Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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"Onde está o cavalo e o cavaleiro?
Onde está a trombeta que tocava?
Eles passaram como chuva sobre as montanhas, como vento na pradaria.
Os dias se puseram no Ocidente, atrás das colinas para dentro da sombra."

Tem época que os Príncipes somem e a gente só encontra o cavalo. E pior, ainda vem com uma égua escondida !

A santidade as vezes vem montada no cavalo da dor.

⁠Dangerous, meu cavalo lindo, tolo demais para correr. Não aceitava nem rédeas nem chicote. Deveria ter sido um cavalo de guerra. Ele se cansou do pasto. Não conseguiu suportar a paz, o sossego e desistiu da vida... Agora está livre... Na escuridão.

~Cavaleiros e seus cavalos~
Para o cavaleiro não existe cavalo igual ao dele, é único e perfeito, não enxerga defeitos, não importa o preço e a linhagem, n liga dele ser magro, gordo, assustado, destreinado, lerdo, veloz, marrento, carinhoso, alto ou baixo,... não importa, para o cavaleiro seu cavalo é o melhor do mundo, mesmo que o derrube de seu lombo todos os dias ele ainda será perfeito...

Existem dois tipos de homens: o cavalheiro, e o cavalo. O que dá amor e carinho, e o que só sabe dar coice. O que sabe tratar bem, e o que adora tratar mal. O que sabe ser homem, e o que pensa que é homem.

Perdi meu peão,meu cavalo,minha torre e meu bispo ...E até mesmo minha Rainha...porém ainda é muito cedo para darem o xeque-mate

O mito do cavalo de Troia mostra que para conquistar algo é necessário estar dentro do que deseja e então tomar de surpresa o objeto de tua vontade, pois desse modo nenhuma resistência lhe deterá.

Quem muito dá bom dia a cavalo, vive a sorrir.

Creio que é normal se sentir às vezes o mosquito da bosta do cavalo do bandido.

Praga de urubu magro não pega em cavalo gordo.

⁠ter você é sorte,
melhor que trevo de quatro folhas.
melhor até que pendurar ferradura de cavalo na porta do quarto.
você é um talismã precioso,
mas não aqueles que você usa no pescoço,
mas aqueles que você carrega no peito.

Quem aceita favores do tirano e dele se vangloria, é como o cavalo de raça que em troca de uma boa ração aceita orgulhosamente o arreio que o aperta.

Há muito tempo que eu havia deixado de acreditar no príncipe encantado com seu lindo cavalo branco,em alguém que eu não conseguisse viver sem, não pensava mais em ‘’foram felizes para sempre’’. Na verdade a vida por si só tinha feito com que eu deixasse de acreditar nisso. A vida pegou todos os meus sonhos de Barbie e de romances de cinema e jogou tudo na privada no dia em que levei meu primeiro fora. E depois de chorar litros de lágrimas eu decidi que não pensaria mais em felizes para sempre. E mesmo depois de tanto tempo, eu continuo não pensando. Não penso em contos de fadas, nem em amores eternos como no Titanic. Conforme a idade vai chegando, você acaba percebendo que a vida real é muito mais interessante. Nos contos de fadas, a princesa nunca acorda o príncipe domingo de manha e faz amor com ele escondido, o príncipe nunca discute com a princesa dizendo que tem ciúmes do vizinho, a princesa nunca fala mal da roupa do príncipe rindo da sua cara por sua calça ser grande demais pra ele. A princesa nunca obriga o príncipe a comer maionese, e o príncipe nunca obriga a princesa a comer catchup como prova de amor. No conto de fada, o pobre príncipe tem que conhecer o rei, na vida real, é só conhecer o pai mesmo (apesar de que eu acho que conhecer o rei, nesse caso, é bem mais fácil). Nas histórias, o príncipe não ri do cabelo bagunçado da princesa, e a princesa nunca fala de boca cheia. Tudo isso porque contos de fadas, são só contos de fadas. A vida é bem mais que isso. A vida é bem mais engraçada, mais divertida, mais picante também. Sinceramente, eu não troco meu homem por um engomadinho das histórias de reinos encantados. Não troco minha história com ele por um simples final feliz e viveram felizes para sempre. Que para sempre é esse? Eles brigaram? Reconciliaram-se? Viveram uma crise financeira? Discutiram sobre a comida do jantar? Vai saber... Esse viveram felizes para sempre deles não me satisfaz, e feliz de mim que cheguei a essa conclusão. Não quero passar a vida beijando sapos a procura de um príncipe.Eu tenho em casa algo muito melhor (e já me dá um arrepio na nuca em pensar que nesse momento ele está me esperando cheio de amor pra dar). Isso que ele nem vem me buscar de cavalo branco, a gente vai de ônibus mesmo. E olha, não que eu não consiga viver sem ele, é só que eu não quero viver sem. Não vejo graça em viver sem. Não quero promessas de finais felizes e de vamos viver felizes para sempre. Quero apenas o que tenho, amor de sobra, pra dar e vender. Quero apenas ser feliz, sempre.

