Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
A vida pode até mudar de tom por dentro, mas em Jesus sempre existe um recomeço sendo preparado em silêncio.
Amar alguém não torna essa pessoa infalível; o erro é um traço humano que alcança até os nossos laços mais profundos, e aceitar isso é o primeiro passo para um convívio mais leve.
Não devemos punir o nosso futuro com o medo gerado pelas feridas do passado; a maldade alheia é um reflexo do outro, mas a nossa bondade é uma luz que nos pertence.
No Brasil, em algumas culturas dos povos originários, acreditam em um tipo de reencarnação natural de poucos membros da comunidade, principalmente os xamãs e o mais velhos que perpetuaram em vida as ancestralidades. Mas só vem como pássaros com belos vôos, cantos e uma linda plumagem. Pois ninguém retornaria para está dimensão sabendo o que sabem, como um animal feroz espalhando medos, espantos e dores.
O pensamento visionário trilionário utiliza sua influência como um escudo, compreendendo que o verdadeiro progresso só existe onde a força do capital serve para erguer os pequenos e impedir que a arrogância de poucos atropele a dignidade de muitos.
A visão trilionária mais doce é aquela que se traduz em ternura pura, onde a força de um império se curva para ouvir um coração e o maior sucesso é saber que sua presença é um porto seguro de paz, carinho e acolhimento para todos os que cruzam o seu caminho.
A essência da visão trilionária é o amor que serve, transformando cada conquista em um gesto de bondade que abraça a alma do próximo e honra a dignidade humana acima de todo o ouro do mundo.
"Transforme a sua visão em missão; quando a Visão Trilionária serve a um propósito maior, o universo conspira para que o sucesso seja inevitável."
Até o final
Um destino certo e sombrio
Medo do desconhecido
Corroído pelo ciclo esquecido
A alma e o coração vazio
Os olhos que pouco acompanha
Menos impulsivo estou
Se a idade me preocupa
Feliz pelo que passou
Se devagar ainda Caminho
Mais ou menos
Merecido
Quem ira dizer o que farei
Viajo pelo abstraido
Tento fugir do transpasso
Ainda o que me resta não sei..
O abstrato mito do silêncio absoluto
Um dia resolvi contemplar o silêncio absoluto,
queria saber o que estaria além de tudo o que escuto,
determinado contra os barulhos do mundo me isolei,
em um ambiente de total isolamento acústico tentei.
Surpreendentemente meu objetivo não pude alcançar,
impedido por sons sincronizados de meu respirar;
tomei fôlego, prendi a respiração, tentei novamente;
e percebi o quanto a tentativa se mostrava incoerente.
Talvez tal silêncio seja incompatível com a vida;
já que esta é movimento, respiração, pulsação;
estagnação vital é algo insustentável e sem medida.
Talvez a morte seja este silêncio em real definição...
Pois em vida não passa de sentença desmentida,
refutada por compassadas batidas; do meu coração.
A mentalidade trilionária é um aço inquebrável que não se curva a bajuladores nem se abala com traições; é a consciência de que o poder absoluto exige uma autodisciplina impiedosa para jamais permitir que a fraqueza do ego ou a maldade alheia desviem você do dever de ser o pilar mais forte da estrutura.
A visão trilionária é um rugido de autoridade sobre o destino: ou você assume o comando da sua história com força inabalável, ou se torna coadjuvante na vitória dos outros.
A verdadeira autoridade da visão trilionária é um fogo sagrado que consome a mediocridade e exige uma postura de mestre: é a força indomável de quem governa o próprio destino com mão de ferro, mantendo a honra inabalável para que cada passo seu seja um decreto de respeito e cada conquista uma lição de soberania sobre o mundo.
A visão trilionária é a celebração da vida em sua máxima potência, onde cada conquista é um convite para espalhar prosperidade e cada gesto de respeito planta a semente de um futuro onde todos têm o direito de brilhar.
A visão trilionária é o abraço que acolhe e a mão que levanta, pois o maior patrimônio de um império é o amor que cura e o carinho que transforma vidas.
Transforme cada desafio em um degrau e deixe que a **Visão Trilionária** seja o norte que guia cada uma de suas conquistas rumo ao topo.
O PÃO QUE ILUMINOU A ETERNIDADE DA CONSCIÊNCIA.
O episódio intitulado “História de um Pão”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e atribuído ao espírito Humberto de Campos, insere-se na obra O Espírito da Verdade, constituindo uma das mais eloquentes parábolas morais da literatura espírita moderna.
