Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
O claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti. Muito mesmo. Não adoro nem venero, mas gosto na medida sadia e humana em que uma pessoa pode gostar de outra. O resto é detalhe.
Você sabe que eu acredito, sabe que eu quero muito e sabe do que eu sou capaz quando quero de verdade! Posso ser seu melhor sonho, basta que você queira sonhar.
E depois, não muito depois, vou deitar no lado da cama que você costumava ocupar, e cantar baixinho "Não me deixe só aqui, esperando mais um verão".
É muito fácil dizer que algumas pessoas são demagogas, que apenas falam. Mas se falar muito o incomoda, aqui faço a minha pergunta: O que você fez até o dia de hoje para diminuir o sofrimento alheio? Nem que seja uma dor de cabeça do próximo? Se a resposta for negativa, você precisa rever seus conceitos.
O Beija-flor Sem Beijos. (Parte I)
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O Beija-flor sem Beijos.
Num lugar muito distante, onde a civilização não alcançara, aonde os homens não chegara com suas serras e não haviam arranha-céus, havia um Beija-Flor chamado Boris.
Ao contrario de seus irmãos Boris não podia voar, suas asas foram arrancadas por uma bruxa má que se disfarçou de anjo e nunca mais pode sentir o vento em sua face e penas.
Sendo assim Boris estava condenado a beijar apenas as flores terrestres, onde seu bico e patas pudessem alcançar.
Um dia em seu passeio pela floresta Boris andando com suas patas curtas beijava as flores ao seu alcance, algumas delas cooperavam com a deficiência de Boris e se inclinavam até o seu bico para que pudessem dividir o pólen, mas Boris já estava cansado de ficar aprisionado naqueles pequenos metros quadrados que suas patas podiam andar ele queria voar como seus irmãos, conhecer toda aquela imensidão de floresta que ainda não tinha desvendado.
Nesse dia Boris resolveu ir mais além, até que suas patas não pudessem mais agüentar. Boris muito cansado não desistia de andar e vislumbrar tantas plantas e flores que ele jamais havia visto, todas aquelas árvores imensas que ele não poderia alcançar, mas que agradavam seus olhos. Foi quando Boris ouviu uma voz suave, gostosa, que o fez parar a sua jornada e procurar de onde vinha aquilo que mais parecia uma canção.
Boris viu uma pequena rosa branca no alto de uma montanha, sozinha ali sem nenhuma outra flor ou planta para lhe fazer companhia, a rosa chamava por ele:
- Oi passarinho, tudo bem?
- Oi rosa branca. Tudo bem e você?
- Bem, como pode ver poderia estar melhor, afinal não há ninguém aqui perto de mim.
Boris notou que ao lado da rosa branca só havia pedras e terra, mas nenhuma outra flor.
- E porque esta sozinha nessa montanha?
- Ora, eu nasci aqui neste lugar tão alto, os passarinhos nunca se arriscam a vir tão longe. Sendo assim não posso distribuir meu pólen sozinha para que minhas irmãs possam nascer perto e me fazer companhia.
- Eu sei como é ficar sozinho, imagino que deve ser bem triste ficar aí.
- É... Mas você pode voar até aqui e me dar um beijo, assim resolvemos esse problema. Qual o seu nome?
- Meu nome é Boris e o seu?
- Meu nome é Branca. Prazer em conhecê-lo.
- Muito prazer Branca, mas infelizmente não poderei te ajudar. Eu não tenho asas, não consigo chegar tão alto. Por isso estou andando desde muito longe para chegar aqui.
- Puxa! Um passarinho sem asas? Como isso pode acontecer?
Boris então contou a história da bruxa má para Branca que ficou comovida. Triste por Boris e triste por ela que continuaria sozinha ali. Mas Branca teve uma idéia:
- Sinto muito por não ajudá-la.
- Tudo bem Boris... Mas já que não pode voar você pode vir me visitar todos os dias, assim fazemos companhia um ao outro.
Boris ficou tão animado com a idéia, que contou histórias, fez piadas, cantou e tantas outras coisas que fez para animar o dia daquela rosa sozinha. Todos os dias Boris voltava para perto de Branca para animá-la e mesmo nos dias de chuva se protegia com as folhas secas caídas no chão, tudo para não abandonar Branca.
Boris assistia todos os dias seus irmãos planejando suas rotas para descobrir mais e mais flores novas que pudessem beijar, ele via tudo aquilo e ao invés de entristecer-se como antes só conseguia pensar em Branca. Claro que o fato de não poder aproximar-se, de não poder beijá-la o deixava triste, mas só o fato de ter alguém que o esperava, que contava com sua presença, ter alguém que tinha o dia mais feliz só pelo fato dele existir já fazia de Boris o passarinho sem asas mais feliz do mundo. Porém, ouvindo os planos de seus irmãos percebeu que todos estavam planejando voar em direção da montanha que Branca se encontrava.
Os corações dos beija-flores batem quinhentas vezes mais rápidos que os dos humanos, mas o coraçãozinho de Boris agora era ainda mais rápido que as asas que um dia pertenceram ao seu corpo.
Boris correu ao encontro de Branca, Boris corria, pulava, caia e levantava-se, mas nunca parava de prosseguir, ele tinha que chegar até Branca antes de seus irmãos ou perderia o grande amor de sua vida.
Finalmente Boris chegou até Branca e viu seu sorriso ao vê-lo de longe, mas Boris só se preocupava em subir a montanha, tentava e caia, tentava e caia.
Seus finos ossos já pediam descanso, a corrida, a escalada e as quedas o machucavam e nem mesmo os gritos de Branca para contê-lo adiantavam.
-Pare Boris, o que esta fazendo? Você vai se machucar...
