Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
A história de uma bonequinha contada através de rimas
Uma história iniciada apartir dos três anos de idade, contada através de palavras, inspirada por sentimentos obtido por atitudes covardes.
Lembranças que vem e que vão.
Será pesadelos ou realidade que aconteceu no passado? Não se sabe ao certo,só se sabe que sempre vem,
Tentando furar uma parede criada
por críticas destrutiva, que é usada para construir essa grande parede blindada.
Quando se aproxima, transmiti uma certa inocência, brinca bastante de dia, na noite a tristeza abraça ela.
sentimentos esquecidos no dia seguinte, ocasionado por uma mente fraca, por conta da pouco idade,porém guardados no inconsciente, esperando momento certo, para atacar novamente.
Passa dias e mais uma vez a falsa inocência se aproxima, marcando mais um episódio histórico na vida da simples bonequinha.
Pobre boneca, bonecas não tem vida, como se defender da tão cruel inocência? Bonecas não falam, não ouvem e nem andam, mais essa possuía sentimentos, 'possuía.'
Será realmente que a inocência é mesmo inocente? Isso ninguém saberá, bonecas não podem falar, no entanto essa boneca sente, mesmo não tendo vida.
Passa meses e o inconsciente começa a concientizar se, dos fleshes
que derrepente desprendem do inconsciente.
Agora se torna mais nítido, ela está ganhando vida, por conta da cruel covardia, assumida pela falsa inocência, marcando essa bonequinha.
-Corre boneca, a cruel inocência tá vindo!
traz em seu paladar covardia misturada na saliva.
Se a bonequinha não anda, não menos consegue correr.
Deve ser so mais essa vez que vc servirá de distração.
É dia. De dia a falsa inocência só brinca.
Porém quando chegar a noite a tristeza vem te abraçar, ativa seu inconsciente fechando os olhos para no outro dia não lembrar.
Mais como ela esquece, se os fleshes lutam contra o inconsciente?
Com cutucoes na lembrança incitando-a à aflorar lentamente.
Passa dias, semanas e meses, e por fim passa anos também.
Criou vida a boneca de infeite,
Não falava nem andava só sentia.
Sentimentos guardado em seu corpo
Motivados pela cruel corvardia introduzida na falsa inocência, de um ser que se chama experiência .
Ei boneca, agora vc tem vida!
Cresce logo para sair dessa rotina
Pois vc não é mais bonequinha.
Se tornou uma bela mocinha
Hoje anda, corre e fala, e agora está gerando forças para se defender da falsa inocência, que destila em sua saliva, crueldade,ódio e intrigas.[...]
Eu amo poesia… por isso eu te amo.
A poesia me ensinou uma verdade que poucos entendem:
nem todo verso bonito nasceu da felicidade.
Dizem que todo poeta é um sofredor, porque no silêncio da noite, ele carrega uma fragmento de dor. Cicatrizes invisíveis que os olhos do mundo não conseguem enxergar, é dessa gaveta guardada na alma, que sai as mais belas palavras capazes de tocar um coração de amor.
E o amor é exatamente assim.
Não é apenas sobre frases bonitas escritas em páginas de um livro
Não é sobre promessas perfeitas ditas em noites de carinho, amar é renúnciar a própria vida.
É enfrentar os capítulos difíceis sem rasgar a história.
É suportar os dias em que faltam palavras, mas ainda sobra sentimento.
É conhecer as imperfeições, as cicatrizes e os medos… e mesmo assim escolher permanecer.
Porque qualquer um consegue amar uma versão idealizada de alguém.
Mas amar a pessoa real, com suas tempestades e contradições, é uma arte que poucos dominam.
A verdadeira poesia não está nas palavras que encantam os olhos…
está nas atitudes que convencem o coração.
E talvez seja por isso que eu te amo:
porque você não é apenas um verso bonito que eu li.
Você é a história que eu escolhi viver junto de ti.
Juízo é a coisas mais fácil de se ter na vida. Seja uma boa pessoa e já está. Mas lembra, onde tem luz tem trevas.
Tem situações que deixam uma mensagem mais forte que o próprio equilíbrio.
Mas também te mostra o quanto é forte ter perseverança.
O Cemitério dos Deuses: Uma Análise Científica e Filosófica do Ateísmo em Relação à Pluralidade Divina
Autor: Clayton Vasconcelos
Resumo
Este estudo científico analisa o ateísmo sob a perspectiva da pluralidade de divindades veneradas ao longo da história humana. A partir de uma abordagem filosófica e histórica, o artigo explora como a existência de milhares de deuses — muitos dos quais hoje extintos e relegados ao status de mitologia — fundamenta a posição ateísta. Para o ateu, não há significância de crença em nenhuma dessas entidades, independentemente do fervor com que foram ou são adoradas. O estudo categoriza diversas divindades e utiliza o conceito do "cemitério de deuses" para demonstrar que a descrença contemporânea é apenas a extensão lógica de uma rejeição que os próprios religiosos aplicam a divindades alheias.
