Um Amor Amigo Companheiro
Alegria é ter alguém com quem compartilhar a vida. É ter alguém com quem você pode contar nas horas boas e nas horas ruins, alguém que não vai te julgar quando você errar, e sim te ajudar a superar e a melhorar. É ter alguém sem cobranças, sem exageros, que independente de tempo e distância você pode procurar e te trará normal. Alegria é ter um amigo, é ter um companheiro, é ter alguém para dividir uma risada, para partilhar um abraço, alguém para viver a vida. Alegria é saber que mesmo a pessoa não estando ali, naquele exato momento com você, você não está sozinho, é saber que em algum lugar por aí tem alguém que se preocupa com você, alguém que deseja seu bem. Alegria é ter alguém para cuidar e que cuide de você. É ter alguém que quer te ver feliz, alguém que quer te fazer feliz. Alegria é viver e a aproveitar os melhores momentos da vida, com alguém.
Mulher de TPM.
Está escrito além das estrelas, que com mulher de TPM não se brinca. Mulher de TPM é um caso sério!.
Descrevendo uma mulher de TPM: Pense um uma montanha Russa, daquelas enormes, cheias de voltas, altos e baixos. Aquela que você olha e já fica com medo. Aquela que começa a percorrer pelo trilho bem devagarinho, e começa a ganhar força, quando se vê, já deu trezentas voltas de 360º.
A mulher já nasce com o desafio de ser mulher, de superar as crises de TPM e o homem companheiro, só tem o encargo, o não tão simples encargo de acompanhar essa fase turbulenta. O homem deve acompanhar a mulher, o homem inteligente estuda o comportamento da mulher de TPM, procura entender o que se passa.
Primeiro vem a fase da falta de paciência, a vontade de esganar com o olhar. A fase das respostas afiadas, das irritações repentinas e sem motivos. A fase de querer o silêncio e as requisições de concordâncias rápidas. O homem inteligente, nessa fase aprende a agir com cautela, sabe o que dizer e a hora de dizer.
A segunda fase é aquela em que a mulher precisa de um docinho, depois da fase azeda. Normalmente o doce é aquele feito com aquela frutinha que dá na árvore chamada cacaueiro, os mais experientes sabem que é o chocolate. Muito chocolate. Dá chocolate para a moça! Branco ou preto, com castanha ou sem, ao leite ou 100% cacau, meu amigo, é disso que a mulher precisa!. Chocolatinho, para controlar a vontade da mulher de extrair o dente da frente de outra pessoa com a força que ela nem imagina que tem. Porém é nessa fase que começa o impulso para a terceira etapa da TPM. Com os chocolatinhos vem as espinhas, algumas gordurinhas a mais, fase em que a mulher se olha no espelho e tenta entender porque não nasceu igual as mulheres das capas de revistas, pele de pêssego, magra, com tudo no lugar certo. Resolve se olhar no espelho com o chocolate na mão e faz uma análise critica de si mesma, observa minuciosamente e enxerga até os defeitos que não tem. Nessa fase é que o homem companheiro precisa entrar em ação mais do que nunca. É nessa fase em que o homem super dotado de neurônios pode domar o leão no corpo de mulher. No momento em que a mulher entra nesse circuito da TPM, precisa de muito carinho, elogios. Quando ela se sente a mulher mais feia do Universo, o companheiro precisa ter lábia de um especialista, fazer a mulher pensar o contrário, sentir o contrário. Fazer a mulher se sentir única, dar carinho, atenção, encher de cafuné, de beijos. Nessa fase o homem deve aproveitar a fase da conquista.
Se algum dia, alguém encontrar um homem que não reclame de uma mulher com TPM, ele precisará entrar no livro dos recordes.
Aguentar uma TPM não é simples, mas ser mulher também não é. Tão doce e tão azeda, depende do modo e do momento.
Companheiros são raros…
Ratos não são raros.
… mas a culpa é nossa que buscamos o raro entre os ratos.
Às vezes, tudo o que você precisa é
que um amigo chegue pra você e t
e diga de uma forma bem clara o q
uanto você tem sido IDIOTA!
Mulher é mesmo um ser engraçado:
Um amigo vai visitá-la e ela tem vergonha de abrir a porta porque está só de lingerie e vai se vestir.
Depois os dois saem e vão à praia, com ela vestindo um micro-biquini que todos podem olhar... ;D
11. M de Mensagem
D. Dinis
Na noite escreve um seu Cantar de Amigo
o plantador de naus a haver,
E ouve um silêncio múrmuro consigo:
É o rumor dos pinhais que, como um trigo
De Império, ondulam sem se poder ver.
Arroio, esse cantar, jovem e puro,
Busca o oceano por achar;
E a fala dos pinhais, marulho obscuro,
É o som presente desse mar futuro,
É a voz da terra ansiando pelo mar.
Tenho um amigo que foi preso, acusado de corrupção.
Como cidadão, tenho de reprová-lo.
Como amigo, não posso deixar de estender-lhe a mão...
Então chegou o outro. Primeiro por telefone, que era amigo-de-um-amigo-que-estava-viajando-e-recomendara-que-olhasse-por-ele. Se precisava de alguma coisa, se estava mesmo bem entre aspas. Tão irritante ser lembrado da própria fragilidade no ventre do janeiro tropical, quase expulso do Paraíso que a duras penas conquistara desde sua temporada particular no Inferno, teve o impulso bruto de ser farpado com o outro. A voz do outro. A invasão do outro. A gentil crueldade do outro, que certamente faria parte do outro Lado. Daquela falange dos Cúmplices Complacentes, vezenquando mais odiosa que os Sórdidos Preconceituosos, compreende? Mas havia algo — um matiz? — nessa voz desse outro que o fazia ter nostalgia boa de gargalhar rouco jogando conversa fora com outras pessoas de qualquer lado — que não havia lados, mas lagos, desconfiava vago —, como desde antes daquele agosto desaprendera de fazer. Ah, sentar na mesa de um bar para beber nem que fosse água brahma light cerpa sem álcool (e tão chegado fora aos conhaques) falando bem ou mal de qualquer filme, qualquer livro, qualquer ser, enquanto navios pespontavam a bainha verde do horizonte e rapazes morenos musculosos jogassem eternamente futebol na areia da praia com suas sungas coloridas protegendo crespos pentelhos suados, peludas bolas salgadas. Respirou fundo, lento, sete vezes perdoando o outro. E marcou um encontro.
"Uma das funções principais de um amigo consiste em sofrer, sob uma forma mais doce e simbólica, os castigos que desejaríamos e não podemos infligir aos nossos inimigos."
Quando comecei essa coluna, queria cometer alguns erros idiotas. O que não percebi é que cometi o maior erro da minha vida.
Se não posso estar lá, fecho os olhos e vou, voo, flutuo pra onde o encanto quer ficar. Nada segura um sentimento, um afeto, um pensamento. As mãos podem ficar longe, os beijos podem não acontecer, mas não há coisa alguma que tenha a força de prender um coração, nada, nem muros, nem prisão podem me fazer não imaginar, não pensar, não querer você.
É possível descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de brincadeira do que num ano de conversa.
Nota: Pensamento muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Platão. É uma paráfrase do que Richard Lindgard escreveu no seu livro de 1907: Link
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