Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

Cerca de 510786 frases e pensamentos: Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

A experiência genuína cristã nos faz concluir que:
O fácil qualquer um faz;
O difícil alguns conseguem;
Todavia, o impossível somente Deus é capaz!

O que é ser um cristão completo? É olhar só para o alvo (Cristo); se alimentar sempre que possível (Palavra); praticar o que se prega (coerência); compartilhar a palavra (evangelizar); não dar ouvidos aos negativos (canalizar) e tomar vitaminas (Fruto do Espírito)

Fatos do esperançar!
Deus não moverá um dedo naquilo que eu e você formos capazes de fazer! Mas moverá céus e terra para cumprir e tornar o impossível realizável na vida daqueles que confiam eesperamno Senhor!

Iniciar uma leitura seria o mesmo que estar a fim de começar um relacionamento! Assim, exige comprometimento e respeito para que se faça bem-feito o começo, meio e fim!

“É melhor ouvir uma verdade de um inimigo do que uma mentira de um amigo!”

"Há uma grande distância entre liberdade e libertinagem! A primeira é um direito moral, a segunda um privilégio imoral!"

Só se sabe o que é um filho quando se tem filho; só se sabe o que é um pai quando se é pai; só se sabe o que é uma mãe quando se é mãe! Só se sabe o valor do ser humano quando se coloca no lugar de um ser humano!

Ser um cristão diante das mazelas da vida é ser semelhante àquele que exalava equilíbrio emocional, nítida resiliência na prática e nunca deixou de demonstrar amor, mesmo diante da dor! Pois quem leva o título de cristão deveria ter pelo menos respeito e responsabilidade para com seu Mestre!

As maiores conquistas e realizações surgem de repente! Quase sem explicações! Mas isso é um sinal da providência divina.

Proporcionar dor em um ser indefeso é de uma tamanha insanidade mental egoísta e diabólica! Tal ser demostra muito seu interior podre e pobre! Somente a justiça para colocar fim!

Uma mulher ou um homem não é medido pelo seu tamanho, mas por suas virtudes de caráter!

Um simples olhar, para quem é experiente, falará mais que mil justificativas!

Não há limitações quando se é um genuíno adorador!

Ser um ateu intolerante hoje em dia mostra uma grande burrica intelectual ou uma sabedoria incomum, pois ele terá que negar todo o cristianismo, seus efeitos, e provar que todos os milagres, curas até hoje nunca existiram! Tem que ser muito mesmo. Sendo assim, é melhor brincar de filósofo sentado mesmo.

O que é a frustração?
Ela tem o poder de nos levar a um desânimo, incômodo, desencanto e desilusão, os fracos não superam e perdem a fé e a esperança, os fortes buscam ganhar resiliência.

⁠Não me escondo por trás de títulos eclesiásticos, mas busco revelar a essência do que é ser um cristão genuíno.

⁠O profeta Ezequiel foi um grande instrumento de Deus para relevar
e tirar as máscaras dos intocáveis!

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL


Capítulo I: A Esperança do Homem


Olá, senhores. Sejam bem-vindos ao Baile de Máscaras.


Saibam... eu também possuo opiniões: irrelevantes para aqueles que as desprezam, relevantes para os que as examinam; como, aliás, sucede com todas as opiniões humanas.


Ninguém, nem mesmo o mais ilustre dos heróis, pode impedir que o ódio ou a mágoa habitem o íntimo humano, pois são, em última instância, as respostas mais autênticas que o mundo oferece. Vivemos sob a lógica da devassidão: um palco miserável onde nenhum desejo encontra plena satisfação, onde toda tentativa de agradar culmina em mais desgosto do que harmonia.


Fui convidado para uma festa de aniversário e, logo em seguida, para um baile de máscaras inadiável: este último, vindo de alguém com quem mantenho um vínculo profundo. Na tentativa de ser justo, e temendo ferir ambos, aceitei os dois convites, ingenuamente crendo que a vontade de agradar pudesse suplantar a impossibilidade lógica de estar em dois lugares ao mesmo tempo.


Inevitavelmente, falhei. E falhei como todos, em algum momento, falham.
A consequência?


