Tudo Oque eu Sentia Acabou
No fim, são os semelhantes — não em tudo, mas no essencial — que se reconhecem. São eles que encontram um solo comum onde a vida floresce sem esforço, onde um novo horizonte pode ser construído com beleza, verdade e futuro.
“Quando tudo estiver ruim, lembre-se: o fruto de um dia difícil pode ser uma vida ainda mais extraordinária.”
Que hoje possamos oferecer o melhor de nós.
Não apenas quando tudo estiver bem, mas principalmente quando os dias forem difíceis.
Não apenas para quem pode nos oferecer algo em troca, mas também para quem simplesmente precisa de uma palavra, um gesto ou um pouco da nossa atenção.
Que possamos trabalhar com propósito, falar com sabedoria, agir com honestidade e tratar cada pessoa com respeito.
Nem sempre podemos mudar as circunstâncias, mas podemos escolher quem seremos diante delas.
Faça o seu melhor.
Dê o seu melhor.
Seja o melhor que tu consegue ser hoje.
Porque, no final, talvez o verdadeiro sentido da vida não esteja no quanto conseguimos acumular, mas no quanto de bem conseguimos deixar por onde passamos.
Que seja um dia de consciência, propósito e boas atitudes.
E que a nossa presença faça diferença na vida de alguém.
😔 Parece que o mundo todo apertou e você só quer desaparecer
um pouco pra não
sentir tudo de uma vez.
Nem tudo que é visto é sentido, e nem tudo que é sentido precisa ser visto. O essencial está entre os espaços vazios que só a alma consegue preencher.
Tá tudo bem sentir medo.
Ele aparece quando a alma percebe que algo precisa mudar,
mas o corpo ainda não sabe como seguir. O medo não é INIMIGO, é o teu aviso de que algo importa demais pra ser ignorado.
Quando tudo caiu, algo ficou
Houve um tempo em que tudo me foi tirado.
Dinheiro, chão, confiança, abrigo.
Caí no corpo, caí na fé, caí no silêncio das pessoas.
Mesmo assim, algo ficou.
Um fio invisível que não arrebentou.
Aprendi que nem toda perda é castigo
e que Deus nem sempre salva do tombo,
às vezes salva no tombo.
Fui boa demais onde o mundo era duro.
Fui inteira onde o outro era raso.
Isso me feriu, mas não me corrompeu.
Hoje recolho o que restou de mim
como quem junta cinzas ainda quentes
sabendo que ali há vida.
Não peço devoluções.
Não imploro justiça.
Confio no tempo, que vê o que ninguém viu.
Se tudo caiu, foi para que eu ficasse.
Mais quieta.
Mais lúcida.
Mais minha.
E isso, ninguém levou.
O arrependimento?
Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.
Há propósito em tudo,
até nas pequenas ações.
No ato de respirar fundo
quando algo aborrece tanto
que puxar o ar te realinha,
te devolve ao eixo,
e impede que o erro escape
pela boca.
Respirar, às vezes,
é escolher não ferir.
Nem o outro.
Nem a si mesma.
Refletir é aceitar que nem tudo precisa de resposta imediata.
Algumas coisas só pedem tempo, distância e honestidade suficiente para não mentir pra si mesma.
Crescer dói menos quando a gente para de brigar com o que já aconteceu e começa a escolher melhor o que fica.
Posso ser calma, silêncio que acolhe,
ou tempestade que tudo revolve.
Posso ser riso solto no ar,
ou nó no peito difícil de desatar.
Posso ser casa, porto e chão,
ou estrada sem direção.
Posso ser força quando dói ficar,
ou fraqueza que precisa chorar.
Posso ser faca, palavra afiada,
ou cura lenta, bem pensada.
Posso ser fogo que aprende a conter,
ou cinza fértil pronta a renascer.
Posso ser muitas, sem pedir perdão,
contradição viva em expansão.
Não me resumo, não caibo em um ser:
sou mil maneiras de simplesmente ser.
Um olhar pode dizer tudo
sem levantar a voz.
Pode ser abrigo
ou aviso.
Pode ficar
quando o corpo vai embora.
Carrega promessas que nunca foram ditas
e verdades que a boca não sustenta.
Um olhar confessa medo, desejo, despedida.
Entrega amor sem pedir resposta.
Às vezes, é só isso que sobra.
E às vezes, é tudo.
gentileza não é fraqueza, é controle. É você sentir tudo, perceber a dureza do mundo… e ainda assim não deixar isso te transformar em alguém que você não respeita.
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