A narrativa apresenta Barsabás, figura simbólica do poder corrompido, cuja trajetória terrestre foi marcada pela usura, pela indiferença moral e pela exploração dos vulneráveis. Após a morte, sua consciência desperta para a realidade espiritual sob o peso das próprias ações. Aqui se confirma, com rigor doutrinário, o princípio estabelecido por Allan Kardec em O Céu e o Inferno, onde se assevera que o estado da alma após o desencarne é consequência direta de sua conduta moral.
A dissolução de seus bens materiais e o esquecimento de seu nome representam, sob análise sociológica e espiritual, a falência de todos os valores meramente exteriores. O patrimônio, outrora idolatrado, revela-se incapaz de sustentar qualquer permanência no campo da memória afetiva. Tal concepção encontra ressonância na máxima evangélica registrada em Evangelho segundo Mateus, capítulo 6, versículo 19:
“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem.”
A erraticidade de Barsabás é marcada por densidade psíquica, simbolizada pelas trevas e pelas vozes acusadoras. Trata-se de um quadro típico de perturbação espiritual, conforme descrito em O Livro dos Espíritos, questão 165, onde se esclarece que o Espírito experimenta confusão proporcional ao seu grau de apego e ignorância moral.
Entretanto, a inflexão decisiva da narrativa ocorre quando o personagem aprende a orar. A oração, longe de ser mero ritual, assume função de orientação vibratória, atuando como eixo de realinhamento da consciência. Esse conceito é desenvolvido com profundidade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 27, onde se define a prece como “um ato de adoração” e um meio de aproximação efetiva com o plano superior.
Ao alcançar a chamada “Casa das Preces de Louvor”, Barsabás depara-se com uma realidade de notável simbolismo: cada luz corresponde a uma oração de gratidão oriunda da Terra. Este ponto é crucial sob o prisma da lei de causa e efeito. Não são os grandes feitos ostensivos que determinam a redenção imediata, mas a qualidade moral do ato.
E então surge o núcleo filosófico da narrativa.
Entre todas as suas faltas, apenas um gesto resplandece: a doação de um pão a uma criança abandonada. Um ato singelo, quase esquecido pela própria memória do benfeitor, mas eternizado pela gratidão daquele que o recebeu. A prece da criança converte-se em luz, em crédito espiritual, em vetor de reabilitação.
Aqui se manifesta, com clareza cristalina, a lei de justiça divina interpretada pelo Espiritismo: nenhum bem se perde. Mesmo o menor gesto de amor, quando autêntico, possui repercussão imensurável.
A identificação entre Barsabás e Jonakim transcende o simbolismo narrativo e adentra o campo das leis reencarnatórias. Ao vincular-se magneticamente ao beneficiado, o Espírito encontra oportunidade de retorno à existência corporal, não como punição arbitrária, mas como mecanismo pedagógico de reparação e crescimento.
Tal princípio é corroborado em O Livro dos Espíritos, questão 132:
“A encarnação tem por fim fazer o Espírito chegar à perfeição.”
A carpintaria humilde onde Barsabás reencontra Jonakim não é mero cenário. Trata-se de um ambiente arquetípico de trabalho digno, simplicidade e reconstrução interior. A imagem final, na qual o Espírito conquista a bênção de renascer, sintetiza o triunfo da misericórdia divina sobre a justiça punitiva.
MORAL DO CASO.
A narrativa demonstra, com precisão doutrinária e profundidade psicológica, que a redenção espiritual não depende de grandiosidade aparente, mas da autenticidade moral dos gestos. Um único ato de amor verdadeiro, ainda que isolado em uma vida de equívocos, pode converter-se em semente de luz capaz de orientar a consciência através das sombras mais densas.
Não é a quantidade de obras que eleva o Espírito, mas a qualidade ética que as sustenta.
CONCLUSÃO.
O pão oferecido por Barsabás, gesto aparentemente ínfimo, revela-se como monumento invisível erguido na eternidade da consciência. Assim, compreende-se que cada ato humano, por menor que pareça, inscreve-se nas leis universais com consequências que ultrapassam o tempo e a matéria, convidando o Espírito a reerguer-se, passo a passo, rumo à própria reabilitação moral.
ENIGMA DA VIDA.
"Olhe, me empreste aqui um pouco da tua atenção,
a vida é um leva e trás até mesmo um mundo de alienação,
mas nunca se desespere não,
porque mesmo que isso aconteça,
e toda rogação que por mais santa te pereça,
ignore e não procure fugir de nada,
deveras vezes nesta infinita grande jornada,
nem uma vírgula há quem bem mexa,
pois do tudo que a vida leva um pouco desse tudo ela sempre deixa."
Marcelo Caetano Monteiro.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
- 31 mensagens de aniversário para a melhor amiga ter um dia incrível
- Poemas sobre irmão
