Trânsito

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O Dia que amanhece em seu viver lhe ofertará inúmeras variáveis de trânsito para a sua vida,mas querer todas ou muitas isto lhe ofuscara o prazer no seu viver,então escolha uma que se possa sentir o momento e se sentir fluindo por ela ,pois a vida é o momento atual ,não é o que passou ou o que virar,ela a vida prazerosa é o agora e cada passo tem sua própria assinatura e expressa para ti o teu futuro que será só uma consequência do agora,então se voçe querer muitas coisas ao mesmo tempo, o mais provável é não conseguir gerenciar sua vida no agora do futuro e a alegria está em conseguir-mos gerenciar nosso viver,porque a vida na sua essência é um caos gerenciavel e é justamente isto que nos motiva no dia que amanhece.

Quando a consciência aumenta, a violência no trânsito diminui.

Há quem perde a cabeça nos acidentes de trânsito e outros na discussão conjugal, familiar ou profissional.

No trânsito, responsabilidade não é apenas uma obrigação. É uma escolha pela vida.

Existe um vai-e-vem infinito de palavras,
um trânsito inquieto
onde nem todas sobrevivem ao próprio nascimento.


Algumas se perdem
no labirinto das intenções mal resolvidas,
girando em falso,
como pensamentos abortados
antes de tocar o território da consciência.


São ruídos disfarçados de linguagem,
ecos que não encontram corpo,
sons que se esfarelam
antes de se tornarem sentido.


Mas há outras, raras,
que atravessam o silêncio
como quem rompe
uma membrana invisível,
e mergulham fundo
na gravidade do que é essencial.


Essas não se dispersam
e nem pedem permissão ao caos.


Elas se erguem
e deixam de ser palavras.


Tornam-se ideia que pulsa,
verdade que inquieta,
permanência que resiste
ao desgaste inevitável do tempo
e à fragilidade transitória
da linguagem.
✍©️@MiriamDaCosta

"Eu nunca quis, não quero e nunca serei seu amigo"


Eu transito.


Entre países,
fronteiras,
bairros,
cidades,
entre uma fumaça e outra,
entre amores que chegam
e amores que viram saudade.


Sou homem de passagem,
de mala, de rua, de miragem,
de beijo que acende a noite
e de adeus que muda a paisagem.


Acendo um cigarro
no Hard Rock Café de Santa Cruz de la Sierra
e, por alguns minutos,
me sinto como um deus.


Não porque conquistei alguém,
mas porque ninguém me pertence
e eu não pertenço a ninguém.


Em Letícia, na Colômbia,
danço cumbia amazônica
entre mulheres, fumaça e madrugada,
e descubro, mais uma vez,
que há coisas que acabam
sem jamais terem sido fracassadas.


Pedalo por São Paulo
e sou imbatível.


A cidade passa por mim,
os carros passam por mim,
as pessoas passam por mim,
e eu continuo.


Acendo um cigarro diante da Fundação Mario Benedetti
e a poesia me satisfaz.


Porque aprendi alguma coisa
sobre o amor,
sobre a vida
e sobre essa estranha mania humana
de chamar de definitivo
aquilo que nasceu transitório.


Eu sou rei na arte de transitar.


Sei chegar.
Sei partir.
Sei encontrar pessoas.
Sei reconhecer seus rostos anos depois
e fingir que o tempo não fez seu trabalho.


Grande parte das mulheres que conheci
dividiu comigo uma cama.


Hoje,
muitas são estranhas.


E tudo bem.


Não transformo o passado em mentira
só porque ele passou.


Houve amor.


Houve desejo.


Houve pele,
risada,
cigarro,
madrugada,
promessa que parecia eterna
até a manhã seguinte provar o contrário.


E depois?


Depois, seguimos.


Distintos.


Como duas gotas de água.


É assim que a vida me ensinou.


Eu não preciso possuir o que amei
para admitir que amei.


Não preciso voltar
para reconhecer que estive lá.


Não preciso transformar uma mulher que foi amor
em amiga
só para fingir que alguma coisa permaneceu.


E é aqui que você entra.


Porque eu nunca quis ser seu amigo.


