Trajetória

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Nós escolhemos a nossa influência e o impacto da nossa trajetória. Podemos ser a paz que acolhe ou a discórdia que destrói; o céu de alguém ou o seu próprio inferno."

Quem faz por querer o mal ao próximo leva consigo, caso não se arrependa, uma trajetória como bumerangue, retornando em peso maior o pecado de não se converter para o bem. Daí virar cretino de suas ações, onde o esconderijo de suas artimanhas, residem na hipocrisia, e, quando passa despercebido seus males, aos olhos do Senhor, há de prestar contas das trapaças e maldades praticadas.Todo aquele que se orgulha de suas ambições, luxúrias, crueldades... levam vantagens materiais e pelo prazer de suas atrocidades, que ferem e lesam a tantos. Suas conquistas não agradam a Deus e vai acumulando pontos negativos, que em algum tempo há de prestar contas e daí na maioria dos perversos, não alcançam o paraíso, porque raramente freiam seus vícios e suas estratégias, e, até fazem os malefícios distorcerem em mentiras, como se o bem praticassem, para o seu mundo de egoísmo e terrível prazer de crueldades, para que suas artimanhas demoníacas, sejam escondidas, enquanto elaboram constantemente planos que prejudicam e ferem de várias maneiras muita gente que sofre por não entender e saber que o mal muitas vezes se veste de anjo para ludibriar, enganar e destruir. Muitos que confiam e entregam -se aos vorazes lobos que bailam como ovelhas, enquanto proliferam o inferno entre aqueles que não enxergam seus chifres, recolhidos em suas mentes satânicas.

Águas , essência da vida , que mata a sede , refresca e movimenta toda sua trajetória . Geram riachos , córregos , rios até encontrar o mar ... Águas que mantém natureza e a todos seres neste mundo , pois somos constituídos quase tudo do H2O que jorra , evapora e retorna , trazendo o benefício do ciclo de vivermos através dela . Mas águas as vezes intrépidas e de precipitações além do que esperamos , trazem enchentes que transbordam e no inesperado, fazem grandes devastações para tantas pessoas , que assim sofrem , outros perdem a vida e grandes prejuízos materiais e emocionais para quem enfrenta as correntezas de águas, que não pedem passagem, pois elas a qualquer jeito precisam passar , mesmo entre grandes inundações , para atravessarem seus caminhos sinuosos , até o ponto que precisam desaguar seus mananciais . Não culpem a Deus , pois as precipitações da natureza ,muitas vezes acontecem para uma grande renovação e para que o ser humano entenda o valor da caridade e da participação da sociedade para socorrer quem foi atingido , pois hoje pode ser você que tudo perdeu e necessita de ajuda ,até mesmo para ter ânimo de recomeçar ... E quantos ajudam nesses momentos nefastos , pois amanhã os que são ajudados terão maior prazer a outros que precisarem , pois a roda viva da vida continua e necessitamos uns dos outros para cumprir nossa missão terrena . O sofrimento do caos , da lama , lixo , prejuízos, é sem dúvida um sentimento que parece levar junto com as águas as nossas forças ... Mas acreditem que a renovação com fé e esperança , far_se_á num futuro breve entender que sua vida está no Senhor da vida e que através das próprias águas, fará tudo novo e limpo , onde o amor seja âncora para uma transformação que muitas vezes acontecem pela dor . Que as lágrimas roladas de seu rosto na tragédia , misturadas nas águas amargas da enchente , com certeza jorrarão lágrimas de prazer e alegria por ter vencido esta batalha , como guerreiros de uma áurea espiritual ,num desafio que será lembrado para sempre na história , que terá em breve o sorriso de vitória !
João Batista Barbosa

