Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Uma imitação é a forma mais sincera de bajular a inoriginalidade; ir além de um desejo rápido e decorado: "para viver o que nunca vivi, vou precisar fazer o que nunca fiz mais quiz"!
Um temor é superficial, enquanto o arrependimento é profundo: "dormir com uma intenção clara, é aí que os milagres começam a surgir com o novo dia!
Para o reconhecimento da própria vida: "valorizar o meu esforço e os meios que me permitiram chegar até aqui, diminui o desejo pelo que é alheio"!
"Sou necessidade e não caçador": a busca pela felicidade envolve, portanto, um equilíbrio entre o controle do que está ao alcance e a aceitação do que não está!
"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!
A pior parte de um término não é a despedida final, e sim a consciência de que aquela rotina — o telefonema matinal de "bom dia" e "eu te amo" — não se repetirá mais. Contudo, o tempo é o fator essencial para o nosso amadurecimento.
Nunca duvide de um coração partido, pois é ele quem aprendeu a amar sem medo, e é em seus cacos que reside o brilho mais raro da superação.
Se um dia eu não estiver mais presente, quero que leia este desabafo e sinta o quanto você foi importante. Você foi a melhor coisa que a vida me deu; com você, desbravei novos horizontes.
Seu sorriso é o meu amanhecer particular. Sua pele tem a leveza de uma pluma e seu beijo... ah, seu beijo é como doce, envolvente e viciante.
Minha gratidão por tudo o que vivemos é infinita. Mesmo que o destino nos separe fisicamente, saiba que você foi o meu melhor mundo. Obrigado por existir.
A diferença entre o sábio e o maluco é simples: um domina o conhecimento, o outro domina a surpresa.
O nome Kamorra pra mim é um nome agridoce. Ao mesmo tempo que significa confusão, briga, batalha em espanhol, já em hebraico ele reflete a esperança dos israelitas atravessando o mar vermelho e cantando: Mi Kamocha baelim, Adonai?" (Êxodo 15:11).
Pazzzzzzz...!!!
(Nilo Ribeiro)
Relaxe por um minuto,
sinta o encanto da paz.
faça silêncio absoluto,
deseje o que te satisfaz
deixe a luz te abraçar,
permita Deus te mimar,
autorize a alma poetizar,
consinta o espírito divagar
a paz é uma sensação,
é a alma sossegada,
o espírito em comunhão,
é a mente iluminada
paz é fonte de amor,
nela, devemos beber,
é a benção do Nosso Senhor,
com ela devemos aprender
paz mata sede da quietude,
não atrapalha em nada,
só atingimos a plenitude
quando a paz é alcançada
paz mata fome da tranquilidade,
esta paz podemos conseguir,
ela nos traz felicidade,
se em paz pudermos dormir
a paz é obra do Divino,
obra de grande valor,
influencia em nosso destino,
é equilíbrio para o amor
enfim,
de paz estou afim,
a poesia termina assim,
e que a paz não chegue ao fim...!!!
“Pela paz morreu Jesus,
e o mundo se encheu de luz”...!!!
Amém...!!!
Eu sou um fruto do niilismo?
Um buraco de minhocas que ninguém sabe aonde vai dar?
Sabe-se apenas que transporta, mas pra qual tempo, pra qual lugar?
Só sei que, apesar de um tanto torta,
as ondulações do mar,
com toda a sua beleza e forma indefinida,
me confortam.
Porque dá pra ser disforme, enorme,
e, ainda assim, pacífico.
Mas por oposição ao que se espera,
é o alinhado que mais me intriga:
a reta que liga um ponto a outro,
a ideia linear de trajeto percorrido,
de coesão, de equilíbrio.
Então pergunto-me:
como é possível algo ou alguém se manter tão rígido?
Parece fino como linha,
a um sopro de embaraçar-se
em nós miúdos, quase irreversíveis.
E o que se mantém por muito ereto,
não tende ao declive?
Será que é tão ruim ser um abismo?
É obscuro, eu sei.
Mas cabe tudo, inclusive o nada.
Essa vastidão inspira grito que ecoa,
inenarrável
e um silêncio desconhecido,
interminável.
Não há régua que meça
a altura ou a dimensão.
E é nessa incerteza que se arrasta,
que nos tornamos
livres de toda crença,
de todo medo,
de toda razão,
inexoráveis apenas por existir.
“O Infinito em Fragmentos”
Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.
Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.
Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.
Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.
Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.
Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.
A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.
Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.
Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.
Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.
Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.
E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.
Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.
