Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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Quem convive com abelhas não pode esperar um Beijo Doce...

Nunca provoque uma pessoa em seu Silêncio... Um vulcão adormecido não deixa feridos.

A inveja deveria ser considerada um crime hediondo contra a humanidade...

Existe um sonho inacabado dentro de cada um de nós... É isso que nos mantém acordados todas as manhãs.

Lírio

tu és tão pura e autêntica como um lírio no campo;
seus olhos… transcendem tamanha inocência e confiança;
ao teu lado me sinto amada, respeitada e segura;
faça de mim seu lírio e deixe-me representá-la diante de tua paixão e tua gentileza.

Relendo o livro que você me deu,
Em cada página, um eco do seu ser,
Tento amenizar a saudade que é,
Sentida em meu peito, um doce sofrer.


A cada dia que passa, a distância pesa,
Mas suas palavras me abraçam, me aquecem,
São lembranças que dançam, como a brisa,
E no silêncio, seus risos me tecem.


Se o tempo é cruel, a memória é forte,
E entre as linhas, encontro seu olhar,
Nessa leitura, um refúgio, um norte,
Até que um dia eu possa te encontrar.

"Não Quero Que Meu Desejo Seja
Apenas Uma Virtude ou Um Dever..
Quero.. Que Seja o Resultado de Dois
intelectos Envoltos Pela Razão Única
De Amar Com O Amor de Deus"
• Juliana.S.Morais •

A luz.

A luz cava a escuridão,
como as mãos de um poceiro cavam um poço.
Da escuridão da terra,
flui a água pura e cristalina…
Bons livros são poços de conhecimento!

⁠Cada um escreve a história que viveu...
Eu tenho história pra contar, e você?
Ja viveu?

Faça da sua oração um momento de lazer espiritual com Deus

O amor de Deus é como um orvalho que goteja em terra seca fazendo brotar o milagre.

Não se aproxime de Deus apenas por Ele ser o Todo-Poderoso, mas aproxime-se por ser um Pai dócil e afetivo.

Deus está pintando um lindo céu azul de amor para adoçar seus olhos!

O amor de Deus é como um horizonte infinito; alegra nossos olhos, e transborda nosso coração.

⁠Deus não está em busca de flerte. Ele quer um relacionamento.

O projeto socialista propõe a abolição da propriedade privada, substituindo-a por um modelo em que todos recebem moradias padronizadas, como se fosse uma assinatura governamental, à semelhança de um serviço de streaming. Já o projeto capitalista defende que o indivíduo seja dono da própria casa como resultado direto do seu esforço e trabalho. No socialismo, o que se observa é a transferência dos recursos do trabalhador para o Estado, que passa a concentrar poder e a se apresentar como provedor universal de bens e serviços, oferecendo tudo em forma de concessão, não de propriedade.

⁠CENTELHA JOANINA
De onde vindes São João?
Pouco importa a região
Pelas águas do Jordão
Lá se viu um João Batista
No solstício de verão
Outro era Evangelista
Qual será o seu mister?
A do São João Esmoler?
Predisposto em auxiliar
Peregrinos do buscar
Qualquer deles é São João
Sejam Todos combustível
À chama do coração!

⁠A felicidade não é um ponto de chegada senão a própria caminhada, desimportando algum tropeço com toda beleza de seu aprendizado.

⁠CARIRI DO SUL

Lá no embalo do Icamaquã
Que se irmana com o Butuí
Leva as lágrimas de um divã
Aqui no sul és meu Cariri

Caudaloso que tudo contorna
Entre correntezas e remansos
Quando o gaúcho não se conforma
Dando mais importância aos ranços

Uma nova mirada agora
Ainda que seja o mesmo rio
Que ele também leve embora
As angústias e os calafrios

Cerno de lei aqui radicado
Nenhuma tempestade te leva
E não há uma maior predicado
Que o amor pelo pago conserva.

⁠Havia um miúdinho,
sem nome nem passado,
nu, esquecido,
andava sozinho pela rua,
escaldante de tão gelada,
como sombra sem dono.
Tinha um corpo
feito de cortes e pedras,
parecia ter sido mastigado
por calçadas com dentes.
Era um pobre coitado,
seguido sempre
por um cão magro,
tão sofrido,
igual a ele.
Sentavam-se no pedregulho duro
à espera de um fim.
O miúdo, paciente,
esperava que o cão partisse,
descansasse no reino dos cães,
para então poder matá-la —
a fome.
O cão, por sua vez,
até aprendera a contar horas,
de tanto esperar que o miúdo,
vermelho de dor,
fechasse os olhos
e dormisse de vez.
Assim, ele saciaria a fome
com lógica cruel,
mas destino cego.
O cão não ladrava,
e não sabia truques,
era inútil.
O miúdo, por sua vez,
também não sabia nada,
nada lhe ensinaram.
Era inocente,
imprestável,
invisível ao mundo.
Ambos só serviam um ao outro,
à ninguém mais.
Certo momento...
o miúdo, já derrotado,
deitou a cabeça no granito
para poder descansar o seu corpo cansado,
o cão, desesperado,
cravou como os seus dentes podres
no peito nu do miúdo,
com dó e piedade,
pois isso ainda lhe restava.
Mas morreu também,
porque o miúdo,
coitado,
não tinha carne sequer
para alimentar um cão.