Alguém se magoa. Outro se frustra.
Mesmo imbuído das melhores intenções, tornei-me alvo de ressentimento por parte de quem aguardava a minha presença e não a teve. Eis a essência do convívio humano:


rancor e exigência, jamais compreensão.


Assim caminha o homem: uma criatura incapaz de perdoar a ausência, mas igualmente incapaz de se fazer plenamente presente.


O ser humano é, por natureza, indiferente.
Mesmo quando julga praticar o bem, invariavelmente fere alguém. Toda boa ação encerra, em si, uma traição involuntária. Não há graça, felicidade ou paz; apenas a ilusão intermitente de que um dia possam existir.


Afinal, até o mais ínfimo gesto de bondade pode ferir.


Fere aquele que não foi agraciado da mesma forma.


Para que houvesse igualdade real, todos precisaríamos ser igualmente reconhecidos, igualmente saciados: não era essa a promessa do comunismo? Ainda assim, fracassou.


E por que fracassou?


Porque o homem anseia distinguir-se do outro.


Afinal... não pode o servo equiparar-se ao seu senhor.
O mundo não é justo. Nunca foi. Jamais será.


Para cada vencedor, há um vencido. Para cada glória, uma vergonha correspondente.


Eis a engrenagem invisível que move a espécie: a miséria de uns sustenta a alegria de outros. Na penúria de alguns, outros prosperam. É nesse ponto que emerge a verdadeira revolta — não a política, mas a ontológica.


O homem, frustrado por não receber aquilo que julga devido, recolhe-se em si mesmo. Isola-se no ressentimento e escolhe desaparecer.


Tornar-se areia. Poeira. Esquecimento.
Melhor ser ninguém do que um fracassado lembrado.


Afinal, quanto mais se busca agradar à maioria, mais se violenta a minoria que permanece à margem dos favores.
Eis a máxima: só haveria paz se todos sofressem na mesma medida ou desfrutassem, indistintamente, das mesmas regalias; sem distinção de classe, gênero, raça ou função. Ainda assim, tal hipótese revela-se uma utopia repugnante até mesmo em sua concepção.


A igualdade absoluta só pode erguer-se sobre os escombros da individualidade.
E a própria natureza — essa mãe implacável que nos impôs a existência — encontra-se em guerra consigo mesma.


Tudo colapsa. Tudo degenera. A vida, em si, é uma contradição:


ansiamos pela verdade, mas somos incapazes de suportá-la. Por isso, preferimos a confortável mentira da harmonia.


Todos somos falsos. Não há amor que escape à máscara; não há amizade que sobreviva incólume ao afastamento.
A verdade é insuportável.


É mais fácil consolar alguém com mentiras, sustentá-lo com ilusões, do que curá-lo com o real e conduzi-lo à lucidez. Eu mesmo minto. Todos mentimos.
A mentira é o código genético da convivência.


Não sei se ainda resta em mim alguma lucidez substancial; mas, do pouco que persiste, extraio esta súmula: o mundo é um teatro ilusório, decadente, sustentado por sonhos risíveis e promessas vazias. Aqui, ninguém vive segundo a própria convicção.


A liberdade de pensamento cobra um preço: a rejeição.


Ser verdadeiro é ser excluído.


As pessoas são amigas apenas enquanto lhes convém. Afaste-se — e tornar-se-á um vestígio, um eco que só ressurge quando a memória alheia é instigada.


Ninguém é lembrado por afeto, mas por utilidade. Persistimos na lembrança apenas enquanto ainda temos algo a oferecer, enquanto servimos aos interesses de outrem.


Este mundo é um baile de máscaras.
E quem triunfa... é quem melhor sabe mentir.


Arthur Schopenhauer estava certo: o homem só é autêntico na solidão. Todo o resto é encenação, ruído e teatro.

Entre você e o autor de um livro, existe um abismo entre o que cada um vivencia. Você busca a experiência e o conhecimento do autor para, assim, entender e conhecer uma fração da realidade.


MARCELO CASTILHO ASSIS

​"O universo sem o homem é um livro que ninguém lê. As letras (a matéria) estão lá, mas a história (o passado) só existe no ato da leitura."