Trecho sobre Mães
Trecho do poema
O riso jamais dado
Tosses secas estão sendo derretidas
no amargo chão cinzento dessa tempestade
"[...] E se tudo o que conhecemos for apenas um fragmento do todo?" Trecho extraído do livro: #ACHAVE, por Bruno Barreto.
Hoje eu quero a arte verdadeira, faço arte não pra ser passageira.
Trecho da música arte verdadeira.
No poema Tabacaria, de Fernando Pessoa, esse trecho me chamou a atenção e às vezes lembro dele:
"o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada".
Representa o vazio, a falta de sentido ou o destino final de todas as coisas: o esquecimento e a inexistência. Sugere que, embora a carroça esteja cheia, o caminho por onde ela transita não leva a lugar nenhum.
Será que nosso destino individual é conduzido por essa carroça e a vida é um chegar em nenhum lugar?
Sou cristão, mas confesso que escuto o silêncio de Deus. Esse tema foi explorado pelo diretor que gosto bastante, Ingmar Bergman; tem um filme em que ele fala sobre o maior sofrimento de Jesus Cristo, e ele diz que não foi o sofrimento físico, mas o silêncio de Deus: o momento em que Jesus grita na cruz: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?".
E é isso: a fé é uma batalha, dolorosa e difícil, e às vezes desesperada; às vezes a gente pensa que não tem sentido nenhum. Mas, embora pareça isso, acreditar que tudo está indo para o nada faz menos sentido ainda. A própria palavra diz o que ele é: nada, algo que não existe. Então, o nada é uma palavra sem sentido no nosso vocabulário, pois só existem coisas e tudo. Embora não vejamos todas elas e suas relações, elas existem.
Creio que a história do ser humano é criação, queda, momento em que estamos, e restauração. Quando acabar a era da queda, tudo vai ser exposto, e as coisas, as pessoas, anjos caídos, Deus e anjos, e toda a teia e cadeia de causas aparecerão. Como diz o apóstolo Paulo: agora vejo em parte, depois verei face a face.
(trecho de um livro de ficção que estou escrevendo)
“…e então ele disse: enquanto o egoísmo habitar os homens, a guerra jamais deixará de existir.”
Existe um trecho no "Pai Nosso " que diz o seguinte:
"Venha à nós e ao vosso Reino"
Quando somente um lado é permissível o outro lado se sobre põe e quando não se é mais útil é descartado. O equilíbrio deve existir para que ambos possa usufruir do que se é oferecido.
Se hoje o outro fez por mim amanhã eu farei por ele . Não é obrigação é reciprocidade, "eu não pedi" não precisa se você for importante para alguém ele irá até você sem que o peça.
JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.
Trecho do conto : A cobra.
... Foi péssimo, em cima de uma galho havia uma cobra, marcante em solo rígido, a fim de massacrá-la pelo seu ar nojento de ser pobre , podendo ser hostil e ávida.
Em um único pulo levantou-se arregalando os olhos, atenta ao bicho, que a observava com um instinto venenoso. Ela caminhava e caminhava para trás, enquanto a cobra sem nenhuma piedade descia tronco abaixo, avançando... Parecia querer lhe dizer algo além é claro, de que o território era seu. Ao recuar pelo medo tropeçou caindo de costas ficando de frente para a bicha sedenta em horror. O animal sem nenhuma pressa subiu-lhe pelas pernas, passando pelo abdômen chegando até a face mostrando-lhe suas garras bocais.
O pavor lhe rondou mas, a misericórdia foi maior ...
...e entre tantas vontades e sonhos, acabei ficando por ali, naquele trecho da vida de outro alguém, como um rascunho, um ensaio.
Nem tão triste, mas nem tão feliz...Algo como um meio termo, como todos aqueles que se condenam a viver uma história que não é sua.
No encontro de uma Constante - Suma com as perguntas (trecho)
Quando eu te vejo
Todas aquelas respostas
Permanecem sem perguntas.
E quando a escuridão pousar em você
Sinta que estarei por perto
Mesmo não sendo o ideal
Serei a chuva que eliminará sua dor
A parte imperfeita que
Completará o quebra-cabeça
Que alguém ainda irá criar.
Desde o início
Planejávamos o final
Desde o início eu era uma resposta à deriva
Esperando que uma pergunta sua me completasse.
No encontro de uma Constante - Apenas eu olhando (trecho)
O início, um doce início
Onde queria apenas olhar para você
Ficando iludindo, não vendo nada
Nada além de um brilho que nunca foi seu
Não há mais dúvidas
De alguma forma é preciso ficar preso
Preso para não ir
Pois não há mais liberdade no seu mundo
No encontro de uma Constante - Apenas obrigado (trecho)
Apenas obrigado, é apenas isso que preciso ouvir
Saber que fiz algo certo
E quando ouço, é quando percebo
Vejo que há para onde fugir
Fugir para um lugar onde há uma realidade
Fatos que sejam melhores que minha imaginação
E mais real que o momento de agora
Não sei
Não lembro
Mas obrigado
Obrigado por fazer mais do que imagina
No encontro de uma Constante - O propósito disso tudo (trecho)
Pergunto-me, se você se pergunta
Mesmo elaborando respostas
Nunca irão ter suas perguntas
Não há acaso, nunca houve
Aquele dia à tarde foi uma brincadeira do destino
Em unir o que não pode ser unido
Quando me falou, que não sabia o porquê de estar ali
Eu logo soube que era uma brincadeira do destino.
