Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
“Todos os meus livros são apenas variações de uma única tentativa: levar a mente ao ponto em que ela já não consiga impedir a consciência de reconhecer aquilo que a alma jamais esqueceu.”
“Cada livro que escrevi “destrói” uma versão do leitor, até que não reste ninguém para ler — apenas a Verdade para ser vivida.”
“O maior paradoxo da existência humana é que o homem nasce com uma alma buscando ser, recebe uma identidade ensinando-o a parecer e passa a vida inteira tentando encontrar fora aquilo que perdeu no instante em que deixou de ser, para parecer ser”.
A decadência de uma geração começa quando os pais preferem ser amados a ser obedecidos, preferem comprar sorrisos a construir caráter, preferem poupar os filhos da dor a prepará-los para a realidade. A partir desse dia, deixam de formar seres humanos e passam a fabricar adultos cronologicamente maduros, mas moralmente inacabados. A vida não é para amaDORES que poupam; é para enfrentaDORES que educam.
Toda decadência é precedida por uma falência da decência. Nenhuma civilização caiu porque lhe faltou conforto; caiu porque lhe sobrou complacência. O mesmo acontece dentro de casa. Pais que negociam princípios para comprar aprovação, que terceirizam limites para evitar conflitos e que chamam de amor a própria incapacidade de educar não estão apenas fracassando como pais; estão patrocinando a decadência da geração que dizem amar. Cada responsabilidade poupada é uma competência enterrada. Cada consequência impedida é um caráter interrompido. Cada privilégio sem mérito é um golpe contra a dignidade. A infância termina no calendário; a imaturidade permanece quando a educação fracassa. A vida nunca precisou de amaDORES que anestesiam a realidade, nem de poupaDORES que sequestram o amadurecimento; a vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES que compreendem que educar é ferir o ego para salvar o caráter. A falta de decência dos pais nunca produz apenas filhos frágeis; produz uma sociedade incapaz de sustentar a própria liberdade, porque toda geração que é poupada demais acaba acreditando que o mundo existe para sustentá-la. E nenhuma sociedade sobrevive por muito tempo quando cria mais dependentes do que responsáveis.
“Cada responsabilidade poupada é uma competência enterrada. Cada consequência impedida é um caráter interrompido. Cada privilégio sem mérito é um golpe contra a dignidade.”
Minha filosofia nasce da inquietação diante de uma humanidade que evoluiu em tecnologia, mas regrediu em consciência: questiono o conforto que adormece, o senso comum que aprisiona, a educação que enfraquece, a fé sem transformação e o pensamento que repete sem pensar; porque acredito que o verdadeiro ser humano não é aquele que apenas existe no mundo, mas aquele que tem coragem de confrontar a si mesmo, romper ilusões e assumir a responsabilidade de se tornar aquilo que poderia ser.
A maior prisão humana não é uma cela; é uma mente que pensa que pensa, mas apenas repensa o que mandaram pensar. São consciências terceirizadas, opiniões alugadas e pensamentos enlatados. Não analisam o que acreditam; acreditam porque outros analisaram por elas. Confundem informação com conhecimento, repetição com inteligência e convicção com consciência. O mundo está cheio de pessoas cheias de opiniões e vazias de pensamento. Não são pensadores; são ecoadores. Não possuem ideias; são possuídas por ideias. Talvez a maior tragédia de uma sociedade não seja ter pessoas sem voz, mas milhões de vozes sem pensamento próprio.
Pensar não é ter uma opinião; é ter coragem de destruir as próprias certezas. Quem nunca questionou aquilo que acredita não possui pensamento — possui apenas programação. A mente que não examina o que recebe transforma-se em depósito de ideias alheias.
Instruir e blindar os âmagos
para acrisolar as influências
externas e transformar uma
por uma em mansuetude,
para não cair nos braços
deste mundo que nos ilude.
Permitir que a saliva seja
a velatura e o sussurrante
nos cubra com o amavio
lenitivo que com o alento
seduza e com rara seda
coloque em quiescência.
Atrair com convencimento
para colher pequis juntos
pequis no quintal dos fundos,
para sedutoramente plantar
os tremores amáveis rotundos
e espasmos mais profundos.
Ciente que Jesus nasceu sob a "Pax Romana" baixo uma ocupação colonial com alto emprego de força militar.
Sem deixar de lado os demais países que estão em conflito armado, e que somam 60 países, elegi citar os países que estão em conflito de alta intensidade e que são eles: Palestina, Líbano, Myanmar, República Democrática do Congo, Sudão, Síria e Ucrânia, para lembrar que Natal é presépio, e que se Jesus escolhesse nascer em 2025 ele nasceria em algum desses países.
O quê estou querendo dizer com isso? Hoje aqui no Brasil e nos demais países da América do Sul, ainda desfrutamos da paz que esses países não tiveram escolha, nos esforcemos para continuar em paz.
Estimo um Feliz Natal à todos e votos de paz mundial!
São Jorge da Capadócia,
sozinho derrotaste o dragão,
Peço do fundo do coração
que de uma vez por todas
ajude a terminar com a ocupação
nos Territórios Palestinos,
para que o povo desfrute da pacificação.
Corram de políticos cheios de probleminhas como quem corre de uma relação cheia de probleminhas. Não precisamos resolver probleminhas dos políticos. Somos apenas eleitores. Se recusem a entrar no circuito deles!
Uma parte de mim
descansa por saber
que leva em si a tradição
entre belas montanhas,
sem perder esperanças.
Nasceu capaz de sair
muito antes da Primavera,
se for preciso fazer guerra
contra qualquer guerra,
e contra qualquer quimera.
Jamais por escolha
e nem por ter nascido
forjado para a guerra,
e sim por amor à terra,
nenhum pouco efêmera.
Com o brilho cortante
da estrela mais brilhante
do rigoroso Inverno
e nascido tão belo,
que ouso chamar
de meu o seu Universo.
Cada bomba que cai em Gaza e no Irã é uma memória dos Arquivos de Epstein que faz questão de lembrar.
Dentro dele cresce uma sombra que jamais conheceu o sol;
um fruto apodrecido que, mesmo preso ao galho, amadurece apenas para cair.
A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.
"Jamais subestime o gênio oculto que há dentro de uma alma cansada, pode ser desastroso para o seu mundo medíocre."
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