Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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Palavras de um Suicida

Transtorno!!!
Agonia!!!
Quem é você?
Necessidade...
Caridade...
Humanidade...
Amor?
Porque estou sem dor?
Dói tudo, mas não sinto nada.

Oh!!! Obsessão, ilusão, compulsão.
Louco, eu? Não.
Apenas nesse momento.
Aflição, relação, paixão, desilusão.

Quem sou eu?
Zeus? Deus? Ou apenas mais um EU?
Tristeza, moleza, fraqueza.
Vem me amar...
Mar, bar, jantar, amar.
O que será de mim?
Fim, afim, Nada pra mim?

Fecho os olhos não sinto nada.

Será que isto é,
Sorte ou Morte?

A experiência de vida faz-se não pela quantidade de tempo que se vive, mas pela intensidade dos momentos vividos.

Sinto Sua falta...
Assim Como as estrelas sentem a falta do sol
Sobre os Céus escuros da noite...

Infiro os transeuntes e suas relações insociáveis...
Aquele que nos livros procurava esquecer o profundo ermo e o distúrbio inato e incurável.

Inserida por PoetOfTheBlues

Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!

Inserida por PoetOfTheBlues

Os ventos murmuram o padecimento da tramontana, pensamentos batelados vagam ermos de si mesmos sobre está choupana velha, em deslumbre
dessa antropofobia que em momento algum já olvinado
atrás de devaneios e euforia.

Inserida por PoetOfTheBlues

Em noites como esta apenas a lua uiva para a escuridão dos céus...

Inserida por PoetOfTheBlues

Somos Soldados de Nós mesmos,
Exércitos de um homem só
Poetas de Mentira
Astronautas de pó
Vivemos, Sonhamos e morremos
Amargurados pela vida
Não vivida de um tempo vivenciado de mentiras.

Inserida por PoetOfTheBlues

(...) Sabe numa dessas noites em que estamos com o farol baixo?
Apenas vagando a procura de migalhas?
Quando olhamos em volta e percebemos que estamos sozinhos...
Quando bebemos ao ponto de esquecer quem somos?
É.. foi numa dessas noites estreladas, com uma pequena chuva fina
Na companhia dos ventos do minuano
em que o Diabo cruzou meu caminho
Ele apareceu Vestido em um terno alinhado, cigarro a orelha
e em sua mão um whisky 1955, roubado dos campos dos vietnamitas
Olhou em meus olhos e me perguntou se tinha fogo
logo saquei do que me alimenta e ele sorriu
singelo como um anjo me convidou para um trago"

Inserida por PoetOfTheBlues

Então você abre os olhos lentamente, olha aos lados, procura por debaixo da cama e descobre que está totalmente só, Vai até a cozinha, abre a geladeira como de costume, são 3 horas da manha e a unica coisa que pode lhe fazer companhia e lhe manter aquecido é um cigarro. Enquanto a fumaça vagarosamente se condensa com o nariz um breve momento vem a sua cabeça e lá ele martela seu coração. 15 minutos se passaram, não tem para onde ir, nem lugar para se esconder. 23/04/2014

Inserida por PoetOfTheBlues

É a primeira coisa que você vê quando abre os olhos...

Inserida por PoetOfTheBlues

Tudo que tenho é este momento enquanto caminho sobre a estrada olhando para as estrelas... São coisas que ainda lhe mantem viva dentro de mim, é algo com que tenho que conviver todos os dias.

Inserida por PoetOfTheBlues

Se não fosse as estações do tempo que passaram e o medo que me corroí de perder de vez a esperança que carrego junto comigo..

Inserida por PoetOfTheBlues

A unica esperança que tenho é a incerteza do seu coração... Depois de tanto tempo, tenho medo de lhe dizer coisas que nunca disse.

Inserida por PoetOfTheBlues

Alguns dizem que nunca amaram, outros que o amor é passageiro vem e vai como os trilhos de um trem...
Eu digo que só se ama uma vez na vida e que estamos
fadados a solidão.

Inserida por PoetOfTheBlues

Criminosos fogem, pessoas saem feridas. É parte do trabalho.
Mas se não se permitir um descanso, não será útil para ninguém. Porque estará morto.

Mais vale um jumento vivo que um filósofo morto, mas é melhor morrer como filósofo do que viver como jumento.

"Sou um menino que envelheceu logo à nascença. Dizem que, por isso, me é proibido contar minha própria história. Quando terminar o relato eu estarei morto. [...] Mesmo assim me intento, faço na palavra o esconderijo do tempo”.


( em "A varanda do frangipani", Lisboa: Editorial Caminho, 1991.)

Foi o amor que te elevou às nuvens a ponto de seres considerado um morto, porque só os mortos atingem a altura dos céus.

Paulina Chiziane
Niketche: Uma história de poligamia. São Paulo: Companhia das Letras. 2004.

⁠Só há duas condições para um paciente meu sair da minha frente: estando curado ou morto.
(Kureha)