Trilha
“TRILHA”
“É eu já me acostumei, de decepção minha vida é cheia;
Vira & mexe, aparece alguém e esfarela meu coração como areia;
Sozinho & desvalorizado, dorme pensando que está tudo o certo;
Mas logo ao acordar você percebe está dando tudo errado.
Mas é assim mesmo, a vida de quem já teve muitas experiências ruins;
Essa foi só mais uma de muitas, pra tentar me fazer infeliz;
Infelizmente não foi eu que escolhi o caminho do sofrimento;
Tomara que não seja pra sempre, espero que esse seja só mais um momento.
Minha vontade é uma só, encontrar o caminho rumo a felicidade;
E deixar de sorrir, por hipocrisia & sorrir de verdade;
Meu sonho é deixar de chorar feito criança por isso: Vou andando nessa trilha,
caminho da mudança & vou vivendo a cada dia Sem perder a esperança”
J.Gomes
Eu disse que meu caminho era escuro
Disse que não seria fácil
A trilha foi feita pra mim
Só um ego passa por lá
Talvez essa trilha aumente
Talvez ela fique maior e dê pra nós dois
Eu segurei sua mão e tentei te puxar comigo
Mas essa não era a sua trilha
Cada um que trilhe a sua
Na solidão de um cachorro de rua
Que brinca com qualquer estranho
Eu vou seguir a minha
Desculpa te atrasar na sua
Você tem muitos problemas eu sei
Não sou o unico
Não sou perfeito
Não sou suficiente
Achei que seria
Pelas palavras, pela magia
Você disse que ia me ensinar
A dizer que te amo todos os dias
Desculpa não aprender.
A vida é uma trilha musical, que andamos dançando pelo vento, e que um dia iremos nos reencontrar para matarmos a saudade mútua.
O vento faz trilha nos teus cabelos
Desnudando a tua nuca
Eu, que apenas observo, queria um dia dentro de ti ventar.
Não importa qual a trilha que tenha que seguir pra cruzar o teu caminho, o importante é que no final da estrada estejamos juntos.
A partir de agora farei de minha vida uma trilha...Vou caminhando, parando e curtindo todas as belezas que nela encontrar; paro em uma cachoeira, depois em um mirante, me banho em um riacho... Até chegar ao cume. Chegando lá; observo mais maravilhas ao meu redor... Desço e vou em busca de um novo caminho. E as bifurcações!? Entrarei em todas. No que vai dar!?, Não sei, mas poderei me arrepender de um dia por não ter ido... E assim, vou trilhando a realização de minha vida...SER FELIZ, mas tendo na mente a lembrança de que trilhei e vi lindas maravilhas em meus olhos e coração.
A vida não tem prazo de validade! VIBRAÇÕES POSITIVAS
As pessoas se incomodam demais com o caminho que você trilha. Se vai rápido, se vai lento, se muda de direção, com quem se relaciona... Nunca me importei com comentários, afinal, na maioria além de serem calúnias, são apenas desocupados olhando você passar. Das pedras pisadas, das flores plantadas, amores vividos e esquecidos, hoje sei qual a direção, amanhã posso mudar então. Do meu caminho quem sabe sou eu, o objetivo a alcançar é meu.
Uma boa faxina emocional começa com a escolha cuidadosa de uma trilha sonora. Uma que te deixe alegre e te incentive a jogar fora o que não serve mais. Fuja daquelas que te trazem recordações ou você terminará com mais entulho do que quando começou.
Sangue, lágrimas e a lâmpada do poste piscando constroem o cenário (A trilha sonora fica por conta de um grito quase sem fim de dor e desespero), quase meia noite, é uma rua totalmente deserta, não se vê nenhuma alma viva, parece que até os grilos abandonaram aquele lugar, nem o vento faz barulho e só uma coisa habita aquele lugar, o silêncio. Foi um dia ótimo, havíamos saído, trocamos declarações, olhares e beijos tão longos quanto o tempo que o universo leva para se tornar infinito, mas agora isso não parece tão especial não é?
