Tudo Acontece no momento Certo
A vida te surpreende…
Na distração o melhor acontece…
Sem programar nada…
Sem chance de raciocinar…
Passa um filme e o sorriso abre…
Nao importa o tempo que durou…
As boas lembranças ficam…
O gosto de cada momento…
Gratidão é o meu nome…
(...)Quando a entrega acontece com sentimento, tudo se expande além do comum.
Tudo ganha sentido, tudo encontra propósito(...)
O verdadeiro
crescimento acontece
quando deixas de
buscar quem te aplaude
e começas a andar
com quem te corrige.
Hoje em dia, muitas pessoas vivem com um completo desprezo pelo que acontece ao seu redor, no chamado “dane-se”. Isso revela o quanto perderam a percepção e o cuidado com o mundo em que vivem. Não se trata apenas de saber o endereço onde estão, mas sim de valorizar e se importar verdadeiramente com a realidade próxima, com as pessoas e com o entorno que os cercam.
Quando o amor acontece toca. É uma caixinha de música que pulsa no coração.
Motiva. Alegra.
O amor da sentido a vida. Revigora. Faz a esperança renascer.
Como uma árvore cortada. O seu tronco seca. Não dá mais frutos. Vem a chuva e a árvore renasce. Brota. E dará frutos no futuro.
Assim é o amor. É como uma chuva torrencial que cai na terra seca do coração. O coração está sem vida. O ser está abatido. Caído. Ferido. Vem a chuva e revive. Faz renascer. Dá esperança.
O amor cura as feridas mais profundas. Perdoa as mágoas mais antigas. Apaga o ódio mais agudo.
O amor traz uma promessa de dar frutos no futuro.
Quando o amor acontece tudo se renova. Nasce o melhor. Um para o outro. Juntos no mesmo sentido. No mesmo propósito e sintonia.
O amor brota do fundo da alma. Deixa o ser transparente. Do âmago, uma luz brilha.
Já não há segredo. Não existe medo no amor.
Sem egoísmo ou vaidade. O amor abre mão das suas vontades para se doar. Duas vidas em uma, em cumplicidade.
Quando o amor acontece faz nascer o melhor do ser, pois é amor. O amor é bom. E se não fosse assim, não seria amor.
Nasce o amor e cura as feridas. Cura as mágoas da alma. Cura as feridas do ser.
E se tiver egoísmo ou obsessão não é amor.
É leve. Sem culpa. Perdoa. Deixa ir.
É liberdade. É vontade. É renovo. É querer.
É capacidade de superar. É vontade de se doar.
É capacidade de doar sem esperar nada em troca.
Quando o amor acontece tem vida. Brilha uma luz.
É um sorriso aberto.
Como um dia de sol, sem sombras.
É assim quando o amor acontece.
Às vezes a maior transformação de uma pessoa não acontece quando ela muda de caminho, mas quando finalmente percebe que o caminho que estava seguindo nunca foi realmente dela.
A ferida narcísica acontece quando o narcisista sente que perdeu o controle, a admiração ou o poder sobre alguém.
Quando alguém descobre as mentiras, se afasta ou não aceita mais a manipulação, isso quebra essa imagem. Aí surge a chamada ferida narcísica.
Mas em vez de refletir, ele costuma reagir de algumas formas:
Se vitimiza
Ele diz coisas como:
“Todo mundo me abandona.”
“Eu sou incompreendido.”
“Você está me atacando.”
Inverte a culpa
Faz você parecer a errada da história.
Desvaloriza você
Pode tentar te humilhar ou diminuir para proteger o ego dele.
Faz de tudo para recuperar controle
Às vezes tenta voltar sendo “bonzinho”, outras vezes tenta provocar ciúme ou confusão.Então a pessoa que ama fica pensando:
“Como ele consegue agir assim e dormir tranquilo?”
A resposta triste é: porque o foco dele é ele mesmo, não o impacto nos outros.
Quem tem consciência sofre pela dor que causa.
Quem não tem, sofre apenas quando perde o controle.
Acontece frequentemente com certos homens que, por um vício peculiar da sua natureza,
ou por algum excesso do seu caráter, que derruba os limites e muros da razão, ou por algum hábito arreigado em excesso, que esses homens, que arrastam, como digo, o estigma de um defeito, mesmo as suas virtudes puras como a graça, se corrompem perante os olhos do mundo, por esse único defeito.
O FRACASSO CONDICIONADO QUE AFASTA PESSOAS
Existe um abandono que não acontece de uma vez. Ele vai se espalhando conforme você não conquista o que o mundo chama de sucesso. Quando não há posses, status ou resultados visíveis, as pessoas se afastam com uma naturalidade fria. Não é sempre hostilidade aberta. Muitas vezes é silêncio, distância, ausência. Convites que param. Conversas que não continuam. Você, homem ou mulher, passa a existir menos nos olhos alheios.
