesia tenho escrito
Versos Intimistas com afinco,
Para quem sabe conhecer
o teu amor em pleno gozo,
e contigo tocar o infinito,
De nós já é tudo ou nada,
é coração, corpo e espírito,
No nosso caminho o amor
por si só já tem sido escrito.

Contemplar o curvar-se
para beijar o meu ventre
cheio de Primavera
até a altura onde se pisa,
Sem precisar rastejar
sem implorar e sem haver
o tal obedecer sem pestanejar.

Porque torná-lo possuído,
e, ao mesmo tempo, render-se,
para entregar as rédeas,
é de poesia, e nos é imperativo;
para alinhar planetas,
acordar cidades inteiras
e românticos tocar cometas.


Admito ser a tua Rainha,
e tu és o meu Rei escrito;
Somos donos do destino,
onde a sedução é soberana,
é deusa, senhora, ama,
a guarda-chaves e a Lei,
por nós ser obedecida,
com sabor de Jacaratiá e folia.

Admito sem contorcionismo
que sei o meu lugar de fala,
que na minha idade tenho história,
e não tenho o florescer em primícia;
Transbordo sem a flor retórica,
enraizada e resistente a qualquer
estação com encanto e entusiasmo,
arfagem, pulsação e cheia de orvalho.


Por ti milimetricamente provocado,
intencionalmente tenhocada pingo
espargido para deixá-lo vulnerável,
e cheio de razão todo derramado.


Há tempos tudo tem sido calculado
em nome daquilo que pode ser
incorporado, comemorado e desfrutado
talvez por toda nossa existência.


Tudo ao redor faz o coração
renovado sentindo sem temor,
sem tremor, todo suplicante,
e convictamente insaciável:
da tua existência inteira capaz
de fazer da minha uma obra-prima,
tal como a colheita do Licuri intima.


No final, o que realmente importa,
é estar sob rendição da tua turgidez,
para depois com gratidão repousar
serena contigo em total languidez,
satisfeitos, orgulhosos e entregues
plenos como deuses na vida terrena.

O meu beijo de Patauá
dentro de ti vai entrar
mesmo sem licença,
Do meu jeito afetuoso
os Versos Intimistas
para farão da sua vida
um verdadeiro poema.

Como o Condor-dos-andes,
cruzar o céu austral
do meu para o seu coração,
Fazer que o meu
nome nos teus lábios
se valore como a oração
ancestral reconhecida,
E se transforme na canção,
que desperte a paz,
sem tardar nas auroras.


Ao mesmo tempo ser
arma e a flor em disparo,
para que a guerra
não encontre abrigo
na nossa amada terra,
Tornar o peito abandeirado
do amor convicto,
para que não haja rendição
nas mãos de nenhum inimigo.

O meu olhar segue na altura
do voo do Condor-dos-andes,
eu estou presente em cada
passo do último bastião
da verdadeira alma popular
da minha América do Sul
que não canso de adorar.


Os rostos cansados,
as mãos calejadas,
os sacrifícios sem par,
as expectativas frustradas,
as palavras engolidas,
dos mineiros bolivianos
- merecem ser respeitadas.


Um ninguém que se acha
alguém estando ou não
com o poder na mão,
que não consegue respeitar
quem é capaz de descer
até as profundezas
para erguer um país inteiro,
já morreu por dentro
- só não tem conhecimento.


Uma mensagem com o fundo
preto nem mesmo em momento
de guerra eu e o mundo inteiro,
nunca vimos nada parecido;
quem conhece a linguagem
do poder reconhece o perigo
mesmo neste dia natalino.


Ou melhor, sabe muito bem
que é a prova pública do caráter
de quem é incapaz de respeitar
- nada nem ninguém,
que não vale um vintém;
e se nutre do lucro mortem.

O meu beijo é feito
Murtillas frescas,
O meu poema é
escrito com linhas
certas e erradas,
Versos Intimistas
que unem almas
plenas e apaixonadas.