Tudo Oque eu Sentia Acabou
Cuidado Onde Pisa
Tudo o que te paralisa
Na verdade te controla,
Cuidado onde pisa
Passe reto, sem demora.
Você procura uma boa fé
Mas não consegue encontrar
Ilusão e terror é o que vê
E fica difícil de acreditar.
Não deixe que te imponham
Uma doutrina que não é sua
Não deixe que te condenem
Por uma culpa que não é sua.
Tudo o que te paralisa
Na verdade te controla,
Cuidado onde pisa
Passe reto, sem demora.
Você descobre a luz na razão
Que te ilumina a caminhada,
Sem terror ou ilusão
E a carga fica menos pesada.
Não deixe que te manipulem
Com dogmas e rituais
Não deixe que te excluam
Pelas suas características essências.
Tudo o que te paralisa
Na verdade te controla,
Cuidado onde pisa
Passe reto, sem demora.
O Preço
O tempo tem um lado
Desde o início,
Tudo por ele é revelado
Mentir é um desperdício.
O preço de ser você mesmo
É o de ser atacado,
Por quem finge ser honesto
E todo resto que não é.
Siga o caminho da verdade
E da coerência,
Onde há tanta falsidade
Deixe transbordar a sua essência.
O preço de ser você mesmo
É o de ser atacado,
Por quem finge ser honesto
E todo resto que não é.
Se a realidade deles é de faixada
Não entre na mesma encenação,
Melhor colocar o pé na estrada
E seguir só em outra direção.
O preço de ser você mesmo
É o de ser atacado,
Por quem finge ser honesto
E todo resto que não é.
Aquele que não usa desfarce
No final é recompensado,
Mesmo que nisso não pensasse
O universo deixa nú o disfarçado.
O preço de ser você mesmo
É o de ser atacado
Por quem finge ser honesto
E todo resto que não é.
Tudo é relativo, nada é absoluto!
Tudo muda com o tempo, vejam os vinhos, alguns melhoram com o tempo e se tornam raridades, outros viram vinagre!
A vida também e assim, se não melhorar vai ficar azeda.
Então, escolha sempre!
Mude sempre que sentir necessidade, seja você a metamorfose e não espere a mudança vir de fora!
Nem tudo é reciclável, algumas pessoas não mudam. Então, pare de dar pinceladas em quadros que já não absorvem tintas.
Lembre-se que nada é tão fácil, nem tudo muito difícil, o ciclo chamado vida raia luz e escuridão, muita desesperança, contudo, consolação; frutos não nascem em ambiente árido, é preciso semear, primeiramente em terra fértil, a colheita cultivar. Este é o nosso ciclo: viver, amar e compartilhar.
Em um mundo onde o dinheiro tenta comprar tudo, o amor ainda é a maior riqueza que transmite felicidade.
Você já parou para pensar?
Existem pessoas que têm tudo e, ainda assim, reclamam por nada. Uma das primeiras batalhas da vida é vencer a si mesmo.
Motivos para desistir não irão faltar, e nesse momento seu entusiasmo e objetivos determinarão a sua vitória.
A medalha é algo apenas para se pôr de enfeite na vitrine; o primeiro lugar já foi alcançado, mas, precisamente naquele dia, eu não desisti de lutar.
Enquanto tinha tudo para desistir, me tornei uma referência.
Você já pensou?
Bom Diaaa!
Como é bom despertar e, principalmente, saber que tudo será possível para quem acredita!
Vamos confiar em nossa fé e assim buscar e alcançar os objetivos e sonhos!
Agora não vou mais chorar; porque tudo o que chorei já foi o suficiente. Seguirei minha vida, tratarei de curar as feridas e espero voltar a amar. Talvez não como agora, mas estou seguro de que voltarei a amar. Algum dia.
Fechei meus olhos, tudo em silencio
ouvia meu coração pulsar.