A pobreza e o fracasso funcionam como filtros sociais cruéis. Eles revelam o quanto a maioria das relações é condicional. Enquanto você tem algo a oferecer, presença é garantida. Quando não tem, o espaço se fecha. Isso dói porque confirma uma suspeita antiga. O valor que te atribuem não está em quem você é, mas no que você representa.
Esse afastamento costuma ser interpretado como prova de inadequação pessoal. Você pensa que há algo errado com você. Que não é interessante, útil, digno. Mas o que está acontecendo é outra coisa. As pessoas se afastam porque o fracasso as incomoda. Ele lembra que a estabilidade é frágil. Que o sucesso pode não durar. Que o sistema não protege a todos. É mais fácil se afastar do que encarar essa verdade.
Há uma solidão específica em não conquistar nada segundo os parâmetros externos. Você não é procurado ou procurada para conselhos, oportunidades, trocas. Você se torna invisível. E a invisibilidade machuca porque você ainda é o mesmo por dentro. Seus pensamentos, sua sensibilidade, sua lucidez continuam ali, sem plateia.
Mas existe um lado que poucos têm coragem de admitir. Esse afastamento também limpa o terreno. Sem posses, sem prestígio, sem resultados para exibir, não há interesseiros. Não há bajulação estratégica. Não há relações baseadas em conveniência disfarçada de amizade. Quem fica, fica por algo mais raro.
Essa fase mostra quem se importa com você e quem se importa com o que você pode fornecer. Mostra quem enxerga sua humanidade e quem só enxerga utilidade. É um aprendizado duro, mas extremamente esclarecedor. Porque você para de confundir presença com lealdade.
Quando você está no fundo, não há performance possível. Não há como impressionar. Não há como negociar valor social. O que sobra são vínculos desarmados ou nenhum vínculo. E embora isso doa, também devolve verdade. A verdade de que muitas relações eram sustentadas por expectativa, não por afeto ou respeito real.
Se um dia você vencer na vida, e isso pode significar muitas coisas além de dinheiro, você saberá com quem pode contar. Não porque essas pessoas estarão ao seu lado no topo, mas porque estiveram quando não havia nada a ganhar. Essa memória se torna um critério interno poderoso. Você não se ilude com facilidade depois disso.
A pobreza e o fracasso ensinam algo que o sucesso raramente ensina. Ensina a ler pessoas. Ensina a perceber silêncios, ausências, prioridades. Ensina que algumas despedidas não são perdas. São revelações.
Isso não torna a solidão fácil. Não romantiza o abandono. Mas retira a culpa que você costuma carregar. O afastamento dos outros não é prova de que você não vale. É prova de que muitos vínculos eram frágeis demais para atravessar a escassez.
Você aprende também a se tornar companhia de si mesmo e de si mesma. Não por escolha idealizada, mas por necessidade. E dessa convivência forçada nasce uma autonomia que não depende tanto de aprovação externa. Você passa a se ouvir mais, a se observar mais, a se fortalecer internamente.
Quando o mundo se afasta, você descobre que ainda existe você. E isso muda a relação consigo. Você começa a construir valor interno sem aplauso. E isso, paradoxalmente, prepara você para não se perder quando o aplauso eventualmente vier.
Se a vitória chegar, você não estará ingênuo ou ingênua. Saberá que nem toda aproximação é afeto. Que nem todo elogio é respeito. E terá critérios mais firmes para escolher quem entra e quem fica.
Até lá, essa fase de vazio relacional não é uma punição. É um período de depuração. Dói porque revela, mas também protege. Protege você de se cercar de pessoas que só caminham ao seu lado enquanto há algo a extrair.
Você não perdeu todo mundo porque fracassou. Você apenas perdeu quem não suportaria caminhar com você sem garantias. E isso, embora machuque agora, pode ser um dos aprendizados mais valiosos da sua vida.
Quando você entende isso, a solidão deixa de ser humilhação e passa a ser um intervalo de lucidez. Um tempo difícil, sim, mas honesto. E honestidade, no fim, vale mais do que companhia interesseira.
Não atribua a Deus tudo o que acontece em sua vida, pois Ele lhe concedeu a liberdade de escolher as sementes que deseja plantar e, mais tarde, colher os frutos que delas brotarem.
Nem tudo acontece por um motivo.
Mas tudo o que acontece te obriga a decidir quem vais ser a seguir.
o inesperado acontece, e quando vem é trem, é avassalador, o que fica é a vontade e desejo, o querer conhecer e ficando a se perguntar o que tem e vem do outro lado, descomplicado ou complicado, é treta para todos os lados, deve ser a flor da pele, a vontade de estar lá, ou de o outro lado vir para o lado de cá