Outro dia você chegou diferente,
tímida, indecisa,
trazendo no rosto um silêncio estranho.
Teu olhar carregava medo,
desconfiança
e uma dor que eu não soube curar.
Por um instante pensei que fosse cansaço,
ou alguma doença escondida na alma.
De repente você me abraça forte,
como quem se despede sem querer ir.
Olha dentro dos meus olhos,
e ali o mundo parou.
Com a voz trêmula você disse:
“Perdão, amor…
eu preciso partir.”
Não houve briga,
não houve culpa,
só um adeus pesado demais pra caber no peito.
Você soltou minhas mãos devagar
e antes de ir sussurrou:
“Fica em paz.”
E eu fiquei…
com o vazio,
com a saudade,
e com um amor que não teve tempo de se despedir direito.
Como eu vou ficar em paz.
Vendo o meu amor partir.
Sem explicação só a dor ficou.
Adeus amor vá com Deus.
Todo bem que guardo em mim preservo como um tesouro sagrado, é a riqueza de minha alma e será a única bagagem que levarei quando chegar o dia de partir.
Tristeza não é terminar um relacionamento.
Tristeza é acordar todos os dias ao lado de alguém e ainda assim se sentir sozinho.
É sorrir por fora enquanto o coração apodrece por dentro.
É insistir numa relação que não te representa, não te respeita, não te acolhe.
Tristeza é permanecer onde o amor virou peso,
onde o diálogo morreu,
onde a paz foi substituída pelo silêncio frio e pela ausência de cuidado.
É morar junto e viver distante.
É dividir a casa, mas não dividir a vida.
Não existe felicidade em um palácio cheio de mágoas.
Não existe riqueza que compre paz.
De nada vale conforto, status ou aparência.
O lar virou um campo de batalha emocional.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio.
é ter coragem de partir.
É escolher a solitude com dignidade.
Em vez de uma companhia que machuca.
Porque viver só, em paz e feliz
sempre será melhor.
Do que viver acompanhado, amargurado
e vazio de amor.
E quem entende esta realidade.
não perde ninguém…
se encontra.
A intimidade excessiva tem um curioso efeito colateral: o da desvalorização. Quando alguém nos conhece desde a infância, tende a nos congelar na imagem do que fomos, e não consegue enxergar o que nos tornamos; ou, pior, o que poderíamos ser. Esse fenômeno é antigo e profundo, tão antigo que nem mesmo Jesus escapou dele. Segundo os Evangelhos, Jesus realizou milagres por onde passou, exceto na sua própria terra: Belém (local de nascimento), onde não realizou nenhum, e Nazaré (local de crescimento), onde, conforme as Escrituras, “não pôde fazer milagres”. Não que lhe faltasse poder, mas lhe faltava fé; fé dos que o cercavam, porque ali o enxergavam apenas como o filho do carpinteiro, aquele que aprendia ofícios com José. Eles o conheciam demais para crer que algo divino pudesse emergir dele. A familiaridade rouba o mistério. O costume abafa o potencial. Nem sempre prosperaremos no meio daqueles que nos viram começar. Muitas vezes, os olhos acostumados ao nosso “antes” são cegos para o nosso “agora”. As pessoas que te viram tropeçar terão dificuldade de ver você correr. Elas não enxergarão seus milagres, porque estão presas à sua origem. E isso não é culpa sua, é uma limitação da perspectiva delas. Profeta de casa tem menos valor, disse Jesus. Essa máxima ecoa nas vidas de todos que tentam crescer no mesmo solo em que germinaram. Por isso, não se espante se o reconhecimento vier de estranhos, se o apoio surgir de quem te conheceu há pouco. Muitas vezes, a validação mais sincera virá de quem não carrega contigo o peso do passado. Saber disso é libertador. Significa que você não precisa provar seu valor para todos, principalmente para aqueles que se recusam a vê-lo. Significa que talvez seja preciso sair de Nazaré para que seus milagres sejam reconhecidos. A semente que você é não foi feita para caber no mesmo vaso para sempre.
Porque quem um dia amou não precisa continuar presente, mas também não deveria transformar a ausência em ferida. Perder o amor dói. Perder a admiração dói diferente. É quando você entende que não perdeu alguém incrível, apenas alguém que não soube cuidar nem da despedida. O fim também mostra quem a pessoa é. Você não sofre mais por perder a pessoa, mas por perceber que a ideia que tinha dela não sobreviveria à realidade. Você passa a lamentar a imagem que construiu dela. Há um cuidado mínimo que permanece mesmo quando o amor acaba: o respeito pela história que existiu.
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