DA CENTELHA AO CRISTO INTERIOR.
A TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.
O entendimento espírita acerca da vida não se limita ao instante biológico do nascer. Ele amplia-se para além da matéria, alcançando as causas profundas que precedem e sucedem a existência corpórea. Assim, ao tratar do “filho de Deus”, não se fala de privilégio exclusivo, mas da condição universal do Espírito criado simples e ignorante, destinado à perfectibilidade.
O nascimento, sob essa perspectiva, não constitui um começo absoluto, mas a continuidade de uma jornada. Segundo a codificação de Allan Kardec, na questão 344 de O Livro dos Espíritos, a união da alma ao corpo inicia-se na concepção. A fecundação, portanto, não é mero fenômeno orgânico, mas um ponto de convergência entre o plano espiritual e o físico, onde o perispírito se liga gradualmente ao embrião em formação.
A reencarnação surge como lei indispensável ao progresso. Não há aprendizado completo em uma única existência. Cada retorno ao corpo físico representa uma oportunidade de reajuste, de quitação de débitos morais e de aquisição de novas virtudes. A pluralidade das existências, longe de ser punição, constitui mecanismo pedagógico da justiça divina.
O livre-arbítrio é a ferramenta que confere dignidade ao Espírito. Ele escolhe, dentro de suas possibilidades evolutivas, os caminhos que deseja trilhar. Contudo, essa liberdade não é absoluta em seus efeitos. A lei de ação e reação, ou causa e efeito, regula o universo moral. Cada ato gera consequências proporcionais, conforme ensina a questão 964 da mesma obra, estabelecendo que a felicidade ou o sofrimento decorrem das próprias escolhas.
Na sociedade, o Espírito encontra o campo de provas mais fecundo. É no convívio com outros que se revelam as imperfeições ainda latentes. As dificuldades sociais, familiares e íntimas não são castigos arbitrários, mas instrumentos de educação da alma. A dor, muitas vezes, é o recurso extremo que a consciência utiliza para despertar-se.
A resignação, nesse contexto, não significa passividade, mas compreensão ativa das leis divinas. Conforme exposto no capítulo V de O Evangelho Segundo o Espiritismo, “bem-aventurados os aflitos”, pois a aflição, quando compreendida, converte-se em alavanca de elevação moral.
O perdão, por sua vez, constitui uma das mais altas expressões de libertação interior. Perdoar é romper os grilhões invisíveis que prendem o Espírito às correntes do passado. Não se trata de esquecer mecanicamente, mas de ressignificar, dissolvendo o vínculo de ódio que perpetua o sofrimento.
A felicidade, na visão espírita, não é um estado permanente nas esferas inferiores da existência. Ela é relativa ao grau de evolução do Espírito. Contudo, pode ser antecipada na Terra por meio da consciência tranquila, do dever cumprido e da prática do bem. A verdadeira felicidade é interior e independe das circunstâncias externas.
A evolução é a lei maior que rege todos os seres. Desde os estágios mais rudimentares até a angelitude, o Espírito progride incessantemente. Não há retrocesso no princípio inteligente, apenas estacionamentos momentâneos causados pelo uso indevido da liberdade.
As influências encarnadas e desencarnadas exercem papel constante na vida humana. Pensamentos, emoções e intenções criam sintonia. Espíritos afins aproximam-se por afinidade vibratória. Assim, tanto podemos ser auxiliados por benfeitores espirituais quanto perturbados por entidades ainda presas às sombras do ressentimento. A vigilância moral e a elevação do pensamento funcionam como filtros protetores.
A proteção espiritual não se dá por privilégio, mas por merecimento e afinidade. Os chamados “mentores” acompanham o Espírito em sua jornada, inspirando, intuindo e, dentro das leis, auxiliando. Entretanto, jamais substituem o esforço individual. A assistência espiritual respeita o livre-arbítrio e atua de forma discreta, sem violar a autonomia da consciência.
E, por fim, chegamos à figura de Jesus. Não como exceção inacessível, mas como modelo e guia da humanidade. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele é apresentado como o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem. Sua vida sintetiza todas as leis anteriormente expostas. Ele exemplifica o uso pleno do livre-arbítrio em harmonia com a vontade divina, demonstra a resignação consciente diante do sofrimento, ensina o perdão irrestrito e revela a felicidade que nasce da união com o bem.
Ser “filho de Deus”, portanto, é reconhecer-se parte desse processo grandioso. Não é um título estático, mas uma vocação dinâmica. Cada Espírito carrega em si o germe da luz que, um dia, há de florescer em plenitude.
E assim, entre quedas e reerguimentos, entre sombras e claridades, o ser avança, silenciosamente, rumo à sua mais alta destinação, onde a consciência, enfim harmonizada, deixa de apenas existir e passa a compreender.
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As vitórias só surgem após as lutas, cada obstáculo que aparece em nossa trajetória deve ser usado como combustível para encontrarmos atalhos de superação e nunca desistir diante deles.

