Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.




É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.




Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.

águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...

Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...

As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....

Bom dia!
Celebre mais um dia que chega e expresse sua gratidão a Deus por tudo que Ele já realizou em sua vida!

Não rasgo seda pra quem não vale um papel higiênico.

Ser professor é desempenhar um papel essencial na transformação social, mediando o conhecimento e promovendo práticas educativas que atendem às demandas atuais, com um compromisso ético e estratégias pedagógicas baseadas em evidências.

O sol brilha em seu caminho!
Que você desfrute de um dia maravilhoso!

" Se me fosse dado ouvir o teu coração uma vez ainda! Num único pulsar, apenas um, todo o meu cosmos — órfão de sentido — se ergueria em vibração, como se a eternidade tivesse sido redimida. Mas o que é a eternidade senão a repetição do mesmo? Nietzsche sussurra: “o eterno retorno é o peso do destino”.

" Tudo que for erigido em nome do amor é apenas um eco pálido diante do abismo que ele deixa no peito. Cada gesto, cada palavra, cada tentativa de tocar sua essência, fracassa miseravelmente, como se o próprio sentimento se alimentasse da nossa incapacidade de contê-lo. E tu sentes — com cada fibra, cada suspiro, cada lágrima silenciosa — que nada jamais será suficiente, que todo esforço humano é apenas sombra diante da luz cruel e imensa do que verdadeiramente amas. A dor é aguda, penetrante, e nos deixa nus diante do infinito, impotentes, chamando em vão o que nunca se deixa possuir por completo. "

O AMANHECER DA ALMA.


Quando a aurora rompe as sombras da noite, é como se um cântico silencioso atravessasse os espaços, convidando-nos a renovar o coração. O sol que desponta não ilumina apenas os vales, os montes e os rios; ele acende também uma chama íntima, recordando ao espírito humano que a vida é movimento, ascensão e promessa eterna de felicidade.
A beleza do dia que nasce não reside apenas no espetáculo da natureza, mas no símbolo que ele encerra. Assim como a Terra se veste de claridade após as horas escuras, também nós, viajores do infinito, somos chamados a emergir das sombras da dor, da ignorância e das provações. Cada manhã é, em si, um convite de Deus à esperança.
A vida espiritual não conhece crepúsculo definitivo. A morte, que tantos temem, é apenas o repouso de uma etapa, prelúdio de uma alvorada ainda mais bela. O espírito, imortal em sua essência, amanhece incessantemente. A cada existência, a cada experiência, desvela novos horizontes, amplia a visão, depura os sentimentos. Assim, a felicidade não é uma miragem distante, mas o resultado da marcha perseverante sob o olhar da Lei divina.
No alvorecer do espírito, a beleza maior não está no brilho exterior, mas na paz que nasce da consciência reta, no amor que se dá, na fraternidade que se semeia. A natureza ensina essa lição em silêncio: o sol não guarda sua luz, mas a reparte; a árvore não retém seus frutos, mas os oferece. Da mesma forma, a alma só encontra a verdadeira ventura quando aprende a doar-se, transformando cada amanhecer em um hino de gratidão.


Para meditar:


Que cada dia seja para nós uma alvorada da alma. Que aprendamos a saudar a manhã não apenas com os olhos voltados ao horizonte terrestre, mas com o coração aberto à eternidade. O destino do espírito é a felicidade; não a felicidade ilusória que o mundo oferece e retira, mas aquela que floresce no íntimo e que cresce, segura, à medida que nos aproximamos de Deus pela prática do bem.
Eis o grande chamado: viver o dia que se levanta como oportunidade sagrada de crescimento, luz e amor. E então, mesmo quando a noite dos sentidos chegar, traremos em nós a certeza luminosa de que uma aurora mais pura nos espera, porque o espírito jamais deixa de amanhecer.

Tem dias que tudo que a gente precisa é de um pouco de silêncio.


— Jess.

A beleza é uma porta aberta para a integração de uma pessoa em um grupo, a inteligência é uma janela aberta para a beleza interior.

A perfeição não é um cúmulo, mas sim um sonho

Eu sou os planos harmônicos de Deus que apresenta-se em todas manhãs.


Eu sou um inferno para o diabo.

Quando chegar na exaustão extrema, permita senti-la, e verá que é, na verdade, um relaxamento extremo.

