Tudo Oque eu Sentia Acabou

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A lua de prata, a natureza rica e tão bela, o sol de ouro ... Tudo presente na vida, por Deus que é nosso maior tesouro!

Resiliência é a capacidade , mesmo quando parece tudo está acabado , de erguer forças interior pela fé e prosseguir a caminhada , mesmo com o corpo exausto e os pés dilacerados .
João Batista Barbosa

TUDO OU NADA!

João, José, Maria ...
Nomes comuns... Entre letras combinadas
Mundo cheio de nomes
Cheio de padrões para os homens
Você, eu , tu ,ele, nós...
Todos ou ninguém!
Tudo ou nada!
Indivisível nada
Pois somente entendemos
Que no meio do caos e do breu
Não fosse a Luz, nada existiria!
Igrejas , famílias, sociedade...
Num círculo entre obrigações e direitos.
Muitas vezes ouvimos, falamos
Imposições entre palavras soltas no ar
Cabeça, olhos, mãos, pele, coração
Pensamentos, olhares, emoção
Encantos e desencantos...
Entrosamento superficial?
Parece que vivemos em contradições
Ou talvez estejamos nos encontrando.
Seja o que for devemos assumir
que não sabemos ao certo
Entre enfrentar o tudo ou o nada!

AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

PURO AMOR

Tem gente que tem tudo
Tem gente que nada tem
Gente com tao pouco
Gente com quase nada
Sabe viver com o que lhe convém
E dribla a vida com alegria
No aconchego do seu jeito
Onde com certeza brilha
A luz que enche o peito
Onde nunca faltam sorrisos
Pois sua alma trilha a verdade
Não existe nenhuma maldade
Pois o que o que importa
Nessa estreita porta
É ter sopro pra viver em paz
Muitos que muito tem
Muitas vezes vivem perdidos
Deixam a ilusão dominar
Pensam ser donos do mundo
Daí partem para extravagâncias
Atraídos por suas ganâncias
Surgem pensamentos negativos
Mesmo no meio de tantos atrativos
É que nada mais faz sentido
Pois não percebem que na vida
Que na beleza ao seu redor
São encontradas nas coisas simples
São vividas na simplicidade
Onde poucos alcançam a humildade
Pra viver essa missão com lealdade
Revelando que o bem da humanidade
Mesmo meio a diversidade
Ter mente onde habita de verdade
A forma de se viver bem
Com aquilo que realmente tem
Mas tem gente que pra viver
Acha que muito precisa
Não ouve quem avisa
Que a cada segundo se respira
Sentir que a cada volta que gira
Existe o verdadeiro valor
Onde tudo possa surgir
Com base no puro amor!

João Batista Barbosa
Poesias

FALAR!

Falam-se tantas coisas a respeito de tudo
Falam-se de realidades e também de utopias
Falam-se do passado , do presente e do futuro
Falam-se da vida dos outros
Falam-se de vitórias e choram as derrotas
Falam-se do tempo, frio, calor, temporal ou calmaria
Falam-se do bem estar do próximo
Falam-se de tudo um pouco
ou do pouco se fala muito.
Mas enquanto falam-se assim ou assado
muitas coisas se arrumam ou desarrumam
depende da forma como expressam o falar.
E assim as palavras tomam vida
ou delas se expressam condenações!
Falam-se e falam-se e que falem sempre
pois o mundo não pode calar!
Então que busquemos falar do bem , do amor!
Falemos da amizade , das lutas, dos prazeres!
Falemos do que possa existir nesta terra
e também do que fora dela existe ou imaginamos.
O que não podemos jamais esquecer
que palavras foram geradas
para expressarmos emoções
entre a razão ou o inifinito sonhar
e através do coração para sempre falar.

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS...

⁠Em tudo que você realiza têm sempre alguém querendo ocupar seu espaço, não para fazer melhor o seu trabalho mas por pensar que o lugar que você está é melhor que o dele.

Tudo que podemos oferecer para tornar os dias melhores para alguém, já faz grande diferença em nossas vidas também. Pois é doando que se recebe, mesmo que não esperando nada em troca.

Vamos em frente, pois nada é certo e tudo pode acontecer, inclusive nada...

A fé, antes de tudo, é cega mas a alma sente, então crê

⁠Na vida nem tudo vale a pena.
Porém, não preciso de tudo para ser feliz.
Sua companhia já me é suficiente!

O FIM DO MUNDO


Em uma tarde do ano de 1977, no município de Simplício Mendes, tudo indicava que seria apenas mais um dia comum. Como de costume, a criançada corria e brincava pelas praças do centro da cidade. Nas calçadas, havia muitas cadeiras e gente conversando ou apenas apreciando o final da tarde, um hábito bastante comum naquela época. No abrigo da praça, a velha radiola tocava, e lá dentro José Olimpio e Baíca vendiam seus picolés e sorvetes.


Nesse momento, um homem passava com uma tropa de jumentos carregados de lenha para vender nas residências. A lenha era o gás de cozinha de hoje. Tudo transcorria normalmente. Mas, de repente, o que era só tranquilidade e rotina agitou-se, motivado por um estranho objeto barulhento que descia do céu.


Todo mundo se assustou. A meninada correu para casa, os adultos trancaram as portas, e três irmãs da família da senhora Sinhá Campos que moravam em frente à praça e nessa hora conversavam animadamente na calçada, apavoraram-se e começaram a rezar e ao mesmo tempo correr para dentro da casa, gritando que era o fim do mundo.


O estranho objeto desceu na pracinha em frente à casa do saudoso Dr. Antônio, que nessa época era apenas um campinho de piçarra rodeado de pedras de calçamento, onde a criançada jogava bola, brincava de pião, pipa, etc.


Naquele tempo, ainda não existia o campo de aviação. Lá era só mato. Depois do grande susto, veio a explicação: o objeto estranho era um helicóptero que trazia políticos de Teresina para Simplício Mendes


Como os meios de comunicação da época se resumiam praticamente aos correios, houve uma falha de comunicação. Os políticos da cidade esperavam que eles viessem de carro, e não de helicóptero. Se hoje essa máquina voadora ainda causa curiosidade, imagine naqueles velhos tempos.

"Alianças firmadas na hipocrisia compartilham do mesmo destino: o colapso de tudo o que carece de verdade."

As feridas foram tão frequentes que aprendi a sempre guardar tudo o que sinto, a não falar demais por saber que ninguém vai se importar, a ficar de longe por saber que ninguém vai me notar.

"A agressividade é um fogo silencioso: ou você o domina, ou ele queima tudo o que toca — começando por você."

“Resiliência não é levantar rápido; é continuar respirando quando a vida faz de tudo para te ensinar a desistir.”

“O limão me ensinou que nem tudo que arde é castigo — às vezes é só a vida espremendo o que há de mais forte em mim, até eu perceber que minha acidez também cura.”⁠

“Chamam o cacto de espinho — mas ele floresce exatamente onde quase tudo desistiu de viver.”

“O marrom não nasceu para brilhar como as outras cores — nasceu para lembrar ao mundo que tudo o que sustenta a vida nasce da terra, do barro, daquilo que poucos admiram, mas sem o qual nada permanece de pé.”

“Na bacia de água parada, tudo que ignoramos ganha forma.”

“A marca do copo na mesa permanece — como tudo que tentamos apagar, mas nunca sai.”