O Sábio e o Tolo
Entre Tolos e Sábios
Eram espinhos banhados de ouro,
mas não deixaram de serem espinhos.
O tolo enxergava apenas os quilates,
O sábio enxergava os espinhos.
Eram apenas fezes banhadas de ouro,
Mas não deixavam de serem fezes.
O tolo enxergava os quilates,
O sábio enxergava às fezes.
Eram dias de chuva, eram também dias de luta;
O tolo se protegia, deixando de sorrir por nublado estar.
O sábio regozijava-se deliciando-se á cada gota que caia,
Sorria e cantava junto aos pássaros e vivia.
Na busca pela perfeição, somente os sábios entendem que tornar-se-ão imperfeitos em diversas partes do caminho.
"Em uma conversa onde não aprendemos nada e não ensinamos nada é diálogo de tolos e desperdício de vida"
Não existe controle real sobre aquilo que nos cerca, mas total naquilo que fazemos sobre, como reagimos, entendendo que só uma opção existe.
O tolo tenta controlar os fatos, o sábio a sí.
Quem adquire o conhecimento para submeter alguém, mostrar "importância"?
E quem faz o mesmo por simplesmente amar o aprendizado, o engrandecimento da alma e depois ensinar mantendo-se aprendiz?
A incapacidade de suportar a rejeição cria mais tolos do que a falta de inteligência. Porque um tolo sem inteligência erra por não saber, mas um tolo em busca de aceitação erra sabendo—e ainda justifica o erro para continuar pertencendo.
Percebe-se mais coisas ao nosso redor quando nos fazemos de tolos do que quando tentamos forçosamente nos posicionar como sábios
Qualquer idiota pode ter uma opinião, mas somente os sábios são capazes de reconhecer quando estão errados.