Cada fase das vivências e experiências que pontuaram nossa trajetória são importantes, pois elas nos ensinaram a melhorar continuamente nossas atitudes em todos os aspectos...

Em todas as trajetórias profissionaisas lutas são árduas, porém as recompensas irão surgindo no decorrer do percurso, e tudo vai se recompensando assiduamente estimulando a continuação...

OLEGÁRIO RAMOS E A DIGNIDADE DO ESPÍRITO NA HISTÓRIA BRASILEIRA.
A trajetória de Olegário Ramos inscreve-se, com singular elevação moral e vigor histórico, no contexto das transformações sociais do Brasil pós abolição, constituindo um testemunho eloquente da força do espírito humano diante das adversidades impostas pela herança escravocrata. Filho de escravos e beneficiado pela Lei do Ventre Livre, medida promulgada em 1871 que visava mitigar gradativamente o regime servil, Olegário emerge como figura paradigmática na consolidação do Espiritismo no interior paulista, notadamente na cidade de Garça.
Sua formação inicial, marcada por circunstâncias atípicas, revela um itinerário de rara complexidade. Criado sob a tutela de um sacerdote em Rio Claro, interior de São Paulo, teve acesso a elementos de instrução e espiritualidade que lhe permitiram, desde a juventude, entrar em contato com os princípios da doutrina espírita. Tal aproximação precoce não apenas moldou sua cosmovisão, mas também delineou sua vocação para o trabalho espiritual, que mais tarde se manifestaria de forma concreta e perseverante.
Olegário Ramos iniciou suas atividades doutrinárias em sua própria residência, transformando o espaço doméstico em núcleo de irradiação espiritual. Esse gesto, simples em aparência, denota profunda coragem moral e compromisso com a difusão de uma filosofia que, à época, ainda enfrentava resistências significativas. Em 1943, esse esforço culminou na fundação do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, instituição que se tornaria referência na região de Garça, tanto pelo trabalho assistencial quanto pela prática doutrinária.
Entretanto, sua caminhada não se fez sem provações. Em um cenário social ainda impregnado de preconceitos raciais e incompreensões religiosas, Olegário enfrentou discriminação tanto por sua origem quanto por sua atuação no campo espiritual. O centro por ele fundado foi alvo de atos de depredação, expressão material de uma intolerância que buscava silenciar iniciativas de elevação moral e fraternidade. Ainda assim, sua perseverança não se deixou abater, evidenciando uma fortaleza íntima que transcende as contingências históricas.
Sua atuação contínua na região de Garça consolidou não apenas um espaço físico de estudo e prática espírita, mas sobretudo um legado ético. Olegário Ramos representa, nesse sentido, a confluência entre resistência social e missão espiritual, demonstrando que a verdadeira grandeza não reside nas condições de origem, mas na capacidade de edificar, servir e persistir.
Assim, sua figura projeta-se como um dos expoentes da contribuição negra para o desenvolvimento do Espiritismo no interior paulista, rompendo barreiras sociais e raciais com a autoridade silenciosa de quem compreendeu, em profundidade, a dignidade essencial do espírito humano.
Que sua memória permaneça como um marco de elevação moral e como um chamado permanente à coragem de servir, mesmo quando o mundo insiste em negar reconhecimento àqueles que mais dignificam a vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Quem faz o Bem, constrói uma Trajetória de Dignidade. P.G

Linda Trajetória






Há 59 anos...


