Tudo Oque eu Sentia Acabou

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Diplomacia: arte milenar de continuar falando de paz quando a guerra já devastou tudo e só resta fazer as contas dos estragos, das perdas, das mortes e das terras que serão roubadas pelo vencedor.

Toda tese pode ser defendida. Tudo dependerá da capacidade retórica do argumentador.

A depressão é, afinal e acima de tudo, uma teoria sobre o mundo, sobre a vida.

Mark Fisher
Fantasmas da minha vida. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.

Às vezes, tudo parece se encaixar quando parece não haver chance.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

Tudo o que os poucos de nós que estão cientes podem fazer é proteger nossas próprias mentes desse massacre que apagou as sensibilidades de quase todos os humanos.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

hj tudo parece perdido,meu gato sumiu e pode ter morrid0 algo muito dificl para mim nao consigo parar de chorar por lembrar de todos os momentos que vivi com espero que ele esteja bem,tom eu te amo ate a ultima batida de meu coracao...

Nosso corpo absorve tudo aquilo que nossa mente acredita.

Tudo o que existe é algo em que a mente ficou presa e não consegue ir adiante.

O nada é tudo, existir é a resistência a deixar-se de ser a totalidade.

Antes de tudo havia o Nada. É o futuro.

Tudo é mágico: é o que a minha imaginação permite.

Aparentemente não há saída. Tudo o que é rebelde, que contraria, já está previsto e acaba produzindo o contrário do que se propunha. Assim, os conservadores dominam a tudo e a todos. Mas isso não é verdade, esta engenhoca humana morreria se não fossem por nós, os criadores de problemas, os que propõem o impossível e não querem saber de nenhuma solução. Antes disso, quanto mais atrapalharmos, mais agitamos as formigas laboriosas de coisa nenhuma. Viver assim é uma doçura, ao incomodarmos criamos uma alergia, um mal estar que vai gerar frutos que nunca veremos. Somos os semeadores da morte do senso comum.

O problema é ficar repetindo as mesmas situações. Quando tudo começa a ficar fácil, é hora de mudar.

Os dias passam, o sol nasce, a chuva cai, a noite vem, tudo é uma repetição eterna, até isso que eu escrevo é uma cópia, um plágio. Tudo se fecha em si mesmo, o inesperado já estava previsto e o que se foi ainda voltará.

Tudo o que pode ser pensado existe. Todas essas músicas, pinturas, esculturas, desenhos, histórias, foram criadas por pessoas nas quais a sensibilidade permitiu que visitassem outros mundos, que, agora, existem.

Cego


Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.

A paciência é mágica: nos dá tudo o que desejamos, na hora em que precisamos.

Tudo pode dar certo ou errado. O que importa é o que acontece, a prova da realidade.

Tudo o que é difícil, é para que fique fácil.

Tudo o que há de bom no mundo foi criado por pessoas que transgrediram as regras.