"A crise da meia idade não é um colapso, mas um chamado. É o momento em que a alma exige mudança radical de direção”
Neumann

⁠Tecendo História.
Em perfeita sinfonia
Um bando de araras anunciava,
Os prelúdios de grandes transformações.
O vento quente de verão
Beijava com esplendor,
As perfumadas folhas das aroeiras.
E em veneração
As miúdas flores vermelhas,
Caiam feito tapetes
Por cima da terra dourada,
Ah! Terra adorada de Salvador!
Já o mar!
Com suas águas espumantes,
Trazia um povo fugido
Da tropa de Napoleão.
Ao desembarcarem,
Ondas de satisfação os invadiram,
Uma vez que o sabor adocicado,
Derreteu toda salmoura
Que até então
Envolviam a alma.
Porém, a coroa portuguesa
Ainda iriam provar,
Do gosto amargo de muitas batalhas.
Contudo, D. João VI decretou
As aberturas dos portos
E a comercialização inglesa,
Foi permitida.
Dentro de poucos dias,
A corte se despediu
Da região baiana
E mergulhou, na cidade maravilhosa.
Pedras sobre pedras
O Brasil foi erguido,
Deixou de ser colônia
Para ser Reino Unido.
Neste período Joanino
Construíram palácios, teatros e escolas.
A fauna e a flora foram rebuscadas,
Em “Belas Artes”.
Rio de Janeiro, à então capital do Brasil,
Era a que mais desfrutava
De todas essas melhorias.
No entanto, as demais capitanias
Se viam injustiçadas,
Já que os impostos, só aumentavam
E os laços internacionais se estreitavam.
Entretanto, a população lutava
Para se libertarem,
Das correntes políticas e econômicas.
Revoluções explodiram no Brasil
E também, do outro lado do atlântico
E os estilhaços de insatisfação,
Se espalhou por toda direção.
Dessa forma, D. João não teve saída.
Voltou para Lisboa,
Largando no Rio de Janeiro,
Seu filho Pedro de Alcântara,
Como príncipe regente.
O jovem governante se encontrava
Em uma maré de dificuldades.
Uma vez que a elite de Portugal,
Desejava restabelecer
A aliança colonial.
Então, a realeza exigiu,
Que o D. Pedro também retornasse.
Apesar disso, o príncipe decidiu
Trilhar o caminho separatista.
Facções se formaram,
Mas o povo confrontava,
E não aceitavam os retrocessos.
logo, um clube de resistência se formou
E o senado brasileiro recebeu,
Uma carta com milhares de assinaturas
Que defendia a permanência,
De D. Pedro no Brasil.
E como se dançasse um “minueto”,
O príncipe bateu os pés
E com a voz imponente declarou
Que iria ficar!
A corte combatia
Os privilégios brasileiros.
Ainda assim, influenciadores incentivavam,
Que D. Pedro continuasse a marchar
Em busca de mais autonomia.
Em meio a tantas tempestades,
Um feixe de luz inundou
A mente da princesa Leopoldina.
Posto que, o príncipe viajava
Para resolver alguns conflitos.
O poder agora se achava
Nas mãos, da jovem princesa.
Com adrenalina correndo nas veias,
Leopoldina convocou
Uma sessão extraordinária
Conduzida, por José Bonifácio,
Visto que era considerado,
Braço direito de seu esposo.
Corajosa e determinada,
A imperatriz assinou o decreto,
que iria escancarar as portas,
Da tão almejada liberdade.
De imediato, os sinos tilintaram,
Espalhando a grande novidade.
Já no litoral paulista,
O príncipe havia sido avisado,
Da valentia de sua Leopoldina.
De pressa, D. Pedro de Alcântara
Levantou a espada
E a sua voz, cortou o horizonte
Ao proclamar a independência do Brasil.
Enquanto isso,
O sol irradiava esperança.
E o rio Ipiranga,
Transcorria tranquilamente.
Outrora, se reinventava,
Contornava todas as pedras,
Que surgia em seu percurso.
Portanto, a natureza revelava
As dificuldades que a pátria,
Ainda iria atravessar.

O silêncio
é um verdadeiro patuá.
Guarda mistérios,
protege verdades
que a palavra
às vezes profana.


O silêncio
é um verdadeiro patuá,
pendurado no peito da alma
para proteger
aquilo que o mundo
ainda não merece ouvir.


O silêncio
é um verdadeiro patuá.
Nele são costuradas
as palavras que poderiam ferir
e as verdades
que o mundo não sabe ouvir,
interpretar e aceitar....
✍©️@MiriamDaCosta

A única diferença que eu vejo entre a superioridade de um bilionário e um mendigo é que se o bilionário perder a fortuna, ele se mata; já o mendigo não.

Me perguntaram por que eu coloquei um fim. Simples: não suporto o que jamais faria. Confiança, quando quebra, não se conserta.


— Jess.

É um jogo que obriga a fazer o que não gosta para poder manter o que gosta, porém, já precisando escolher entre descansar.