No Bairro de Chã Alegre...


Existia um sonho
E uma plantação de Angélica.


O que antes era um sonho,
Foi se transformando em realidade


A partir deste momento,
Se inicia uma nova história...


Uma história de Fé.


Uma história de esperança.


Uma história que está transformando vidas.


uma história que que tem marcado gerações...


Uma história que jamais poderá ser esquecida...


E esta história está sendo escrita por um Templo...


O Templo da IEADPE,


Que veio para levantar e salvar pessoas
Dispostas a levar o IDE de Jesus...


Quando o Templo ainda era pequeno;


Aqueles que foram chamados
Para esta tão grande obra

Evangelizavam


E levavam a palavra de Deus


Por toda comunidade de Chã Alegre
E comunidades vizinhas.


Um homem simples...


E com um desejo enorme de evangelizar.


Um homem que foi chamado
E separado por Deus.


Um homem que ganhou muitas almas para o Reino.


Esse foi o evangelista Ir. Zito...


Desde então;


A comunidade de Chã Alegre
Nunca mais foi a mesma...


A igreja foi crescendo,


E cada vez mais alcançando
Mais e mais pessoas
Através das Boas Novas...


Neste lugar o Senhor capacitou obreiros:


Evangelistas,
Missionários,
Pastores,


E tantos outros que saíram deste lugar...


Ainda temos os nossos obreiros locais:


Auxiliares
Diáconos


Que atualmente servem com excelência
Nesta congregação.


Muitos são os que ainda serão levantados por Deus
Para continuar com este legado.


Uma história que hoje completa
Quase seis décadas...


Quase seis décadas buscando almas


E fazendo histórias


Quase seis décadas levando o ensino da palavra de Deus...


Em 03-09-1967
Foi inaugurada a Escola Bíblica Dominical.


Um culto de ensino da Bíblia,
Que muito tem a nos ensinar.


Ainda no mesmo ano
Foi inaugurado o Círculo de Oração de Adultos.


Órgão para mulheres dispostas


Mulheres com sede da presença


Sede da presença de Deus...


Mulheres intercessoras,


Que intercede pelo lar;


Pela família;


Pelos enfermos.


(Chorando)
Mulheres que clamam por misericórdia
E paz no mundo...


Que dobra os seus joelhos,


Desce ao pó
E busca a face de Deus.


No ano de 1968
Foi inaugurado oficialmente
Mais um trabalho...


A Campanha Evangelizadora...


Seja sol ou chuva,
Sai ao campo para evangelizar


Os que foram chamados para esse trabalho
São ainda mais ousados...


Ousados na palavra.


Ousados em abrir mão do conforto
E descanso.


Ousados para sair aos domingos
Em busca de almas...


No ano de 1974
Foi inaugurado o C.O.I,
Círculo de Oração Infantil.


Lugar que os pequeninos aprendem
A importância da oração.


É um dos primeiros passos dos pequeninos
No conhecimento da palavra de Deus.


E tantos outros órgãos se formaram neste lugar:


Coral,
Conjunto,
Jovens,
Adolescentes.


E hoje esta história
Se aproxima de mais uma década...


São quase seis décadas.


Décadas marcadas e eternizadas; na memória e no coração de toda igreja.


Uma história que jamais será esquecida.


Que jamais será apagada
Que jamais será interrompida...


Uma história construída
Com base na palavra de Deus.


Uma história que tem como único autor...


Jesus...


São quase seis décadas
Desfrutando da Graça de Deus...


____________________________________


Poesia escrita por: Carolaine Cruz


Uma poesia dedicada aos 59 anos do aniversário do Templo da IEADPE, uma Congregação do Município do Paudalho-PE.


A Poesia pode ser adaptada para outras igrejas, mas sempre citar o nome da autora.

