Temos uma vida e morte várias. Passamos a vida morrendo: de ódio, de amor, de raiva de preguiça de dor, de alegria, de cansaço, de saudade...
Morre-se de tudo um pouco todo dia. Até de felicidade, morremos. Mas um dia a verdadeira morte chega e nos leva... E não morremos mais. De nada.
Alguém (...), o seu pai ou o meu, devia ter nos dito que é muito raro alguém morrer de amor. Mas milhões já morreram, e morrem a cada hora – e nos lugares mais estranhos! – de falta de amor.
A razão é o princípio da verdade, não do amor, porém não há verdade sem amor nem amor sem verdade. Não amamos porque sentimos amor, amamos porque Cristo, que é a verdade, ensinou-nos a amar. Por isso, é preciso aprender a amar! Mesmo com um coração sem razão, ainda assim, é preciso aprender a amar!