Boris não ouvia, ele tentava subir a montanha e rolava para baixo. Suas patas eram pequenas demais, além de muito cansadas e agora machucadas.
Finalmente Boris esgotou-se.
-Boris! O que está acontecendo?
-Os outros... Os outros beija-flores estão vindo para cá. Logo chegarão até aqui e beijarão aquela que eu amo tanto e quero para mim.
-Mas o que te faz pensar que eu deixarei que outro pássaro além daquele que mesmo sem asas e mesmo sem beijos consegue manter-me viva, alegre e cheirosa? Mais do que qualquer outra flor desta floresta.
-Mas Branca, é a natureza das flores serem beijadas...
-Querido Boris, é a natureza dos pássaros baterem suas asas e voarem e mesmo assim eu o vejo todos os dias fazendo o mesmo caminho passando por rochas, espinhos e predadores para chegar até mim. Mesmo assim vejo-o depois de todo esse caminho árduo chegando até aqui de sorriso aberto e disposição para fazer-me rir.
Ora Boris, essa é de longe a maior prova de amor que qualquer pássaro poderia me dar, é melhor que qualquer beijo e sei que um dia, um dia você conseguirá subir até aqui e finalmente me dar o maior e melhor beijo que uma rosa poderia pedir ao Criador.
Bento.
Saudade já vai muito além da falta, da ocasião solitária ou da pretensão de estar com quem queria estar no momento. Ela devora, comprime, e esmaga o coração ao mesmo tempo que o desfragmenta em mil partículas. Em casos à parte, a saudade é uma prorrogação da ânsia, de estar perto de quem mais se queria no instante em que nada seria o suficiente bastante.
Fala-se muito em alma feminina
Mas não lembro de ter ouvido falar em alma masculina, então fiquei a pensar...
Dizem que a mulher foi criada a partir da costela do homem,
Isso pode indicar que a alma masculina encontrava-se então nesta costela
Se isso faz sentido?! Não sei!
Mas pode explicar porque os homens precisam tanto buscar muitos corpos de mulheres,
Buscam resgatar sua alma-costela
Que foi roubada para a criação da mulher!
Ainda bem que nos mulheres,
Temos corpo e alma, somos inteiras, mas não conseguimos ainda nos livrar desta eterna gratidão pela costela recebida, afinal, isso foi coisa de Deus e não nossa.
E nesta gratidão inconsciente e inconsequente , na busca por amor e companheirismo vamos nos doando incondicionalmente a alguém que talvez não tenha nos dado nem a costela...
Afinal, tudo e tão singular e são tão poucas almas e tantos homens e costelas...
medinho chato de te perder pra sempre, de verdade. Sem ofensas, mas esse medo é muito chato, perturba o tempo todo, não sai de perto...
Ultimamente ando pensando muito em você, mais do que devia! Não é pessímismo, mais eu sei que nós dois não dariamos certo. Porque? Ah, não sei se ainda sou capaz de amar alguém! Também não sei se você está disposto á me amar.
MUNDO MUDO: PASSO E CALO
tudo passa num só passo
a cada passo muito passa
mundo mudo que não mudo
sozinho e mudo não mudo o mundo
a cada passo um calo
e, é sempre no pé mais um calo
enquanto me calo
no mundo, todos falam e eu me calo
o mundo não para e quando ando crio calo
mundo penso que não penso
penso é o que o mundo precisa
o que o mundo precisa eu penso
e de pensar sei que é de penso
que necessita pra se curar
tudo passa enquanto você nada
o mundo mudo não é nada
e, eu passo num só passo
enquanto passo me calo
e quando paro estou cheio de calo
* Certa macaca, muito alegre e ágil, viu nozes numa velha nogueira e pelos galhos subiu mais depressa. Apanhou uma da nozes, mas quando quis meter-lhe o dente verificou que a fruta ainda estava verde e apresentava um sabor muito amargo.
Desanimada, atirou fora a noz, e ali ficou, em jejum, supondo que nada mais encontraria para seu almoço.
Moral da Fábula: Assim Acontece aos que se Covadam logo às primeiras Dificuldades que a Vida lhe Apresena.
Então foi até o armarinho da esquina e tratou de comprar canetas novas, ainda teria muito o que escrever.
Abre aspas menina, e vai.
Amargura
Pensando bem , eu amanheci muito bem . Deve ter havido outras manhãs assim ...o sol nasce, a cortina perde a serventia e o dia vaidoso contrasta focos de luz; não me lembro.Tem travesseiro no chão, tem saudade na sala... tem café me esperando. Tem coisa melhor?
O meu café é forte, e está vazio de amor e de contradição.Como é feliz o meu café! Assim. Feliz, por ser feliz. Sem silogismos, hipérboles que precisam de explicação ou açúcar mascavo ...só café, amargo ...sem casamento marcado, sem obrigações diárias.Quisera eu ser feliz como o café , me acostumei com o comodismo , e o comodismo me incomodou, então eu pedi pros meus amigos "- ME ABRAÇEM ! _em um tom desesperador e urgente !
Ora vamos , não tem psicose que substitua o abraço de um humano que te tem afeto ,que te quer bem ;Nem meu café feliz supre essa necessidade .O fato é que preciso de menos cafeína , e mais companhia.Amarga ou doce, descafeínada ou não , os quero como for .Hora hostis ,hora afáveis ...tanto faz! Eu suporto sim as variações de humor que me forem impostas, e as mordo como maçãs se for necessário . Mas enquanto espero de braços abertos (no sentido literal da expressão), ainda amanheço bem .Sem pressão, comemorando ritos de passagem com abraços involuntários e de uma ironia enorme.Eu não quero estragar meu belo sarcasmo, eu só preciso de menos cafeína e mais companhia...
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