No encontro de uma Constante - Eu te vejo (trecho)
Belo como a música que nos une
É seu bom dia, em palavras que posso escutar a melodia
Criando em mim sentimentos que não posso lhe contar
Digo frases soltas que juntas seria minha declaração de amor
Eu te vejo mais que posso imaginar, em cada detalhe
Mas meus olhos não podiam distinguir
O que você realmente sentia
E não há reação onde não há ação
Sem lembrar-se da primeira vez que te amei
E da ultima que lhe deixei
Eu vejo, que você nunca verá
Ou não quis ver
Que era tudo além
Que qualquer um queria imaginar
Estava no tumblr e li o seguinte trecho do escritor Caio.F Abreu: “Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga”. Na hora me lembrei de 6 pessoas, que se tornaram especiais em apenas 1 ano letivo.
Foram essas 6 pessoas que me aguentaram durante o ano, foram elas que me escutaram quando eu precisei, me deram conselhos, brincaram, brigaram, e durante 205 dias letivos foram eles que sempre estavam lá quando eu mais precisava.
As férias foram chegando, e pelo menos eu, já sentia um nó na garganta só de pensar que não estudaríamos juntos no ano seguinte (2012). Um mudaria de colégio, e outros mudariam de turno. Chegaram as férias, e a despedida com toda certeza foi o momento mais difícil, mas eu ainda tinha esperança de que o ano de 2012 seria melhor do que 2011.
2012 chegou, as aulas começaram, e tive certeza de que nada seria como antes, os melhores amigos de 2011 não estariam mais juntos como antes, e as discussões durante a aula, as piadas e as 7 carteiras grudadas uma na outra, não estariam mais assim.
E como Caio F. Abreu disse, “o que foi bonito fica com toda força”, e com certeza vocês foram e sempre serão umas das coisas mais bonitas que já me aconteceram, e não é o tempo, a distância, a mudança de turno ou de colégio que vai fazer com que aqueles 205 dias letivos do lado de vocês sejam apagados.
Eu só tenho a agradecer a vocês, por me proporcionarem os melhores dias na escola, por serem esses amigos inesquecíveis, por estarem sempre comigo. Espero que eu tenha sido a amiga que vocês esperavam, pois vocês foram e serão os amigos que eu sempre desejei. !
Obrigada Larissa Pereira, Eduarda Alves, Lucas Cezilio, João Vitor Saraiva, Pedro Gabriel e Pedro Junior. Durante 2011 vocês foram os motivos dos meus sorrisos e idas pro colégio. Enfim, vocês são “uma das coisas mais bonitas” que já aconteceu na minha vida.
Nunca se esqueçam que eu amo vocês demais. !
E um dia, você soltou a minha mão e me deixou para trás,
em um trecho qualquer, sem norte, sem sorte, sem ti...
Não quero ser lembrado, não quero ser procurado,
não quero ser resgatado, não por ti...
Quero ser salvo por um alguém que faça diferente,
que não me traia, e nunca me abandone, que apesar do caminho,
do peso e da distancia que tenhamos que percorrer, não me deixe para trás.
E esse alguém, sensível e naturalmente, olhará para trás e dirá;
Quer conduzir um pouco?!
E eu a conduzirei, pelo resto de sua vida, sem nunca soltar sua mão,
sem nunca deixa-la para trás.
Porque é isso que parceiros fazem, é isto que o coração almeja,
e isso que se chama amor...
Troca, compreensão, coragem, caráter, verdade, humildade,
sem isto não se caminha em pares, sem isto, não se vive plenamente,
e "sem" eu prefiro ficar sozinho.
E quando este novo alguém me estender a mão, eu vou tomar a frente,
conduzir, guiar, carregar no colo, acorrentados...
E se eu fraquejar, revezaremos... simples.
E no fim do caminho, este alguém terá o meu colo como porto seguro,
para repousar desta e de outras travessias, turbulências, percalços,
para todo o sempre...
Quanto a você... Deu pra ti...
Os caminhos são como um jogo de videogame, depois de passado um determinado trecho (fase), você sempre poderá começar de onde parou.
Às vezes é preciso sabedoria para entender e discernir o momento de avançar ou de voltar na fase anterior.
Voltar nem sempre significa retroceder.
Algumas voltas nos deixam mais fortes e preparados para o caminho ou fase seguinte.
Dizem que nada acontece ao acaso, portanto observe SEMPRE o seu caminho...
A beleza do caminho está sempre nos olhos de quem o vê.
"Quando se lê na bíblia o trecho em que diz: MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM. O que realmente se quer dizer é: MALDITO EU QUE CONFIO EM MIM. O coração do homem é enganoso e adora nos pregar peça."
Escrevi um trecho da minha vida, e engraçado, porque como em uma vida tão jovem pode ter tantos acontecimentos significativos? porem a maioria das ruins estão por baixo das melhores que são as parte boa da minha vida.
Corpo quente (Para Musa - Trecho)
... Um dia desses
sem que percebesse minha presença
fiquei te admirando por alguns instantes.
Olhos fitos em teu corpo
assim fiquei, te desejando,
do modo mais lúbrico possível ...
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