Trabalho Doméstico
1392 📜 "E aquela Professora que passava Trabalho de Casa? Nossa resposta teria que ser, por exemplo, em versos (Redondilha Menor) e não tínhamos a menor ideia do que era. Ela nos levava a pesquisar e, com isso, aprendíamos tudo, bem e melhor. Saudade dela!"
2486 📜 " 'O trabalho Enobrece', dizem. A questão é que Eu, Eu mesmo, não gosto disso de 'Enobrecer', não gosto da Nobreza nem gosto da Monarquia. Essa é a questão!"
0494 📜 "Tem Gente querendo saber se eu trabalho, HeHeHe! Eu não trabalho mas sei quem tem trabalho para quem gosta de se meter com a vida alheia. HeHeHe, de novo!"
0883 📜"É o quê? Dia do Trabalho? Dia do Trabalhador? Ah... Aí é que eu não trabalho mesmo! Esse Dia é Meu, Hum!"
0677 📜 "Meu Alter Conselheiro, rico de berço, diz que, pra ele, 'Trabalho é igual dentadura. Se não precisa, por que usar? É um gênio, não é?"
2714 📜 Após dia inteiro de trabalho árduo, algumas Mulheres Trabalhadoras, infelizmente, enfrentam, em Casa, outro tipo de trabalho árduo: elas são Esposas, Mães, Donas de Casa... Até tudo recomeçar no dia seguinte!
2777 📜 Se eu trabalho? Mas é claro que não. Por que bodega eu teria que trabalhar? HeuHein... Mas é cada pergunta, Hum!
2778 📜 Trabalhar mesmo Eu não trabalho, mas... Orgulho-me em saber que há pessoas que trabalham, incluindo vocês aí🫵.
2962 📜 No Meu caso, nunca precisei de trabalho para comprar Fon Fon (ou o que seja). Eu precisei de dinheiro! Isso no Meu caso, ohquei? ohquei.top!
3129 📜 Tudo o que as Monarquias (passadas e atuais) obtiveram é Resultado de Trabalho? É Herança ou Doação Legítimas? E mais: Pra que Monarquia? Pra que AINDA Monarquia? Ah, a Monarquia!
2490 📜 'O Trabalho Enobrece', disseram e dizem. Quem gosta de ser Nobre não se esqueça de acordar para ir trabalhar, sou Eu quem diz!
Dinheiro? É fruto de trabalho, preparo, disciplina.
Em Provérbios 22:29 vemos que o homem diligente prospera naquilo que faz. Isso é princípio natural.
Mas salvação… Isso é graça.
É obra da cruz. É milagre eterno.
miriamleal
O Uber, o Azulejista e o Perigo de Esquecer o Despertador
Era mais um dia normal de trabalho para o motorista peregrino. Pelo menos era o que ele imaginava quando, por volta das seis e vinte da manhã, recebeu um chamado da senhora Luana para levá-la até uma marmoraria localizada na Vila Brasília, na zona norte de São Carlos, próxima à Rodovia Washington Luís e ao campus da UFSCar. Para o motorista, uma corrida com mais de oito quilômetros naquele horário, antes das sete da manhã, normalmente significava que alguma coisa havia acontecido. Afinal, passageiro que precisa percorrer uma distância dessas logo cedo geralmente não está simplesmente passeando. Ou perdeu o ônibus, ou perdeu a hora, ou perdeu a paciência. Às vezes, perde os três de uma só vez.
Dito e feito! Ao chegar ao ponto de partida e confirmar o nome da passageira, o motorista desejou-lhe um ótimo dia e, logo em seguida, perguntou: “A senhora está atrasada para o trabalho? O ônibus não passou? Ou será que o relógio não despertou?”. Luana, uma mulher de estatura acima da média, olhou para o motorista e respondeu, com a maior tranquilidade: “E se eu lhe disser que aconteceram as três coisas que o senhor falou e ainda mais duas?”. Naquele momento, o motorista peregrino percebeu que aquela não seria uma corrida como as outras. O problema agora era descobrir quais seriam as duas coisas que faltavam naquela história.
O motorista ficou todo embananado, tentando imaginar o que poderia ter acontecido com Luana. Por alguns segundos, pensou que talvez fosse melhor não perguntar. Afinal, existem passageiros que entram no carro querendo apenas chegar ao destino, e existem aqueles que parecem carregar uma novela inteira dentro da mochila. Como o peregrino adora conversar com os passageiros e, principalmente, colher histórias para o seu próximo livro, resolveu arriscar: “Então me conte o que mais aconteceu. Quem sabe isso não vira uma história engraçada para o meu livro?”. Luana imediatamente perguntou: “O senhor escreve?”. O motorista respondeu que sim. Ela então completou: “Bem que eu imaginei. Pela sua aparência, o senhor deve fazer coisas muito interessantes”. O motorista sorriu e respondeu: “Olhe, senhora, eu faço tantas coisas que, às vezes, até eu mesmo ponho em dúvida a minha sanidade mental”.