Malandro é o cavalo-marinho que vive no mar para não puxar carroça!

PERGUNTA

"Corpo minha casa
meu cavalo meu cão
que hei de fazer
quando estiveres no chão


Onde hei de dormir
Como irei cavalgar
O que vou caçar


Para onde irei
Sem montaria
bem ávido e rápido
Como hei de saber
se nas moitas à frente
há perigo ou tesouro
quando Corpo meu bom
e fiel cão morrer


Como será
deitar-me no céu
sem teto nem porta
nem janela para olhar


Com nuvens a passar
como me esconder?"

O PEQUENO PRÍNCIPE PRETO

O pequeno príncipe chegou
montado nem seu cavalo preto.
Preta também era sua cor
cor de menino perfeito.

Mas é claro que alguém estranhou
pois nas histórias que ouvimos
os príncipes têm outra cor
não a cor deste menino.

Ao que príncipe respondeu;
Do lugar de onde venho
os príncipes são todos pretos
os reis, as rainhas, todo o reino.

E aqui, pelo que vejo.
tem tanta gente pretinha!
Vou pro curar uma princesa
e fazer dela minha rainha...

Para que um dia as histórias
possam ter cor diferente
uma cor que também é bela.
Uma cor que traduza a gente!

Arrisca muito quem ousa montar em cavalo bravo.

Status: Apaixonada pelo cavalo que veio no lugar do príncipe.

Meu cavalo e meu cachorro


Meu cavalo e meu cachorro
Não regalo, não troco e não vendo.
É bom ficar sabendo
Que não tem pila no mundo
Que compre o meu Clinudo,
Muito menos o meu Guaipeca.


Desconheço nessa vida
Quem me seja mais parceiro,
Mais fiel, mais companheiro
Na lida, na mangueira, no galpão,
Nas horas de solidão
E nas funções de campeiro.


E quando vamos ao bolicheiro,
Um espera pelo outro.
É assim desde potro,
E de cusco criado guacho,
Um roendo meu barbicacho,
Outro patinando lá na cocheira.


Mas eu me apeguei às porcarias
Que pra mim são como gente,
Mais serventia que muito vivente
Que anda a esmo pra nada.
Com eles eu dou risada,
Choro nos dias tristes,
Mas a felicidade existe
Quando vejo os dois na volta:
Um levando minhas botas,
O outro tirando o buçal.
Nem aparentam animal,
E com franqueza lhes digo:
Não há melhor amigo.


É verdade, não leve a mal.
O Guaipeca parece falar,
E o Clinudo só pra indicar:
Na sombra da figueira
Relincha com a forneira
Só pra vê-la gritar.


E pode até parecer
Que eu, por certo, tô louco,
Mas me importa muy pouco.
Só me ponho preocupado
Com esse mundo mal domado,
Por certo mal enfrendado,
Ou tardaram na puxada,
Erraram no bocal,
Nesse reparte desigual
Donde reina pila e ganância,
Que transforma grandes estâncias
Em pedaços de piquete.


Eu, no mais, só um jinete
Que gosta do meu Clinudo
E do Guaipeca orelhudo,
Já velho, quase sem dentes,
Que deixo jas pra semente,
Apenas a tradição:
Rancho, mangueira, galpão.


Nesse pedaço de campo,
Donde a luz dos pirilampos
Ainda à noite aparece
Pro índio fazer uma prece,
Que o pampa é chão sagrado
Pra aprender com o passado,
Que o pouco ainda é um regalo,
Que um cusco e um cavalo
Têm valor e têm estima.


Assim se declama e se afirma,
Nesses versos macanudos:
Não vendo o meu Guaipeca,
Muito menos meu Clinudo.


Renato Jaguarão