Trovas de Amor
Que a nossa semana seja inteira. Inteira de amor, de dedicação, de respeito ao próximo, de energias positivas, de sonhos e de tantas outras virtudes. Que o inteiro nos preencha intensamente.
Perdidos estão o vento, o tempo e a vida. Perdidos de amor, de cor, de intensidade. Segure nas asas do tempo, pegue uma carona com a vida e corra na direção do vento para alcançar os sonhos idealizados.
Se preciso de amor? Lógico! O amor está enraizado em mim. Ele vive em aqui dentro e eu sobrevivo dele.
Carta sem endereço
Escrevi em linhas abertas o meu sentimento. Mostrei em palavras o amor que sinto. Escolhi um papel delicado, adornado com borboletas – símbolo de despertar, de alma e de espírito. Minhas mãos tremiam enquanto eu derramava sobre a folha todo meu afeto, meu carinho, minhas intenções.
A carta ficou pronta.
O problema é o endereço.
Não sei onde ele mora.
Talvez more nas lacunas escondidas do tempo, em algum canto perdido entre o momento e espera. Talvez viva dentro do meu peito, oculto nas entrelinhas do que ainda não foi dito.
Dobrei o papel com cuidado, coloquei-o em um envelope e guardei. Quem sabe, um dia, ele entre em contato – e eu possa entregar pessoalmente. Cartas assim, sem data, podem esperar em uma gaveta. E, se não chegar ao destinatário, ao menos aliviam o peso da alma que ama silenciosamente.
Rita Padoin
Escritora
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
Amor invisível
Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.
Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.
Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.
Estamos caminhando para um abismo sem volta, a empatia não existe mais, o amor está destruído, cada um pra si o outro que se exploda, a natureza sendo destruída, o Ser Humano se autodestruindo junto!
Escolhi a Mim
Eu tinha quinze, você dezesseis, e o amor parecia eterno de uma vez. Duas mãos, dois sonhos, um só coração, fazendo promessas sem saber a dimensão.
Crescemos juntos, lado a lado, a florir, acreditando que crescer era nunca partir. Mas o tempo mudou o que a gente sonhou, e o mesmo caminho, aos poucos, se afastou.
Você voltou dizendo: “Um dia vai dar.” Eu fiquei tentando esse dia encontrar. Você amava o instante; eu queria o amanhã. Você vivia o agora; eu sonhava o divã.
Enquanto eu construía, você deixava acontecer. Eu chamava de amor; você chamava de viver. E fui me perdendo em cada espera vazia, alimentando promessas que nunca tinham dia.
Até que perguntei, com a alma cansada: “Quanto de mim resta nessa estrada?” Eu tentei mil vezes, lutei sem recuar, mas amor sozinho não aprende a caminhar.
Sete dias antes dos meus dezenove chegarem, escrevi sem pedir que você fosse ficar. Não era despedida para te convencer; era a minha coragem voltando a nascer.
Você me chamou de egoísta, sem perceber que eu só queria parar de me esquecer. Eu não queria migalhas, nem dúvida, nem dor. Eu queria presença, certeza e amor.
Eu teria escolhido você outra vez. Teria recomeçado, como sempre, talvez. Mas ninguém sustenta um sonho por dois; quando um não escolhe, o outro vai depois.
Então fui embora, ainda sabendo amar, mas decidida demais para voltar. Porque perder você doeu, eu não nego, mas perder a mim seria um adeus cego.
Hoje entendo o presente que a vida me deu: o amor mais importante sempre foi o meu. Passei tanto tempo querendo ser escolhida…
Até descobrir que eu era a minha melhor escolha na vida.
O que o amor por gatos realmente significa.
Características de personalidade: Psicólogos sugerem que pessoas que preferem gatos tendem a ser mais sensíveis, empáticas, introvertidas e buscam autonomia.
Essa preferência não indica uma doença, mas sim traços de personalidade.
Depois que minha filha nasceu já nos primeiros anos ela já demonstrou seu amor pelos animais, ela já com 5 aninhos arrumamos a Juli, uma cachorra mistura de pincher e chiuaua, coisinha mais boazinha, acompanhou toda sua infância e pré adolescência, morreu aos 13 anos.
Depois tivemos a Teka, uma Jack Russell, coisa mais linda, viveu 14 anos dando muitas alegrias para nós.
Logo depois compramos o Jack, outro Jack Russell, nunca vi cachorro tão bravo, territorial, levamos mordidas pra todo lado, mas mesmo assim nós o amamos até aos seus 16 anos, teve que fazer eutanasia, sofreu muito com câncer ósseo.
Esses foram nossos companheiros e amigos verdadeiros!!!
PS: Foram 43 anos com cachorros, nunca os levamos na rua para fazer suas necessidades, faziam no nosso quintal, temos nossa consciência tranquila sobre isso!!!
O amor não muda, esse é igual. O que muda é a troca. Eu vou amar para sempre, mesmo que a troca mude.
O amor ao próximo não é um sentimento passivo; é uma força ativa que escolhe acolher, proteger e servir.
