Um Amor Amigo Companheiro
Para hoje:
Uma flor-amarela no cabelo
Uma esperança bonita no olhar
E na boca um desses risos bobos sem motivo.
Assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol, escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais luminoso e vibrante das coisas que lhe acontecem.
Nossa percepção é seletiva, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de perceber o restante.
Você já reparou como é fácil ficar de baixo-astral?
Uma conta para pagar...
Não ganhar todo o dinheiro de que se precisa...
Não ter a aparência que se gostaria de ter...
Não ser valorizada no trabalho...
Não ter encontrado o sucesso, ou um grande amor...
É por isso que frequentemente não nos sentimos bem. Depositamos nossa atenção no que nos falta, no que nos magoa...E ocupamos nossa mente com pensamentos preocupantes sobre o futuro. Enfim, deixamos a nossa mente à deriva, torturada por pensamentos negativos que nos dominam.
Na verdade a maior parte do tempo, estamos lutando com a vida, não aceitando o que ela nos traz... E quando não aceitamos aquilo que é, e nos concentramos no que deveria ser, nos frustramos, sofremos cada vez mais, ao ponto de perdemos o sentido da existência...
Sou apenas um caminhante
Que perdeu o medo de se perder
Estou seguro que sou imperfeito
Podem me chamar de louco
Podem zombar das minhas ideias não importa!
O que importa é que sou um caminhante
que vende sonhos para passantes
Não tenho bussula nem agenda
Não tenho nada,Mas tenho tudo
Sou apenas um caminhante
À proucura de si mesmo.
Entendi que não se conhece um ser humano pela doçura da voz,pela bondade dos gestos ou pela simplicidade das vestes,mas tão somente quando se lhe dá poder e dinheiro.
Não importa quantos golpes eu leve, sempre encontro um jeito de me levantar. Porque a única coisa que impede que esta cidade caia no esquecimento sou eu.
As pessoas não nascem boas ou ruins. Talvez nasçam com tendências a um caminho ou outro, mas é a maneira como elas vivem a vida que importa.
Talvez um dia eu vá rastejar de volta para casa, exausta, derrotada. Mas não enquanto eu puder criar histórias a partir do meu desgosto, beleza a partir da tristeza.
Quando realmente ficares triste e com a mente perturbada, recomendo que convoques um exército para combater as feras que tendem a te enjaular. Eis os soldados: poetas, palhaços e novos amigos.
Tenho seis mil setecentos e noventa e um motivos para gostar de você, e apenas um para não gostar. Entretanto, minha fraca memória só me permite lembrar os primeiros.
Segunda-feira é um dia intrigante. A gente tem a sensação de que está no lugar errado e na hora errada.
Ver o pôr do sol e, por um segundo, sentir uma alegria enorme. Depois, uma espécie de medo sem pergunta e a tristeza crescendo fazendo nascer a vontade de morrer. Ou de viver ainda mais, com muito mais intensidade.
Te conheço melhor que qualquer um, melhor que você mesmo. Apenas não sei o que fazer com essa informação.
Um país se faz da educação. Quem planta arma, colhe corpo no chão. Temos que acreditar nas favelas, nos cortiços, chega de morrer por migalhas, de mofar em presídios!
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais: nem sempre meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime; às vezes restringi-lo dá-me uma sensação de força interna.
Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.
