Trabalho Escravo
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
Sou escravo dos meus próprios anseios.
Sentimentos frustrados e ideias perdidas.
Andando no tempo, vivendo além do meus dias
Tentando esquecer minha história.
Fazendo de tudo para achar melhor forma de viver.
Os egoístas são escravos de suas convicções,
Não aceitam críticas, nem conselhos,
Simplesmente impõem suas vontades
E querem que prevaleçam diante de qualquer ciscunstância.
Por serem inseguras, angustiadas e arrogantes,
Buscam desesperadamente refúgio na atividade profissional,
Como estratégia emocional para inibir suas fraquezas e frustrações.
A devoção mórbida aos seus ideais,
Fazem com que seus relacionamentos amorosos sejam frágeis
E conflituosos com crise de possessividade e carência afetiva.
A incapacidade de amar estimula os sentimentos inferiores
Como complexo de inferioridade, baixa estima, depressão,
insegurança, impulsos mentais pervertidos,
Entre outras patologias corporais.
Por isso buscam na aparência auto-afirmação
Da sua personalidade.
Vou lhes contar uma pequena historia que acontece em vários locais, e que nos faz escravos de algo, um passado, uma mentira, um acaso, pois bem: Haviam dois irmãos Breno e Bruna, e foram passar uns dias na casa no sitio do avós, Breno ganhou do seu avô um estilingue e Bruna ficava mais tempo com a avó. Certo dia, Breno ja estava craque no seu brinquedo, e resolveu mirar no pato que passeava no jardim, pimba bem na cabeça do bicho e o matou, assustado, Breno escondeu o pato, mas a sua irmã tinha visto tudo. No outro dia após almoçarem, a vó disse, Bruna vem me ajudar com a louça, e Bruna prontamente disse, "Vó, o Breno disse que esta com vontade de lavar toda a louça", e sussurrou no ouvido dele "eu sei sobre o pato" e Breno lavou a louça. No outro dia pela manhã, o Vô disse vamos pescar crianças? E a vó disse: preciso que a Bruna fique pra me ajudar aqui, e Bruna disse logo que o Breno não gosta de pescar e ele ficaria, e novamente sussurrou sobre o pato. Então ao saírem, Breno incomodado, falou: Vó eu sem querer matei o pato e me arrependo do que fiz, e a vó calmamente olhando para ele disse, eu Vi tudo da janela, Breno e esperei que você admitisse seu erro. e o abraçou e o libertou daquela culpa e escravidão que sua irmã estava lhe impondo. Então, isso é só uma historinha, mas DEUS esta sempre na "janela" nos observando tudo o que fazemos, Ele sabe tudo sobre a sua vida, passado, presente e lhe da caminhos para seu futuro. Não se deixe escravizar por coisas que não lhe fazem bem, não fique escravo de pessoas, modas, vaidades, orgulho, solte as correntes, tenha uma vida leve, Aprenda a perdoar e a pedir perdão, Aprenda a esquecer o que foi perdoado, já ouviu falar do mar do esquecimento, então é pra lá que vão as coisas perdoadas. Lembre-se que é pela graça e misericórdia de Deus que somos livres e poderemos ser salvos. Não seja como a Bruna da história e nem se escravize como o Breno. Deus te ama, use sempre da verdade, da sabedoria, tenha objetivos claros, seja manso, e com um coração cheio de amor ao próximo. Vale a pena.
Somos hoje em dia. Escravos de opiniões, invés de sabermos lidar com nossas próprias opiniões. Ligamos mais com as dos outros.
E isso por outro lado é erradíssimo!
Foda-se o fato de você ser gorda ou magrela. Me faça um favor. Faça um favor a si mesma.
Vai ser feliz.
Vai amar seu corpo como ele é! Seu cabelo. Como Deus fez.
Se quiser alisar o cabelo ou emagrecer. Faça!! Mas por favor...faça por você!!!
Não pelas opiniões alheias...
Serio!
Todos nós somos bonitos de modos diferentes.
Não podemos obrigar pessoas a gostar de nós como somos ...verdade!!
Mas somos nós quem escolhemos se vamos ligar ou não para a opinião desses sem conteúdo.
Porque ser humanos bonitos. Não são apenas aqueles físicos lindos.
Mas a mais bela e pura beleza. A que vem de dentro. A herdada por poucos de Deus. A personalidade= conteúdo= pessoa completa de certa forma em si.
Aquele tipo de amor
Transforma um homem num escravo
Aquele tipo de amor
Manda um homem direto para a sepultura.
Somos escravos duma sociedade doente onde coisas doentes são consideradas normais e coisas normais são consideradas doentes
Servidão
Numa época de senhores e escravos, certa feita, um causo se sucedeu. Um dos escravos, o mais velho e obediente que já houvera por aquelas bandas, teve seu único filho envolvido numa pendenga. A sinhazinha, moça de poucos atributos e coração de pedra, vira o menino comendo uma fruta.
Coisa boba, pedaço de sobra da refeição anterior, mais que ele tivera a ousadia de pegar. Antes os porcos do que os serviçais da casa. Caso passado ao sinhozinho, o menino fora chamado a responsabilidade: iria pagar com seu lombo franzino e a carne magra, os desaforos do arroubo. Assim fora marcado: o menino ia apanhar do capataz da fazenda no alvorecer do dia, para que diante de toda a negrada ficasse bem claro: só poderiam comer do angú que lhes fossem servidos.
O pai do negrinho, vendo que o capataz não ia tremer a mão na hora do castigo, tomou de força e pediu:
- Sinhô, sei que meu filho errou, sei que vosmecê tem filho também, e coisa que aprendi morando aqui como vosso servo, é que pai educa filho. Deixa eu educar o meu também. Permita que eu dê a coça, mode ele aprende a não pegar nada que não seja dado. E assim foi. O pai bateu até que o sinhô desse a ordem de parar, que foi quando o menino desmaiou.
Menino franzino, 10 ou 12 anos, tanto fazia. Se fosse pela mão do capataz, duas e teria tombado morto. Na madrugada, Quando o choro miúdo do menino se fazia grande na senzala, ouviu-se um sussurro: pai, por quê você me bateu? Bem sabe que eu só tinha fome, e as sobras iam para os porcos...
O pai entre lágrimas respondeu: bati porque eu sabia onde podia bater sem te matar. Cada chicotada que dei, tua pele eu parti, mas meu coração eu sangrei!
Sou escravo dos meus sonhos,
refém da imaginação.
Tenho ilusões me atirando à estaca
cravando-me uma dor...
Acordo, e me vejo em um pesadelo.
Minha mente é um inferno
que controla o meu corpo,
deixando rolar no rosto lágrimas.
Os erros me conduzem ao arrependimento,
e isso apenas me maltrata.
Retrocedo o ponteiro do relogio,
seguindo anestesiado à beira do abismo.
Meu corpo voa pela inexistência,
e a mente me faz retornar.
Sou nada, ou pouca coisa...
Desperdiçando a minha cura,
ou quem quer me curar.
Ao que consta nos autos,
a loucura já não rodeia a mente,
a mente já transpassou a loucura.
