Tudo o que Deseja
Quando você deseja alguma coisa ao mesmo tempo tenta controlar?
Sofreria o corpo por sua natureza ser de empatia e trabalho e não de ilusão de sentimentos e o tempo manipular?
Afinal sentimento tem degrau, e ocorre a naturalidade, não a desejo premeditado de amar.
Ignorar é uma ferramenta de poder em uma sociedade egoísta. Quem teme perder espaço ou deseja controle, finge que você não existe.
Na vida real e na internet, o silêncio estratégico molda narrativas e sustenta falsas imagens de superioridade.
Isso não é natural, é um jogo social vazio aprendido.
Muitos neurodivergentes, sem perceber, reproduzem a exclusão que sofreram e, às vezes, são mais cruéis do que os neurotípicos.
Nenhuma relação saudável machuca, relações verdadeiras sempre curam.
Está perdido no amor é doloroso, entendi que não deseja mais me ouvir, até esse momento você deve está sorrindo pra outras mensagens pra outro alguém, no abraço de outro alguém, me arrependo tanto das decisão que eu tomei, sinto que as pessoas estão cansada de ouvir sobre, das decisões erradas, mal sabia eu que iria me custar 2,5,10,20,60 anos de dor
Há momento
que a gente deseja para que
o tempo não passe rápido,
e existe outro momento
que até dá vontade
de acelerar o tempo.
Isso revela o quão
o tempo é útil e não é, em diversas
situações.
Mas saber gerir todos esses
momentos é uma grande
obra de sapiência
Autor:Daniel Perato Furucuto
DICOTOMIA
Autor: Marco Arawak
Há uma fronteira quase invisível entre aquilo que desejamos e aquilo que somos capazes de suportar. É ali que o amor começa a nos dividir.
De longe, parece simples. Gostar, querer, aproximar-se, sentir falta. Uma pequena gramática de presenças e ausências. Mas basta atravessar a superfície para descobrir que, por baixo do gesto mais banal, existe quase sempre uma pergunta que não sabemos responder.
Queremos companhia, mas também espaço. Queremos atenção, mas tememos a vigilância. Pedimos sinceridade e, quando ela chega sem delicadeza, desejamos que certas verdades permanecessem intocadas.
Queremos ser procurados, mas nem sempre queremos ser encontrados.
É assim que o contraditório se instala, primeiro nas pequenas coisas, depois em tudo.
Dizemos que queremos alguém que nos conheça profundamente, mas tememos ser conhecidos por inteiro. Desejamos transparência, embora preservemos dentro de nós regiões que nem sequer sabemos explicar. Procuramos segurança e, quando a encontramos, às vezes sentimos falta daquilo que nos fazia tremer.
O raso não é o oposto do profundo. É apenas aquilo que ainda não foi atravessado.
Por trás de um simples “fica” pode existir o medo de ser deixado. Por trás de um “preciso de espaço”, a necessidade de não desaparecer dentro de alguém. Por trás de um silêncio pode haver indiferença, medo, cansaço ou uma verdade que ainda não encontrou linguagem.
O amor promete encontro, mas devolve cada um à própria solidão.
Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a distância que permanece. Ninguém atravessa inteiramente o território de ninguém. Há sempre uma região inviolável, um lugar onde continuamos estrangeiros até para aqueles que mais amamos.
E talvez seja justamente isso que nos assuste.
Queremos ser compreendidos sem sermos completamente decifrados. Queremos pertencer sem deixar de existir por conta própria. Procuramos no outro uma morada, embora saibamos que nenhuma morada pode substituir aquilo que somos.
Queremos permanência, mas somos feitos de mudança.
Queremos certezas, mas muitas vezes é o imprevisível que nos desperta.
Queremos liberdade dentro do vínculo e vínculo dentro da liberdade.
Queremos que o outro permaneça, mas não queremos permanecer os mesmos.
E talvez nenhuma dessas contradições seja um erro.
Talvez sejam apenas sinais de que amar não é possuir uma resposta, mas sustentar perguntas que não cabem numa resposta.
Entregar-se é uma forma estranha de coragem. Não porque elimine o medo, mas porque decide não obedecer inteiramente a ele.
A razão calcula o risco.
O desejo ignora a conta.
E, entre os dois, existimos nós.
A razão não é inimiga do sentimento. É a consciência do preço. Sabe que toda entrega modifica quem entrega, que todo vínculo abre possibilidades de perda e que aquilo que nos transforma também pode nos desorganizar.
Ainda assim, avançamos.
Às vezes queremos alguém que nos liberte da solidão, mas tememos torná-lo indispensável. Queremos intensidade, mas recuamos diante do excesso. Pedimos profundidade e, quando ela finalmente nos alcança, descobrimos que ser visto é também perder alguns esconderijos.
Na superfície, queremos o abraço.
No fundo, queremos ser reconhecidos.
Na superfície, queremos companhia.
No fundo, queremos que alguém compreenda a nossa solidão sem tentar ocupá-la.
Na superfície, queremos alguém que fique.
No fundo, queremos continuar sendo nós mesmos enquanto esse alguém permanece.
É nessa passagem do raso ao profundo que a dicotomia deixa de ser contradição e se revela condição.
Não está entre o amor e o medo.
Está no próprio amor.
Porque amamos justamente aquilo que pode nos atingir. Abrimos a porta sabendo que o mesmo gesto que permite a entrada também torna possível a ferida.
