Tudo Oque eu Sentia Acabou

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⁠Por Você, Eu Vou Mais Longe

Por você, eu vou mais longe,
cruzo mares, venço o tempo,
rompo os ventos mais ferozes,
sou coragem em movimento.

Se o caminho for escuro,
acendo luzes no coração,
derrubo muros de incerteza,
desfaço a sombra da solidão.

Por você, enfrento abismos,
subo montanhas de dor,
faço do impossível um rastro,
porque em mim vive o amor.

Nada me prende, nada me para,
nem o mundo a tentar me deter.
Se é por você, eu sigo em frente,
desafiando o que houver.

Eu vou além do imaginável,
desvendo segredos do céu,
pinto estrelas com teu nome,
escrevo sonhos num papel.

Por você, eu vou mais longe,
até onde a alma alcançar.
Pois amar é mais que destino,
é força que me faz voar.

Inserida por lucileide

⁠Mãe, Eu Quero Voltar

Deixei teu abraço, tua voz, tua mão,
Com sonhos de glória e a pressa em vão.
"Não vá, meu filho", teus olhos diziam,
Mas jovem e cego, eu mal te ouvia.

O mundo, mãe, não é como eu pensei,
Me abraçou com mentira, me usou, me ferrei.
Promessas brilhantes, caminhos sem fim,
E hoje só resta o vazio em mim.

A chuva me molha, o frio me abraça,
A vergonha me pesa, a saudade me amassa.
Tuas palavras ecoam, conselho tardio,
Mas a lição veio, dura, no aço do frio.

Lembro teu rosto, tua prece, teu olhar,
E hoje só penso: Mãe, eu quero voltar.
Não trago riqueza, nem orgulho, nem glória,
Só um coração quebrado, marcado na história.

Perdão, minha mãe, pela dor que causei,
Pelas noites de choro que te entreguei.
Por não ouvir teu amor, tua razão,
E trocar tua casa por ilusão.

Se me aceitares, volto em silêncio,
Com o coração pobre, mas cheio de intento.
Prometo, mãe, ser teu filho de novo,
E cuidar do amor que deixei no povo.

Mãe, se puder, me espera no portão,
Que ao cruzá-lo, se cura o meu coração.
De peito aberto, ao teu lado ficar,
Pois aprendi, mãe, que o mundo é teu lar.

Inserida por lucileide

Eu gostaria de ver aqueles que analisam meus passos investindo essa energia na cura das próprias feridas kármicas, libertando-se de uma vez.

Inserida por gabriel_da_luz

Eu vejo a tristeza que carregam, e em vez de virar as costas, permito que minha luz dance ao lado, convidando-os gentilmente a lembrar da própria claridade.

Inserida por gabriel_da_luz



Quando pede não me deixe,
nem sabe que mexe comigo.

Peço

Não se importe quando eu for,
não acredito mais no amor...
sejamos somente amigos.

Faz tempo que vivo sozinha...
No verão sou feito os ventos
que vagam por aí sem rumo,


de dia sou andarilha, final de tarde
sou àquela velha andorinha.
Voando só, ao relento sem ninho.

Inserida por liduinadonascimento2

Eu tenho graves
perturbações poéticas.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu sou humana mas não me humanizo.

Eu sofro sendo parte dessa humanidade
mas eu não me humanizo
sendo sofrimento.

Inserida por MiriamDaCosta

Desastres Ambientais ... ser humano desastrado...

Eu me preocupo com todos esses frequentes desastres ambientais,
da mesma forma que me atemorizo com toda a banalização
com que o ser humano reage diante de tais desastres,
como se fossem considerados fenômenos corriqueiros.
Vivemos uma era de graves e irremediáveis tragédias ecológicas
onde somos uma sociedade que com profundo desinteresse superficialmente se interessa do clamor da notícia e nada mais.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...

Inserida por MiriamDaCosta

Por onde eu for
quero ser pétala de poesia.

Inserida por MiriamDaCosta

Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.

Inserida por MiriamDaCosta

Oh! Oceano Atlântico!
Eu sempre sonhei em ser como Vós Mercê
naquelas tardes em que a vida
sopeava na ternura do meu tempo
que brotava na beira-mar
do seu horizonte.

Inserida por MiriamDaCosta

Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu fecho os meus olhos
eu respiro a poesia de Vossas ondas
e eflúvio de saudade?

Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu abro os meus olhos
eu transbordo os versos salsos da Vossa maresia
e eflúvio de serenidade?

Eu sei
que Vossa mercê sabeis
que a minha alma
É bordada com o Vosso sal.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu perdi a conta de quantas vezes
metade de mim foi fortaleza
sò porque a outra metade de mim
foi frágil e precisou do meu ombro para chorar...
Ser forte e corajosa sempre,
mesmo quando fragil...
eis a minha sina !

Inserida por MiriamDaCosta

É sempre assim
eu me desligo do mundo
me dou tão por mim
que nem sei como e por que
só sinto a serenidade na alma
quando estou de frente para o Mar.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu tenho um Profundo vínculo de Amor com o Mar
e uma Intensa relação de Paixão com a Poesia.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu tenho medo e me preocupo com um certo desgosto de que a crueldade do preconceito possa se tornar humanamente um conceito banal.
Tal aberração humana não pode e não deve ser usada como argumentação em discursos vários para alimentar polêmicas políticas/partidárias, mas sim ... para desenvolver a consciência humanamente humana.

Inserida por MiriamDaCosta

Quando me perguntaram porque eu tenho essa mania de escrever, impulsivamente eu respondi que talvez... é para satisfazer a mania de quem me lê ...
Ah! Escrever é muito mais do que formular frases e versos;
escrever é comunicar sentimentos e emoções;
é sensibilizar e comocionar;
é promover reflexos e reflexões.
A leitura é muito mais que seguir com o olhar uma sucessão de letras e palavras;
é tentar uma certa sensação de simbiose que se perpetua com a alma do autor,
se não brota essa aliança... não é leitura, mas... apenas estéril curiosidade que desaparece com o tempo.
Escrever é uma droga sagrada, não um fútil passatempo.
Ler é uma dependência bendita, não um hábito trivial.

Inserida por MiriamDaCosta

Quando sozinha eu escrevo
o que reflito sobre o que leio ...
Entre as pessoas eu leio
o que elas refletem ...
E quando imersa na natureza
eu me reflito, me leio,
me escrevo e me deleito.

Inserida por MiriamDaCosta

Ah! Se eu fosse corajosa ...
escreveria meus pensamentos e versos nos muros, nos postes, nas barcas, nos ônibus, nas esquinas,
nas praças gastronômicas dos shoppings centers, nos botecos, nas trilhas, nas lagoas e praias da minha Niterói ,
sem me importar com a zombaria, a indiferença ou o possível interesse dos passantes ... eu queria ser grafiteira da poesia !
Os pensadores e poetas atuais deveriam ter essa coragem de tentar chegar lá onde a poesia e a leitura já não chegam tão facilmente... no nosso povo tão sofrido e oprimido.

Inserida por MiriamDaCosta