1. Introdução e Definições Acadêmicas
O estudo da religião e da descrença requer definições precisas. O ateísmo, em seu sentido filosófico mais amplo, é definido como a ausência de crença na existência de divindades . Em um sentido mais estrito, é a rejeição consciente da proposição de que existe pelo menos um deus. O agnosticismo, frequentemente discutido em paralelo, é a posição epistemológica de que a existência de divindades é desconhecida ou inerentemente incognoscível .
A história humana é marcada pela criação e adoração de uma vasta gama de entidades sobrenaturais. Para o indivíduo ateu, a multiplicidade de deuses não representa um mosaico de verdades espirituais, mas sim um fenômeno antropológico e sociológico. O pensamento positivo ou a moralidade de um ateu não derivam da submissão a essas entidades, mas de construções éticas seculares e humanistas. Como argumentam diversos filósofos contemporâneos, a moralidade independe da religião .
2. A Pluralidade Divina e o "Ateísmo Local" vs. "Ateísmo Global"
Na filosofia da religião, distingue-se frequentemente entre o ateísmo local e o ateísmo global. O ateísmo local refere-se à descrença em uma divindade específica (por exemplo, a rejeição do deus cristão por um muçulmano, ou de Zeus por um cristão). O ateísmo global, por sua vez, é a rejeição de todas as divindades possíveis .
O biólogo e pensador Richard Dawkins popularizou a ideia de que todos nós somos ateus em relação à maioria dos deuses em que a humanidade já acreditou; o ateu global simplesmente vai "um deus além" . Para ilustrar essa premissa, é necessário observar a vastidão de divindades que não possuem qualquer significância de crença para o ateu.
Tabela 1: Categorização de Divindades Ativas e Históricas
Tradição / Cultura
Natureza
Principais Divindades (Exemplos)
Status Atual Predominante
Abraâmica
Monoteísta
Javé, Deus (Trindade), Alá
Culto ativo em massa
Hinduísmo
Politeísta / Panteísta
Brahma, Vishnu, Shiva, Ganesha, Kali
Culto ativo em massa
Iorubá
Politeísta
Olorum, Oxalá, Iemanjá, Ogum, Xangô
Culto ativo
Greco-Romana
Politeísta
Zeus/Júpiter, Atena/Minerva, Ares/Marte
Mitologia / Extinto
Nórdica
Politeísta
Odin, Thor, Loki, Freya
Mitologia / Neopaganismo
Egípcia
Politeísta
Rá, Osíris, Ísis, Hórus, Anúbis
Mitologia / Extinto
Mesopotâmica
Politeísta
Enlil, Anu, Enki, Ishtar, Marduk
Extinto
Pré-Colombiana
Politeísta
Quetzalcóatl, Huitzilopochtli, Inti
Extinto
Eslava
Politeísta
Perun, Veles, Belobog, Chernobog
Mitologia / Extinto
3. O "Cemitério de Deuses"
O ensaísta H.L. Mencken cunhou o conceito do "cemitério de deuses", uma reflexão sobre a transitoriedade das crenças religiosas. Mencken listou dezenas de divindades que, em suas respectivas épocas, eram consideradas absolutas, onipotentes e inquestionáveis por seus seguidores. Hoje, deuses como Marduk da Babilônia ou Huitzilopochtli dos Astecas não possuem templos, sacerdotes ou fiéis .
Para o ateu, o cemitério de deuses é a evidência empírica de que as divindades são construções culturais. A ausência de significância de crença não é um ato de rebeldia contra uma entidade real, mas o reconhecimento de que Javé, Alá ou Shiva compartilham a mesma ontologia de Zeus ou Osíris. Se a humanidade sobreviveu e prosperou após o abandono de milhares de deuses, o ateísmo postula que o abandono dos deuses remanescentes é um passo natural na evolução do pensamento humano.
4. Argumentos Filosóficos para a Descrença
A rejeição de todas as divindades listadas na Tabela 1 baseia-se em pilares filosóficos e lógicos robustos:
O Problema do Mal: Formulado inicialmente por Epicuro, questiona a compatibilidade entre a existência de um deus onisciente, onipotente e onibenevolente (como postulado pelas religiões abraâmicas) e a existência do mal e do sofrimento no mundo .
A Navalha de Ockham: O princípio de que a explicação mais simples, que requer o menor número de premissas não testáveis, é geralmente a correta. A postulação de entidades sobrenaturais para explicar a origem do universo ou a complexidade da vida adiciona uma camada desnecessária de complexidade, que a ciência moderna tem substituído por explicações naturais (como a evolução e a cosmologia física) .
O Deus das Lacunas: Historicamente, divindades foram usadas para explicar fenômenos naturais incompreendidos (raios atribuídos a Thor ou Zeus). À medida que a ciência avança, as "lacunas" no conhecimento humano diminuem, reduzindo o espaço para a atuação divina .