Queremos o outro porque somos incompletos, mas precisamos permanecer inteiros para que o encontro não se transforme em desaparecimento.
Vivemos entre forças que não se anulam: permanecer e partir, aproximar-se e preservar-se, entregar-se e guardar-se, ser dois sem deixar de ser um.
Essa é a verdadeira dicotomia.
Não escolher entre extremos, mas descobrir que ambos podem ser verdadeiros ao mesmo tempo.
Toda escolha carrega aquilo que recusamos. Toda aproximação conserva alguma distância. Toda entrega guarda, em algum lugar, a possibilidade da retirada.
Talvez amadurecer seja abandonar a necessidade de resolver aquilo que a própria existência insiste em manter aberto.
Há conflitos que não pedem solução.
Pedem consciência.
O amor talvez seja isso: não abolir a distância, mas aprender a habitá-la. Não esperar que o outro nos complete, mas reconhecer que ninguém nos completa e, ainda assim, escolher compartilhar a incompletude.
Dois seres inteiros aproximando-se sem a pretensão de se tornarem um.
Duas solidões que se reconhecem.
Não para se possuir.
Não para se salvar.
Mas para testemunhar, ainda que por um instante, aquilo que existe de mais inacessível em cada um.
Porque intimidade não é atravessar completamente o outro.
É chegar suficientemente perto sem destruir o mistério.
Amar é permanecer diante desse mistério sem exigir que ele deixe de ser mistério.
É querer ficar e saber partir.
É entregar-se sem desaparecer.
É pertencer sem possuir.
É aproximar-se sem destruir a distância que torna possível o encontro.
Talvez essa seja a única eternidade possível entre seres finitos: não vencer o tempo, não impedir a perda, não garantir o amanhã, mas fazer com que duas existências se reconheçam profundamente sem jamais poderem possuir-se por inteiro.
E talvez seja aí que o amor deixe de ser promessa e se torne verdade.
Quando já não precisamos vencer a dicotomia para permanecer.
Quando compreendemos que a contradição não é a falha do amor.
É a sua forma mais humana de existir.
Porque somos assim também: rasos naquilo que dizemos, profundos naquilo que calamos; contraditórios no que desejamos, lúcidos apenas depois de sentir.
No fim, talvez amar não seja encontrar uma resposta.
Talvez seja ter coragem de permanecer inteiro diante da pergunta: Será?
Se eu pudesse um dia,
ver nos olhos o que vejo,
onde iria minha alma,
quando o espírito deseja,
onde iriam meus lábios,
se deixassem teus beijos!
Missionário, pastor, servo, filho, barro, terra; ou seja, tudo aquilo que o Senhor deseja que eu seja, porque aqui quem brilha é Ele.
A vida da qual tanto reclama
pode ser aquela que alguém tanto deseja,
dê mais atenção aos ganhos,
reclame menos
e agradeça mesmo diante das perdas.
Após uma noite incrível,
a luz do dia deseja nos acordar
do nosso sentimento de euforia,
nem dá vontade de levantar,
prefiro ficar aqui contigo,
nem que seja só pra te observar,
estás encantadora desde o início,
nem percebemos o tempo passar,
esperava muito por isso,
está sendo melhor do que eu imaginava
e não quero nem pensar que acabará,
se for uma vontade recíproca,
este momento pode vir a perdurar,
ser o começo da união de nossas vidas,
caso contrário, amanhã acharei
que tudo não passou de um sonho
pra não ser grande o meu lamento
pela brevidade deste nosso encontro.
Conflito muito inesperado, que provavelmente ninguém deseja, entretanto, inevitável conflitar em algum momento com a própria existência, uma criança de outrora que tinha o belo sonho de voar, era feliz, encantadora, espontânea, mostrava um sorriso gracioso que podia facilmente contagiar todos a sua volta.
Agora a mesma pessoa, já adulta, tem as suas asas contidas pelo grande medo de cair, não sente mais a felicidade como antes, as suas lágrimas tristes se fazem presente, faz um bom tempo que não tem a vontade de sorrir, embevecida profundamente por um sentimento angustiante, o que tem sido bem frequente.
E só recentemente que veio a perceber, mas não sabe explicar a razão que a fez chegar a este ponto, muito menos o que fazer a respeito, não quer preocupar os outros, fica se perguntando constantemente o que teria feito e mesmo sem respostas, está se culpando, além de estar pouco esperançosa.
Não obstante, acredito e torço para que esta sua fase conflituosa ainda lhe faça sentido, sendo uma indispensável oportunidade de se reencontrar, seu choro gradualmente desafogará a sua alma aflita, seu coração será fortalecido, sua fé em Deus engradecida, seu amor por si renascido, uma fênix das cinzas.
Quem sou eu??
Alguém que deseja ver as pessoas felizes.
Alguém que acredita que as coisas boas existem.
Alguém que crê piamente que sempre existe uma porta destrancada, só esperando que a destranquemos.
Alguém que tem um coraçao de familia.
Alguem que acredita na amizade, no amor, na fraternidade.
Alguém que tem muito pouco a pedir a DEUS, e muito para agradecer...
☆Haredita Angel
Por que você pode ser do que jeito que deseja e luta para ser e eu sou obrigado a ser do jeito que você quer que eu seja?
Amigo mesmo é aquele que deseja o seu bem e torce por você, que ora por você sem precisar dizer isso a você.
Amigo é aquele que fala na cara quando você está errado(a).
Amigo é aquele que te defende quando você está certo e te repreende quando você está errado.