Deve ser porque
talvez…


a vida seja,
simplesmente,
essa trajetória audaciosa
que me empurra para além das margens
que me desafia a romper o contorno
que me recusa o raso.


Talvez seja isso:
um chamado constante
para atravessar os limites
que eu mesma desenho
com receio e desejo.


Ir além
não como fuga,
mas como expansão.


Muito além
do que me ensinaram,
do que esperavam,
do que tentaram podar.


Porque há em mim
essa fome de horizonte,
essa sede de infinito,
essa inquietação
que não se aquieta
com migalhas de mundo.


E se a vida é travessia,
que seja ousada,
que seja vertigem,
que seja salto.


Porque ficar
nunca foi o meu verbo.
✍©️@MiriamDaCosta

Estava aqui pensando em toda a trajetória que percorremos para chegar até este momento. Lembra de quando éramos mais novos e achávamos que sabíamos tudo sobre o futuro? Olhando para trás, percebo que a nossa maior conquista não foi o que buscamos no mundo, mas a relação sólida que construímos entre nós.Nós já enfrentamos muitas fases difíceis — altos e baixos que testaram a nossa paciência e o nosso sentimento. Mas tudo isso ficou no passado. Hoje, quando olho para você, tenho a certeza de que valeu a pena passar por cada momento de incerteza para alcançar a estabilidade e a paz que temos agora.Você é tudo o que eu quero. Às vezes, quando estamos juntos e relaxados, preciso de um instante para perceber a sorte que tenho. Fica claro que a verdadeira felicidade não é um plano distante ou uma promessa para o futuro, mas sim a realidade do que vivemos no presente. Encontrei em você o apoio que preciso nos dias em que o mundo parece difícil demais.Obrigado por transformar a minha vida para melhor, por ser o meu suporte nos momentos de crise e por provar que os nossos planos dão certo com o tempo. Prometo continuar ao seu lado nos dias bons e nos ruins, porque o nosso amor é o que me dá direção.

Como não observar o passado, ver que nossa trajetória juntos é uma dádiva doada por Deus, é ele quem nos concede o sopro e o tempo de vida. Lembrar os momentos de apoio de incondicional, refletir sobre à solidariedade, o firme propósito do companheirismo, os segredos guardados no incrivel compromisso de guardá-los para eternidade, nossos risos fáceis de se realizarem, estes ficaram presos em nossos corações, saber que poderei contar com cada um de vocês já enche meu coração de carinho e felicidade.


Boas festas hoje e sempre!

LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.

A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.


Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.

Construa sua trajetória de vida e defina uma existência plena e feliz.

pensando em como nossas trajetórias se cruzaram. Você, com esse seu jeito de quem veio do interior, trazendo um mundo inteiro de sonhos dentro de si; e eu, criado no asfalto, acostumado com o barulho e a pressa da cidade. Parecia que estávamos apenas ocupando nossos lugares naquele trem da meia-noite, sem saber exatamente para onde ele nos levaria, mas sabendo que precisávamos ir.
O mundo aqui fora pode ser solitário e, muitas vezes, esfumaçado como aquela sala onde a gente se viu pela primeira vez. Entre o cheiro de vinho e as luzes baixas, bastou um sorriso seu para que a noite fizesse sentido. Foi ali que percebi que a vida é feita desses encontros: estranhos que se procuram na penumbra, tentando achar alguma emoção real escondida na rotina.
Eu sei que não tem sido fácil. A gente trabalha duro, joga os dados e torce para que a sorte esteja do nosso lado só mais uma vez. Vi muita gente vencer e outros perderem pelo caminho, mas o nosso filme ainda não acabou. Ele continua rodando, cena após cena, sempre e sempre. Segure-se com força nessa sensação que nos uniu. Mesmo quando as luzes da rua forem as únicas companhias e a noite parecer vasta demais, lembre-se de que estamos juntos nesse trilho. O destino final pode ser um mistério, mas enquanto houver essa música entre nós, eu não vou soltar a sua mão.