Não naquela noite.


Não depois daquele beijo.


Não quando deitei ao seu lado.


Não quando imaginei você ao meu lado
para além de uma noite,
de um bar,
de uma cidade,
de uma estação.


Eu queria você.


Não sua amizade.


E eu não vou cometer agora
a covardia elegante
de chamar de amizade
aquilo que um dia chamei de amor.


Eu já tenho amigos.


Tenho muitos.


Tenho amigos suficientes
para encher uma mesa de bar.


Não me faz falta
mais uma cadeira.


Estou acostumado à solidão.


A solidão nunca me assustou.


Já atravessei fronteiras sozinho.
Já atravessei cidades sozinho.
Já atravessei países sozinho.
Já atravessei amores sozinho.


E sobrevivi.


Então não me ofereça
o prêmio de consolação.


Eu não quero.


O amor é arrogante.


Tão arrogante
que prefere perder
a fingir que ganhou.


Ele não aceita sobras.


Não aceita redução.


Não aceita que aquilo que desejou inteiro
seja apresentado depois
em pequenas porções
com o nome bonito de amizade.


Eu não quero a sua amizade
como quem recebe uma medalha
por ter perdido a guerra.


Prefiro a derrota limpa.


Prefiro a ausência verdadeira.


Prefiro que você passe por mim
num bar
acompanhada ou desacompanhada,
com alguém segurando sua mão
ou segurando apenas o próprio copo.


Já não me importa.


Você pode me cumprimentar.


Pode não cumprimentar.


Pode sorrir.


Pode seguir reto.


Pode estar com outro homem,
com outro amor,
com outra vida.


Nada disso me abala.


Porque o que me importa agora
não é ter você.


É não mentir sobre você.


Eu quis sua boca.


Quis sua presença.


Quis você ao meu lado.


E não vou fingir
que queria apenas uma amizade
porque foi isso que restou.


Não.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Sempre sem engano.


Porque a maior vitória
não é possuir aquilo que se deseja.


A maior vitória
é não se possuir pela mentira.


É poder perder alguém
sem perder a própria verdade.


Então vá.


Atravesse a rua.


Atravesse a cidade.


Atravesse a fronteira.


Faça da sua vida
o que quiser.


Eu farei da minha
o que sempre fiz:


transitarei.


Com meu cigarro.


Minha bicicleta.


Minha poesia.


Meus bares.


Minhas cidades.


Minhas mulheres.


Minha solidão.


E essa estranha capacidade
de amar profundamente
sem precisar transformar
todo amor perdido
em amizade.


Porque algumas pessoas
não foram feitas para permanecer.


Foram feitas para passar.


E algumas histórias
não precisam de amizade
depois do fim.


Precisam apenas
de honestidade.


Por isso,
se algum dia você me encontrar
naquela mesa de bar,


não procure uma cadeira vazia para mim.


Eu já aprendi a sentar sozinho.


E se quiser me chamar de amigo,


não.


Eu nunca quis.


Não quero.


E nunca serei.


Porque entre te perder
e me enganar,


eu escolho perder.


Entre a sua amizade
e a minha verdade,


eu escolho a verdade.


Entre ter você pela metade
e não ter você de jeito nenhum,


eu escolho o vazio.


Porque o vazio passa.


A mentira fica.


E eu,
que sou tão acostumado a partir,


não tenho medo de partir de você.


Tenho medo apenas
de permanecer
onde nunca quis estar.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Essa é a vitória.

A ciência explica, a filosofia questiona, a religião ancora, a poesia suaviza. E eu transito pelo centro de todas elas.

No trânsito, cada escolha importa. Responsabilidade não é apenas cumprir uma obrigação legal; é escolher conscientemente não colocar vidas em risco.

No trânsito, não basta saber as regras. É preciso respeitá-las. Não basta pedir segurança. É preciso praticá-la.

