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Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

Cerca de 509099 frases e pensamentos: Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

A saudade está impressa
Nas lembranças do mar
A vida com a sua pressa
As levou do meu sonhar

As trouxe cá pro cerrado
Estribou no galho torto
O fado pelo fado versado
Fazendo aqui de meu porto

Luciano Spagnol

Manifesto

Então soletre-me atentamente
Cada letra o som do meu olhar
Leia-me e guarde mentalmente
Estes versos que querem amar
Por eles os faço solenemente

Luciano Spagnol

Não quero saber o porque....Nem porque esse sentimento surgiu em meu coração....
Só quero te amar!!!!
Val Francis.

“Tenho sempre comigo o meu caderno. Meu caderno é a minha 'gaiola de prender ideias'. Porque as ideias são entidades fugidias, pássaros. Elas vêm de repente e desaparecem tão misteriosamente como chegaram. Não se pode confiar na memória. Se as ideias não forem presas com palavras escritas no papel, elas serão esquecidas”.

(em "Na companhia de Rubem Alves: livro de anotações para mulheres". Editora
Best Seller ltda, 2010.)

"E Eu Nem Precisei Ver O Sol Pra Descobrir Que Meu Dia Ia Ser Ofuscado Por Tamanhas Maravilhas."

MIGRANTE TRISTE

Eu deixei a minha terra,
Minha mãe e o meu sertão.
Vim parar nesta cidade,
Em busca de felicidade,
Que loucura, que ilusão.

Fui mais um migrante triste,
Afebrantado de ambição.
Retirante amargurado,
Coração aquebrantado,
Sem amor e sem paixão.

Minha mãe, deixei magoada,
Triste, só, abandonada,
Quanta dor no coração.

Qualquer dia mãe eu volto,
Pra poder lhe abraçar,
E ganhar teu aconchego,
No seu colo de ninar.

Em minha memoria esta arquivado o amor em suas lembrancas so o calor,calor esse que emana de meu corpo em sima do seu sera so palavras ou sera apenas eu.

No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como uma coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume. (...) Até chegar à rosa foi um século de coração batendo. (...)
O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Cem anos de perdão.

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Palavra de Hoje!
Amanheci feliz e grato a Deus pela vida, e por Ele estar sempre do meu lado...
Sem Ele eu não sei viver e nem andar, sem Ele nada farei e nem consigo respirar, por isso Obrigado Senhor pelo novo Dia e por andar sempre Comigo!

Palavra de Hoje.
Hoje quero caminhar seguro, quero ter paz dentro do meu coração e em toda minha vida só quero ser feliz...Então, Pra você que acordou, respire, agradeça a Deus pela vida, e deixe o Amor de Deus entrar no seu coração, Ele vai guiar o seu caminho, Ele vai te abençoar e te fazer caminhar seguro.

Em tudo sou grato a Deus, pela vida e por Ele estar sempre do meu lado, pois quando estou prestes a desistir, Ele vem, Ele me abraça e me dá mais um motivo pra viver...
Obrigado Senhor por tudo..

Como não sabia o que esperar para hoje, peguei meu melhor sorriso, vesti minhas melhores esperanças e fui. E uma fé de que Deus tomaria conta de tudo, me deu a sensação de ter asas

"Quando o meu amor luta contra o sofrimento e a morte, Deus luta também. E quando eu choro o sofrimento e a morte (...), Deus chora também. O amor dEle é infinito".

(Em "Leandro" - Extraído do livro "Concerto para corpo e alma" – Página 111 – Editora Papirus – Campinas – São Paulo – 2012)

Uma Linda Mulher se apoderou de meu Coração,
A Sensação é Incrível,

Meu coração qual girassol busca o sol que é Deus.

É hoje, né? Meu bebezão faz 1.4 aninhos. Parabéns!

“Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é”.

( Alberto Caeiro [Heterônimo de Fernando Pessoa], In Poemas Inconjuntos - In Poesia, Assírio e Alvim, ed. Fernando Cabral Martins, Richard Zenith, 2001.)

Tentei escrever palavras de amor, mas meu coração falou de rancor, busquei por amor encontrei a dor. Então decidi apenas continuar para aliviar a minha dor, entre desejos, manejos, sobejos entre outros ejos gostei do teu afecto...

Se o meu mundo não fosse humano, também haveria lugar para mim: eu seria uma mancha difusa de instintos, doçuras e ferocidades, uma trêmula irradiação de paz e luta: se o mundo não fosse humano eu me arranjaria sendo um bicho.

Clarice Lispector
Aprendendo a viver. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.

Nota: Trecho da crônica Eu me arranjaria.

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Ai então no meu acalanto
Já não vivo mais aos prantos.
Como que pode, veja, estou vivendo como em um filme da época 70.
Já fui muito mais veloz tipo James Dean, percebi o meu final e premeditei o dele, o avisei, mas preferiu correr.
Hoje com a televisão mais colorida tudo é tão mais belo porém fino, não de uma forma bela. Falta-se vinhos, ternos, chapéus e vestidos.
Me lembro algo do tipo mesa de bar, um bilhar e seus beijos, afagados, ofegantes, um leve empurrão ao carro estacionado e um convite ao pecado, ao romance, ao perdido romance.
O romance que se perde ao simples vibrar de um aparelho, as trocas de olhares hoje se vêem voltados à uma única tela e no piscar de olhos já não nos encontramos nos 70, perdemos os 80 dos hippies e reciclamos os punks dos 90.
Só me vejo fora de moda e penso em me apoiar em cada gole de vodka, pois sei e já não faço questão de discernir tal realidade. Vivo intenso, vivo calmo. E meu filme favorito ainda será nas ruas opacas mas cheias de brilho de uma Abbey e a leve trilha de The dark side of The moon