Sabe, tenho pensado muito em como as nossas trajetórias se cruzaram. É como se o universo inteiro estivesse trabalhando para nos guiar até ali. Você, com esse seu jeito doce de quem carrega a pureza do interior e um mundo inteiro de sonhos nos olhos; e eu, moldado pelo asfalto, acostumado com o barulho, a pressa e a solidão da cidade grande. Naquela noite, parecia que éramos apenas dois passageiros ocupando lugares ao acaso naquele trem da meia-noite. Não sabíamos para onde ele nos levaria, mas a nossa alma já sabia que precisávamos ir.
O mundo aqui fora é tão frio, tão solitário e, muitas vezes, esfumaçado como aquela sala onde nossos olhares se encontraram pela primeira vez. Mas bastou um sorriso seu — um único e tímido sorriso — entre o cheiro de vinho e as luzes baixas, para que toda a minha existência passasse a fazer sentido. Foi ali, naquele milésimo de segundo, que eu entendi: não éramos dois estranhos se conhecendo. Éramos duas metades que finalmente se reencontravam, depois de vidas inteiras se procurando na escuridão da rotina.
Eu sei que a vida não tem sido fácil. A gente trabalha duro, joga os dados com o destino e torce para que a sorte sorria para nós só mais uma vez. Já vi tanta gente vencer e tantos outros se perderem pelo caminho... Mas o nosso filme, meu amor, está longe de terminar. Ele continua rodando, cena após cena, em um looping eterno de nós dois. O que nós temos não é um acaso; é um laço de almas gêmeas, daquelas que se reconhecem pelo toque, pelo cheiro, pela troca de olhares.
Por isso, segure-se com força nessa certeza que nos uniu. Mesmo quando as luzes da rua forem as nossas únicas companhias e a noite parecer vasta e assustadora demais, lembre-se de que o meu coração bate no mesmo ritmo do seu. Estamos juntos no mesmo trilho, na mesma direção. O destino final pode até ser um mistério, mas enquanto houver essa melodia perfeita entre nós, eu juro, pela minha vida, que nunca, jamais, vou soltar a sua mão. Eu amo você, além do tempo e de qualquer distância.

Cicatrizes não definem o destino; apenas ilustram a nossa trajetória. Caminhei sobre os escombros de sentimentos antigos, onde o vazio do meu peito ardia feito brasa viva, mas recusei o papel de vítima do próprio enredo. Foi preciso sair do barulho do mundo para escutar, finalmente, a batida calma que pulsava no peito, lembrando que existir exige coragem.O afeto que nutro por mim transformou-se em solo fértil, permitindo o florescer de uma calmaria há muito esquecida. Compreendi que o amor verdadeiro não sufoca nem exige sacrifícios desmedidos; ele cura através da paciência e acolhe as falhas humanas com doçura. Hoje, permito-me sentir essa paixão madura, que não teme o tempo nem a distância, porque está firmada na certeza de dias melhores.A vida impõe provações severas, testes diários de resiliência e maturidade emocional que testam nossos limites. No entanto, a esperança permanece como lamparina acesa, guiando os passos na escuridão e provando que renascer é sempre possível. Acolho cada tropeço como aprendizado valioso, celebrando a beleza de ser inteiro e livre de amarras.

Mulher, seu valor reside na coragem com que você reconstrói sua trajetória, assumindo-se autora da própria vida e ignorando validações externas. Abrace sua força visceral e reconheça no espelho a única aprovação necessária para reinar hoje.

"Aquele Aplicativo de Música fez 'relatorio' da minha trajetoria neste ano por lá. Eles identificaram que meu gosto musical é de alguém com 82 Anos de Idade. AhAhAh. Adorei porque só gosto mesmo (ou só gosto mais) de músicas antigas. Eles são bons nessas Avaliações e não sabem a minha idade, HeHeHe!"
Texto Meu 0972, Criado em 2020

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com