Tristeza Ausencia
Versos de um poema...
Escuridão não é a ausência de luz... É a ausência de você...
Minha alma viaja sem fantasias... A visão marejada
E carente de ti... E o tempo não se detém nem retorna
Prossegue sempre inexorável...
Longe no horizonte… onde o vento toca
nos cumes entorpecidos ouvem-se
sussurros de um poema perdido...
“...mas trazem os versos
De um poema que te escrevi... Faz tempo...!”
"A solidão não é apenas ausência de algo ou alguém. Pode ser um refúgio para o seu autoconhecimento e criatividade. Transformar teus momentos a sós te fortalece a resiliência e melhora sua autoestima. Aproveite o silêncio para ouvir a si mesmo, recarregar energias e encontrar inspiração de equilíbrio força e coragem. Que esta solitude te encaraja a liberdade ao seu santuário pessoal, não como punição, mais como sabedoria para vossa alma."
—By Coelhinha
A perda não leva apenas o que amamos. Ela deixa em nós o espaço exato da ausência, como um molde invisível. E é nesse vazio que a saudade planta raízes, transformando o silêncio em memória viva.
Deus não promete ausência de lutas, mas promete presença no meio delas. Deus não nos livra do fogo, mas nos livra no fogo.
A paz de Deus não é ausência de dor,
mas a presença divina no meio dela,
um amor que guarda, cura e renova,
fazendo nossa alma florescer outra vez.
Um dia irei transformar toda a sua ausência em estrofes e as guardarei comigo para fazer-me companhia.
Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.
"Ela pedia atenção em silêncio. Ele só entendeu o pedido quando a ausência dela gritou. Mas o tempo já havia fechado a porta."
"A ausência grita o valor que o silêncio ignorou. Só choramos tarde demais por aquilo que fingimos não ver."