5. Conclusão
O ateísmo não é meramente a negação de uma divindade específica, mas uma postura epistemológica que abrange toda a história das religiões. Ao observar o vasto panteão de deuses criados pela humanidade — desde as divindades sumérias até os monoteísmos modernos —, o ateu conclui que nenhuma delas possui evidências suficientes para justificar a crença. O pensamento positivo, a ética e a moralidade do ateu são construídos sobre a realidade material e a empatia humana, sem a necessidade de recorrer a entidades que, inevitavelmente, juntam-se ao cemitério de deuses da história.
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Eu poderia dar uma de louca
Sair por aquela porta
Fugir pra bem longe
Beijar qualquer boca
Só pra fingir que sou como as outras
Mas eu sou meio tosca
Prefiro um amor pra vida toda
Pra não me ferir
Mas a quem eu quero enganar?
Esse amor nunca vai chegar
Loucura mesmo é acreditar
Que na vida alguém, ainda vai,
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- Luna☆
27 Outonos
Já são altas horas na madrugada de uma sexta feira fria e silenciosa.
O tempo vai passando e os dias parecem tão curtos,
Porém ao mesmo tempo monótonos.
27 outonos, onde as folhas caem e os dias ficam mais escuros
Avisando que o inverno está para chegar.
A beleza transforma-se em feiura, e a juventude em velhice.
Deixe-me suspirar pela vida
que reflete no meu ser.
Assim, penso nas horas
que não posso mais perder
e nas que eu perdi tentando me encaixar.
Me deixem ficar aqui, sozinha no meu quarto refletindo como é bom agradecer pelo bem que é viver, vivendo.
Obrigada!
Se algum dia alguém uma pessoa que possa até ser próxima de ti...
Te der um oculos sem lentes!...
Tome bastante cuidado...
Que pode ser armação!
Sentido, uma palavra que vem usada muitas vezes, mas afinal o que é o sentido? Muitas vezes te dizem:"suas ideias não tem sentido também você esistir e viver não tem sentido". No começo eu ficava triste comigo dizendo que eu era uma coisa indescritível mas depois percebi que a vida de todas as pessoas tem sentido (incluindo a pessoa que me falou aquilo) e que o sentido das pessoas que oprimem as outras é nós render mais forte e criar uma armadura para a vida.
Mãe é divinamente uma criação única.
Dona de uma singularidade sem limite.
Nos doam a vida,que permite apreciar sua divina beleza e nos preparam para os grandes desafios. Mãe, mesmo que na sua angustante ausencia,descobrimos e redescobrimos o real sentido da vida.
" Durma em paz !
Sonhe com os anjos.
Tenhas fé que um novo amanhã virá ...
E você terá uma nova chance,
de tentar tudo outra vez.
Troca de golpes não vem do consciente mas do inconsciente, tentem viver uma vida consciente para disciplinar o incosciente.
Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.
Hoje, quando o sol se despedia no horizonte, percebi uma coisa que talvez estivesse tentando evitar admitir, amar sempre será um risco. Eu tenho medo, medo de me entregar por completo. Medo de um dia você mudar de ideia, medo de que nossos caminhos se desencontrem e eu precise aprender a viver sem alguém que hoje já parece um lar. Também existe a possibilidade de ser eu quem vá embora primeiro, a vida é imprevisível, e isso assusta. Mas, olhando aquele pôr do sol, entendi que nem tudo o que é bonito vem com a promessa de durar para sempre, ainda assim, ninguém deixa de admirar o céu porque a noite vai chegar. Você entrou na minha vida sem fazer barulho, foi chegando de mansinho, ocupando espaços que eu nem sabia que estavam vazios. E, quando percebi, já sentia saudade da sua presença, procurava seu abraço, encontrava conforto no seu olhar e paz na sua companhia. Você mudou a forma como eu enxergo o futuro, pela primeira vez , pensar em construir uma vida ao lado de alguém deixou de ser algo banal e passou a a parecer um desejo genuíno. Talvez eu nunca consiga de deixar de sentir medo. Amar alguém é aceitar que existe a possibilidade de sofrer, é dá ao outro o poder de nos machucar e, ainda assim, escolher permanecer. Hoje descobrir que o meu anseio de viver tudo isso com você é maior do que o medo do que pode acontecer. Se um dia, a vida nos surpreender de jeito doloroso, eu sei que vai doer. Muito. Mas também sei que seria uma tristeza ainda maior deixar de viver algo tão bonito apenas para evitar uma dor que talvez nunca chegue. Então, se existe algo que eu quero escolher, é o agora. Quero escolher as nossas conversas, os nossos encontros, os nossos risos, os nossos silêncios e todas as oportunidades que tivermos de passar juntos. Porque, no fim das contas, algumas pessoas fazem valer apena correr o risco. E, hoje, olhando para você ao meu lado, eu tive a sensação de que você é uma delas.
A Medicina humana ou Veterinária é uma profissão erudita com raízes nas ciências... muuuuita Arte e uma obrigação, utilizar estes conhecimentos em benefício das pessoas e dos animais.
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