Um Amor Amigo Companheiro
O Beijo: Portal Entre o Corpo e a Alma
O beijo, para mim, é mais do que um toque de lábios. É um portal entre duas dimensões, a passagem que conduz ao outro, a chave que abre o corpo e a alma.
Ele é a senha de todos os gatilhos, acende chamas, desperta desejos. Mas, mais do que isso, é conexão. É o arrepio que denuncia a entrega, a profundidade que dissolve barreiras, a fusão que antecede o infinito.
Por isso, não dá para tocar qualquer boca sem desejar se aprofundar por inteiro. Um beijo sem alma é um gesto vazio, um desencontro. Mas quando há entrega, ele se torna passagem, arrepio, fusão. Ele dá profundidade ao instante e transforma o desejo em algo maior.
Um beijo nunca é só um beijo. É a porta de entrada para tudo que pode ser.
Olhar Que Recua no Tempo
O olhar é uma janela para o passado, um portal silencioso que nos permite voltar, ainda que por um instante, ao que já foi. Cada fotografia é um elo com o tempo, uma chance de recuar para uma memória distante, mas vívida, que se mantém viva dentro de nós. As imagens não são apenas representações do que vimos, mas sim fragmentos do que sentimos, capturados para resistir ao esquecimento.
Ao olhar para uma fotografia, não estamos apenas observando o que foi; estamos revivendo. O lugar, as pessoas, a atmosfera, tudo aquilo que estava presente naquele instante, ressurge no olhar que agora se aprofunda. O recuar no tempo é mais do que uma simples lembrança, é a reconstrução emocional de um momento que nos marcou, que ficou registrado não apenas na imagem, mas na alma.
As memórias, por sua natureza, são feitas para isso: para que possamos retorná-las quando desejamos, para que possamos reviver as experiências que nos moldaram. A fotografia nos dá a oportunidade de revisitá-las, de voltar a sentir o que sentimos, a ver o que vimos e a reviver o que nos tocou. Ela não apenas preserva o passado, mas nos dá o poder de retornar a ele sempre que necessário.
Imortalizados pela imagem, aqueles que foram capturados naquela fração de tempo permanecem conosco. E, por meio do olhar, nós também, como testemunhas e fotógrafos, nos tornamos parte dessa eternidade, imortalizando não só o momento, mas a essência que ele carrega. O olhar que recua no tempo não busca apenas o que foi, mas o que permanece, o que nunca se apaga, e nos lembra que a memória é, de fato, o que nos faz reviver.
Sou um caos extremamente organizado.
Minhas ideias se constroem em fios que parecem soltos, mas que só eu sei onde levam.
Minhas certezas florescem num solo cheio de dúvidas, como quem insiste em viver mesmo sem garantias.
E eu, cansada, continuo tentando existir com alguma dignidade no meio das minhas tempestades internas.
Quero voar, mas tenho medo de tirar meus pés do chão.
Medo do impulso, do salto, do desconhecido.
E, ainda assim, há uma calmaria silenciosa dentro de mim, pequena, quase tímida
mas que me chama.
Uma voz suave que diz que o vento não veio para me derrubar,
veio para me carregar.
Talvez eu ainda não saiba voar,
mas já começo a sentir que posso.
Porque a calmaria também mora em mim,
mesmo quando o mundo inteiro parece barulho.
Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.
Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.
Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?
Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.
Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.
Um dos mais elevados deveres humanos é o dever do encorajamento... É fácil rir dos ideais dos homens; é fácil despejar água fria no seu entusiasmo; é fácil desencorajar os outros. O mundo está cheio de desencorajadores. Temos o dever de encorajar-nos uns aos outros. Muitas vezes uma palavra de reconhecimento, ou de agradecimento, ou de apreço, ou de ânimo tem mantido um homem em pé.
Parece um sonho
Parece um sonho que ela tenha morrido!
diziam todos... Sua viva imagem,
tinha carne!... E ouvia-se, na aragem,
passar o frêmito do seu vestido...
E era como se ela houvesse partido
e logo fosse regressar de viagem...
- até que em nosso coração dorido
a Dor cravava o seu punhal selvagem!
Mas tua imagem, nosso amor, é agora
menos dos olhos, mais do coração.
Nossa saudade te sorri: não chora...
Mais perto estás de Deus, como um anjo querido.
E ao relembrar-te a gente diz, então:
Parece um sonho que ela tenha vivido!
Diariamente um pôr do Sol lhe é oferecido para refletir e virar as páginas de sua vida. Use-o como um ritual. Revise-se, repasse suas decisões e pensamentos... e siga em frente!
Atrás de uma pessoa fria, sempre tem um coração quebrado. Cabe a você decidir se vale a pena consertá-lo ou não.
Não quero ser um obstáculo em sua vida, não quero ser o fardo a pesar em seu ombro, não quero que troques tua felicidade por mim, quero mais que tu vivas bem, que sejas feliz em lembrança aos poucos bons momentos que tivemos...
Marshall: Antes achava que a família era um direito. Na verdade, é um privilégio. E deve ser ganhar.
A chuva não é grande coisa. Mesmo que você seja a única pessoa sem um guarda-chuva, está tudo bem. Apenas se molhe. Se molhe e corra.
Gostaria de poder voltar atrás e fazer diferente. A vida é um efeito borboleta. Para cada ação tem uma reação e o rumo da vida muda. É preciso fazer escolhas sensatas. E, por vezes, só aprendemos a medida que erramos. Portanto, pare, pense e escolha fazer o que acha certo.
Eu posso até, e provavelmente vou, olhar para trás. Mas vou continuar seguindo em frente com um sorriso levado no rosto e pura determinação no olhar. Sem medo de trilhar novos caminhos. Sem medo de mudar tudo de vez em quando.
O emocionalismo é um subproduto da esperança e do medo, do apego e da aversão. Temos esperança porque estamos apegados a alguma coisa que queremos. Temos medo porque temos aversão a alguma coisa que não queremos. Precisamos interromper as oscilações extremadas do pêndulo emocional para podermos encontrar um eixo de equilíbrio.
Quando começamos pela primeira vez nosso trabalho com as emoções, aplicamos o princípio de que o ferro corta o ferro, o diamante corta o diamante. Usamos o pensamento para transformar o pensamento. Um pensamento raivoso pode ter como antídoto um outro que seja compassivo ao passo que o desejo pode ter seu antídoto na contemplação da impermanência.
Amy: Não entendo em um minuto ela quer casar com você e no outro ela quer te matar.
Doctor: Fizeram lavagem cerebral nela. Para ela tem sentido. Além disso, ela é uma mulher.
Um homem que não lê absolutamente nada é mais bem instruído do que um homem que não lê nada além de jornais.