O Ponto Fixo do Trânsito


O Agora é a minha única morada, o ponto exato,
a quietude que o caos me permite reivindicar.
Se o defino, ele já é Presente-Passado,
a matéria de memória, a substância de tudo que o riso dos deuses levou.
Não é um vazio findo, mas o volume da minha história,
a textura viva da cicatriz que me torna necessário.
Mas o Agora é também, e sem trégua, Presente-Futuro,
a tensão que me impede o ócio inabitável.
É o vetor da força que move o Ser para o devaneio lúcido—
a criação de um paraíso possível,
mesmo quando a lucidez me diz que ele é breve.
Pois sei que as coisas transitam ao meu redor
e a minha perspectiva é o único centro real.
Se o mundo gira e a folha cai,
minha presença é o ângulo irrepetível
que dá forma e cor à velocidade do trânsito.
Os Deuses, lá no alto, podem rir da minha seriedade,
rindo da minha busca por um sentido,
zombando da pequena chama da minha vontade.
A gargalhada deles é a confirmação:
A vida é regida pela ironia lúdica, não pelo mérito.
Mas a síntese é a minha resposta:
Eu não preciso de um plano perfeito.
Eu sustento a minha existência apesar do riso,
criando o meu próprio éxtase no intervalo.
Eu sou necessário para completar a canção,
e mesmo sabendo que o futuro é incerto,
eu carrego a coragem indiferente de quem sabe:
O ato de estar aqui, no Ponto Exato do Agora,
já é o maior e mais belo de todos os propósitos.


⁠

O poeta sai com a palavra no trânsito do pensamento e logo de cara um engarrafamento, a inspiração fecha,
e muitas palavras à frente o tempo desconversa... ai, pouco a pouco se escoa a parede de outras pressas...
foco aberto um desafogo para a mente rodar a experiência de um momento assim de uma ida e de uma volta...
aproveitando um trecho mais longo...
e entrar num verso de mão única,
tirando o pé e baixando a atenção
para dar oi "a voz da parede":
ferida da nação... 《pá pá pá pá》


Olha: é ano de eleição


(Leonardo Mesquita)

No processo da vida, 2025 foi contestação...
Em 2026, quero sentença favorável
com trânsito em julgado de alegrias.

São Paulo, minha vida. Despertar ao som do trânsito, o cheiro de café e pão fresco na padaria da esquina. O cinza dos prédios cortado pelo verde teimoso de uma praça. A correria da Avenida Paulista, sonhos pulsando em cada olhar. Noites iluminadas, o samba na viela, o livro no metrô. A solidão na multidão e a descoberta de um sorriso familiar no ônibus lotado. Chuva de verano alagando lembranças. É cansaço e eterno movimento. Minha história escrita no asfalto, nos muros, no céu que teimo em enxergar. São Paulo, não te troco por nada.

“Não fique atrapalhando o transito dos sonhos com seu sonho impossível”.

"APAIXONADOS
Transito no imaginário de
tu'alma atordoando tristeza
pensamentos de luxúria e
desejos atormentando a lucidez
de seus momentos devorando
a razão e consciência se
perdendo em se querer."

"Aqueles apitos estridentes e contínuos, no trânsito, são para fazer os carros seguirem? Sem os apitos os carros não seguiriam? Quem apita está ali para agilizar o tráfego? E por que eles somem em dias de chuvas, por exemplo, ou em dias de grandes engarrafamentos, outro exemplo? Por quê?"
Frase Minha 0609, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

⁠A atenção no trânsito começa dentro da garagem!

Sou mais lembrado do que dor de dente, do que multa de trânsito, do que casamento desfeito. E tudo isso, modéstia às favas!

Inserida por HhorlandoHhaleRgia

Chuva mãe

E quando chove, sair para trabalhar se torna um tormento,o trânsito lento,do frio só ouço lamento.Mas parei para pensar em quanto os vejo a reclamar - Maldita chuva,atrapalhou meu final de semana,minha praia,minha balada. Da janela perfeitamente da pra se vê a felicidade das plantas, o balanço,o auê. Enquanto emburrados estamos olhando dos vidros do ônibus,lá fora elas cantarolam,refrescando suas raízes,a raridade caindo das nuvens que choram.
Chuva: você reclama, as plantas comemoram.

Inserida por TatianaZocrato

" O fluxo do trânsito humano é caótico demais para ser controlado"

Inserida por RicardoBruno