Seis de abril de 2005, dia em que o mundo se tornou um enorme deserto pra mim, tempo de sofrimento, pesadelos e pura solidão, em um lugar cheio de pessoas e lágrimas completamente desconhecidas diante da minha dor, diante da minha solidão. Tão rápido quanto um temporal de verão, que não duro tempo o suficiente para esconder o sol e muito menos molhar o rosto de quem foi pego de surpresa pelos pingos de chuva, ou como você dizia: “Lágrimas do céu”. Vivemos e não notamos o quão rápida é a nossa existência nesse planeta cheio de pessoas eternas que nascem e morrem em alguns segundos, comparadas com a idade do universo. Na infância brincamos e nos machucamos e até nos casamos (Como toda criança adora fazer), até estudamos juntos e dividimos nossos enormes problemas de não ter canetinha de certa cor, de quebrar e emprestar um apontador, independente da grandeza ou importância, era nossos problemas. Lembro do seu rosto amassado, encostado no caminhão de mudança que me fazia correr como o Super Homem, ou pelo menos eu achava que estava tão rápido o quanto, até perceber que minha kriptonita era a sua ausência. Nos últimos segundos eu vi você encostando uma folha na janela, escrito: “Eu voltarei”.
Já no ensino médio, em um passeio a uma feira de livros, distraída e sorrindo te vi indescritível, inconfundível, eu te vi. Como quem olha um colar de pérolas que havia sido roubado e penhorado, em uma vitrine de uma loja eu te vi simples e minuciosamente planejado pelo destino eu te encontrei, sem pestanejar eu fui ao seu encontro e você simplesmente não me disse nada, chorou e me abraçou tão forte quanto um urso. A história começou a ser escrita e rabiscada por nós.
Finais de semana, cinema, praça e pipoca meio salgada e meio doce fizeram nossos anos dali pra frente. Uma vida é criada através dos anos que se passa, a perda de uma vida é sentida através das outras que se seguem. Como um relâmpago a quilômetros de onde eu me encontro, caindo em seu declínio único, rápido de mais pra eu tirar uma foto ou mesmo prestar atenção, você passou, sem chance de volta, sem segunda chance e sem replay. Você foi assim rápido demais, como o cair de uma folha seca ou o piscar dos olhos, em um momento que eu não esperava, de um jeito que eu não imaginava, você simplesmente partiu.
Estávamos voltando para casa, depois de caminharmos pelas ruas que costumávamos andar para ir à escola, quando de repente, um vulto, um som, um tiro. Assim rápido como o ponteiro que conta os segundos do relógio, você se foi. Ali deitada nos meus braços, sangrando e de olhos fechados, causando em mim uma dor insuportável, liberando um enorme grito de socorro destruindo o silêncio, eu gritei uma e duas vezes até perceber que ninguém viria, ninguém ouviria. Te pego no colo, corro com você sangrando, vejo um carro e faço sinal. Graças a Deus alguém apareceu. Ainda com você no banco de traz eu choro, deixo minhas lágrimas limparem as marcas de sangue no seu rosto e em pensamento dizendo que te amo, até chegarmos ao hospital, um enfermeiro vem pegá-la e colocá-la em uma maca, enfim não a mais nada que eu possa fazer a não ser esperar.
3 horas depois sai um médico, com um ar triste ele me diz que você não agüentou os ferimentos. Primeiro o silêncio, depois o choro e por último o grito. Não há vida mais aqui, sou agora um vaso vazio, sem planta, sem terra. Ainda hoje me encontro nesse enorme deserto chamado “Terra”.
Apenas
Sei,
No final desse túnel ainda há uma saída
No final dessa trilha ainda há uma fonte
No inicio de tudo ainda há o medo
Apesar de suas lagrimas ainda há um sorriso
Sei,
Que não estou acima da média
Que minha atitude não te surpreende
Sei,
Que eu penso em você toda hora
Que estou pensando em você agora
Apesar de não saber o por que
Sei,
Que um dia você ira me entender
Saber de tudo o que eu sinto em ti ver
E apesar de não me intender
Você sempre saberá que eu Amo você
Faço do sonho minhas asas;
Da canção a trilha musical de vida;
Da tinta, a ponta do iceberg do pensamento;
Da natureza, a inspiração, o palco, o pano de fundo que dá beleza ao cenário da minha vida.
E assim vou eu, trabalhando, rindo, brincando, filosofando, cantando, amando, recriando cada instante.
Pedaços dispersos de vida dispersa. As cores, as cenas, os ângulos, a trilha sonora, guardados em arquivos protegidos. Os diálogos, os silêncios, gravados em cordas tênues. Os fatos, as coincidências, todos parte de uma trama, de um enredo sem autor. Os cheiros, os gostos, os arrepios, soltos nos ares de tempos atrás, volta e meia reaparecem trazidos por um vento perdido. E os filmes que a gente não vai ver, os carinhos que não acariciarão, as músicas que não vão embalar momentos, os caminhos que não mais se cruzarão? Se você tivesse uma borracha e uma caneta, qual delas usaria?"
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