Luana caiu na risada e quis saber: “Mas que coisas o senhor faz para se achar um homem assim?”. O motorista, percebendo que a conversa estava ficando cada vez melhor, respondeu: “Primeiro a senhora me conta quais foram essas duas coisas que aconteceram e que a obrigaram a pegar um Uber. Depois eu conto as minhas”. Luana respirou fundo e começou: “Então está bem. O meu marido, na noite anterior, bateu o carro porque tinha bebido um pouco a mais. Ainda bem que foi bem perto da nossa casa. Aliás, ele chegou a tentar entrar na casa do vizinho. Imagine o estado do meu marido!”. O motorista ficou surpreso e perguntou: “Sim, mas, se isso aconteceu na noite anterior, por que a senhora perdeu o horário do trabalho hoje?”.
“Quer saber mesmo?”, perguntou Luana, já segurando o riso. “O meu marido é azulejista. Ele é um ótimo profissional, mas é muito chato quando não bebe. Eu até deixei de trabalhar com ele por causa das chatices. Quando está sóbrio, parece que o mundo inteiro está assentando azulejo errado.” O motorista começou a rir, mas lembrou que ainda faltava uma parte importante da história: “Sim, mas não me enrole, porque já estamos quase chegando ao destino da corrida”. Luana continuou: “O meu marido, quando bebe, é uma pessoa maravilhosa, muito carinhoso. Então, naquela noite, como eu estava a fim de receber uns carinhos, convidei-o para tomar umas cervejas comigo”.
A história estava começando a fazer sentido. Luana prosseguiu: “Lá pelas tantas da noite, eu o peguei pelo braço e o levei para o quarto. Quando chegamos lá, falei para ele: ‘Sobe aí na cama, agora! Se você dormir, eu te taco no chão!’”. O motorista peregrino já não sabia se deveria rir, fazer outra pergunta ou simplesmente continuar dirigindo e agradecer por ter escolhido aquela profissão. Luana, então, encerrou a explicação: “Para resumir, tivemos uma noite maravilhosa. Eu sequer me lembrei de colocar o relógio para despertar”.
Faltava pouco menos de um quilômetro para chegarem ao destino quando Luana, como quem havia acabado de descobrir a moral da própria história, disse ao motorista: “O meu destino é casar-me com gente que gosta de um mé, de cachaça, de cerveja... Sei lá, de tudo o que tem álcool. O meu primeiro marido bebia bastante, mas era violento. Agora este bebe, mas é carinhoso. Então eu estou num dilema: se ele não bebe, ele nem se lembra que eu existo; agora, se ele bebe, sou eu que não me lembro do trabalho”.
Os dois caíram na gargalhada, enquanto o motorista pensava que, definitivamente, aquela não tinha sido apenas mais uma corrida. Tinha sido uma daquelas histórias que aparecem de repente, entram no carro sem avisar e, quando chegam ao destino, deixam uma lembrança que vale mais do que o próprio valor da corrida.
E talvez seja justamente isso que o peregrino aprendeu nas estradas e também atrás do volante: **há pessoas que entram em nossa vida por alguns minutos e acabam deixando histórias que permanecem por muitos anos**. Algumas nos ensinam, outras nos emocionam, algumas nos fazem pensar e outras simplesmente nos fazem rir. E, para quem gosta de caminhar pela vida com os olhos e os ouvidos abertos, até uma corrida de Uber pode se transformar em uma página de livro.
Peregrino Nino Carneiro
RESPEITO
O Respeito Não Pode ser Compelido;
Mas Sim, Adquerido Através de Um
Árduo Trabalho, Social e Mental.
Joaquim Barbosa está no lugar certo. Enquanto ele estiver fazendo direito o trabalho na justiça, estaremos melhor. Ele é mais útil na presidência do STF, botando corruptos na cadeia, do que na presidência (corruptível) do Brasil.
Ai eu digo que não quero mais esse amor vulgarizado, porque eu quero te ver chegando do trabalho ansioso pra me ver, com a barba pra fazer, com o cheiro de trabalho, com a alma limpa, como você realmente é. Digo que quero saber como foi o seu dia, levar as crianças até a escola, passar o dia cozinhando e cuidando da casa, ser fiel e ter a quem respeitar… Mas essa vontade não dura muito tempo, nem se consome, pois lá fora todos são mais idiotas do que você, eu sou dependente demais pra depender de você, eu dependo da minha vida, de ver as minhas coisas organizadas, do meu emprego, dos meus desafios e da minha vidinha desorganizada e particular… por isso eu sempre volto, porque lá fora o mundo é diferente, mas eu ainda continuo querendo só você, do meu jeito, do nosso jeito secreto de compromisso sem comprometer as nossas vidas particulares.
Nesses tempos de muita correria e trabalho ... às vezes, a gente esquece o principal: família, amigos, carinho e o sorriso.(2012)
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