Um Coração Generoso

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Se algo estiver ao seu alcance... desfrute.
Quando se for... deixe que se vá
com o coração cheio de gratidão.

Estou enjoado,
Eu estou morrendo ela rasgou meu coração,
Não consigo encontrá-la
Alguém, meus olhos estão encharcados,
Perdido, confusão e tiros dentro da minha cabeça

Você é bonito só por fora, mas o seu coração é horrível como de uma besta. Deveria ver o que na realidade, você é.

Até que foi bom você ter partido o meu coração. Agora não posso mais fazer a bobagem, de entregar ele inteiro pra alguém de novo.

"Como você pode falar de coração e sentimentos, quando suas entranhas estão podres."

Vende-se: coração triste, magoado, seminovo. Motivo: decepção.

"Um amigo é alguém que sabe a canção de seu coração e pode cantá-la
quando você tiver esquecido a letra."

Sonhe grande, pois os sonhos pequenos não mobilizam o coração dos homens.

Não fique aí sofrendo, com o coração doendo. Você se esqueceu que seu amor sou eu?

A música é uma manifestação não só do que esta em nossas mentes, mas do que esta no coração

Eu queria Equalizar nossos pensamentos, quem sabe assim eu não destruiría seu coração nem você o meu...

O problema mesmo, é que nessa de não saber se gosta ou não gosta, o coração fica curioso, e prefere pagar pra ver.

Não confio em pessoas que não gostam do Bob Esponja. Elas não tem coração.

O fato é que coração e razão não são sempre amigos. E no meu caso eles quase nem se falam.

O amor é o silencio que os olhos dizem e o coraçao traduz

Meu rosto em teu olhar e,
o teu no meu reflete.
E do manto do rosto o coração se veste.
Um par de hemisfério que melhor se complete.
Onde há, sem norte ou declinante oeste?
Em desigualdade tudo que morre está.
Se nosso amor é um só e formamos um par;
De Amor tão igual ninguém morrerá...

A música explica coisas que meu coração não pode expressar.

É melhor ser violento, se existe violência em seu coração, do que vestir o manto da não violência para disfarçar impotência.

Com o coração alegre o dia fica mais bonito! Meus dias ficaram bonitos depois que você alegrou meu coração!

PASSAGEM DAS HORAS

Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.

A entrada de Singapura, manhã subindo, cor verde,
O coral das Maldivas em passagem cálida,
Macau à uma hora da noite... Acordo de repente...
Yat-lô--ô-ôôô-ô-ô-ô-ô-ô-ô...Ghi-...
E aquilo soa-me do fundo de uma outra realidade...
A estatura norte-africana quase de Zanzibar ao sol...
Dar-es-Salaam (a saída é difícil)...
Majunga, Nossi-Bé, verduras de Madagascar...
Tempestades em torno ao Guardafui...
E o Cabo da Boa Esperança nítido ao sol da madrugada...
E a Cidade do Cabo com a Montanha da Mesa ao fundo...

Viajei por mais terras do que aquelas em que toquei...
Vi mais paisagens do que aquelas em que pus os olhos...
Experimentei mais sensações do que todas as sensações que senti,
Porque, por mais que sentisse, sempre me faltou que sentir
E a vida sempre me doeu, sempre foi pouco, e eu infeliz.

A certos momentos do dia recordo tudo isto e apavoro-me,
Penso em que é que me ficará desta vida aos bocados, deste auge,
Desta entrada às curvas, deste automóvel à beira da estrada, deste aviso,
Desta turbulência tranqüila de sensações desencontradas,
Desta transfusão, desta insubsistência, desta convergência iriada,
Deste desassossego no fundo de todos os cálices,
Desta angústia no fundo de todos os prazeres,
Desta sociedade antecipada na asa de todas as chávenas,
Deste jogo de cartas fastiento entre o Cabo da Boa Esperança e as Canárias.

Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
Se me falta escrúpulo espiritual, ponto-de-apoio na inteligência,
Consangüinidade com o mistério das coisas, choque
Aos contatos, sangue sob golpes, estremeção aos ruídos,
Ou se há outra significação para isto mais cômoda e feliz.

Seja o que for, era melhor não ter nascido,
Porque, de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas,
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos, e perigos e ausência de amanhãs,
E tudo isto devia ser qualquer outra coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto, que eu nem sei qual é, ó vida.

Cruzo os braços sobre a mesa, ponho a cabeça sobre os braços,
É preciso querer chorar, mas não sei ir buscar as lágrimas...
Por mais que me esforce por ter uma grande pena de mim, não choro,
Tenho a alma rachada sob o indicador curvo que lhe toca...
Que há de ser de mim? Que há de ser de mim?

(...)