Hoje tão sofrido, dolorido com magoas
da pessoa que tanto chegou amar.
olho para o céu começo a rezar
esperando que tudo isso logo venha a passar.
Demorei para perceber que quase tudo, na vida, gira em torno da mesma obsessão: controle.
Chamam de organização.
De rotina.
De responsabilidade.
Mas é medo.
Medo do que pensa sozinho.
Medo do que cria fora do padrão.
Medo do que não se deixa domesticar.
Por isso contam horas, não ideias.
Presenças, não sentidos.
Corpos, não consciências.
Aprendi cedo que existir era caber.
No horário.
Na planilha.
Na expectativa.
E, para caber, comecei a diminuir.
Produzia mundos inteiros em silêncio,
mas ninguém via.
Porque não estavam interessados no que eu criava,
e sim no quanto eu permanecia disponível.
Não querem pássaros.
Querem gaiolas cheias.
Dentro delas, aprendemos a funcionar.
Não a viver.
Adoecer em segredo.
Cansar em silêncio.
Sorrir por obrigação.
Seguir por medo.
Quando o corpo falha, chamam de fraqueza.
Quando a mente cansa, chamam de desculpa.
Quando a alma sangra, chamam de drama.
E descartam.
Porque quem cai expõe a mentira coletiva de que todos estão bem.
Aprendi a esconder fissuras.
A maquiar exaustão.
A negociar comigo mesmo.
Caminhei entre leões.
Aprendi a linguagem do poder,
os códigos da conveniência,
o teatro da força.
Mesmo assim, nunca fui do grupo.
Era tolerado.
Nunca pertencente.
Presença sem raiz.
Voz sem território.
E, para continuar ali, virei útil.
Apoio.
Escada.
Ponte.
Sustentava projetos, egos, fragilidades alheias.
Enquanto ninguém sustentava a minha.
Confiei.
Acreditei.
Projetei lealdade onde só havia interesse.
A traição veio suave.
Educada.
Disfarçada de cuidado.
E no amor, foi ainda mais evidente.
Enquanto eu resolvia, eu existia.
Enquanto carregava, eu era necessário.
Enquanto servia, eu era querido.
Quando parei, virei ruído.
Foi aí que compreendi:
muitos não se relacionam com pessoas.
Se relacionam com funções.
Nesse ponto, algo quebrou.
Não foi romântico.
Não foi pedagógico.
Não foi bonito.
Foi brutal.
Percebi que eu tinha passado anos
me transformando em estrada
para quem nunca pretendeu caminhar comigo.
Eu era passagem.
Nunca destino.
E isso não gerou iluminação.
Gerou raiva.
Lucidez.
Desencanto.
Passei a desconfiar dos aplausos.
Dos convites.
Dos afetos fáceis.
Passei a ver o mundo como ele é:
um mercado emocional,
onde quase tudo é troca,
quase nada é vínculo.
Hoje eu não romantizo liberdade.
Liberdade dói.
Isola.
Cobra.
É andar sem garantias.
Sem plateia.
Sem proteção.
É perceber que ser inteiro
te torna inconveniente.
Que pensar demais incomoda.
Que sentir demais afasta.
Que não se vender custa caro.
Não virei herói.
Não virei exemplo.
Não virei cura.
Virei consciente.
E consciência não salva.
Ela pesa.
Você passa a enxergar
as engrenagens,
as farsas,
as dependências,
as manipulações.
E já não consegue mais fingir.
Hoje eu sei:
Não sou gaiola.
Não sou ponte.
Não sou sombra.
Não sou ferramenta.
Mas também não sou refúgio.
Sou território instável.
Cheio de ruínas, ideias, cicatrizes e silêncio.
Quem entrar, entra sabendo:
não ofereço conforto.
Ofereço verdade.
E verdade não acolhe.
Ela rasga.
Faça uma reforma interior,
Plante novas flores
no seu jardim,
renove tudo ao seu redor
e vá em frente,
confiante no porvir!
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