Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Inventar mentiras sobre alguém é uma forma de vingança ⁠

É fundamental manter uma vida de integridade, santificação e constante busca pelo Espírito Santo para ser verdadeiramente sensível à Sua Unção, como demonstra uma vida marcada pela ordem e pelo fervor espiritual.

"A mesma pessoa que reclama que o espetáculo da vida é uma piada é sempre a que paga pela área VIP."

⁠Cada amanhecer simboliza um recomeço, uma nova esperança, um começar de novo.

Eu disse que estou caindo.
e não é uma queda rápida
é lenta, contínua…
dessas que parecem não ter fundo.
eu estou em uma fase
que não suporta mais nada.
cada dor chega como se fosse única,
infinita, profunda, árdua…
como se eu não fosse atravessar.
e mesmo fazendo parte de um todo,
cada uma delas, sozinha,
já é um abismo.
neste momento
eu estou exausta.
cansada. triste. melancólica.
eu calo… e calo…
e ainda assim choro.
grito por dentro.
e não consigo desligar.
a vida me chama pra continuar,
me pede presença, responsabilidade, cuidado…
mas por dentro
tudo em mim só queria parar.
eu preciso ser forte para os outros,
mesmo quando ninguém é por mim.
então eu guardo a minha dor no bolso
e sigo… como dá.
tem tanta coisa que eu queria dizer,
retrucar, gritar, responder…
mas eu me calo.
e perdoo, em silêncio,
a insensatez de quem não sabe o que diz.
porque não sabem o que eu sinto.
não sabem como eu sinto.
e talvez seja melhor que não saibam.
porque desejar que saibam
seria desejar que sentissem o mesmo.
e eu não desejo isso a ninguém.
então não…
eu não espero que me entendam.
mas eu estou cansada.
cansada de uma dor
que não parece ter fim.
e quando tudo em mim acredita
que isso nunca vai passar…
o pensamento que vem
não é sobre viver
é sobre querer que isso acabe.

⁠A nova era da pandemia mundial revela aos poucos um triste quadro preocupante, de uma grande quantidade de doentes físicos e biológicos, de doentes emocionais e mentais e de doentes espirituais e dimensionais.

⁠Durante uma democracia podemos clamar por uma ditadura mas numa ditadura não podemos nem sonhar com uma democracia.

⁠Para
os que tentaram
muito menos do que meus erros, sempre serei uma pessoa de
Muita Sorte.




Para os que sempre ousaram muito pouco, meus tropeços sempre parecerão atalhos.




Para os que não arriscaram, meus erros soarão como privilégios.




E assim nasce a ilusão da sorte: ela costuma ser confundida com a coragem de tentar.




Serei sempre “uma pessoa de sorte” aos olhos de quem não viu as noites mal dormidas, as portas fechadas, as dúvidas que quase me fizeram desistir.




Porque quem observa de longe, só enxerga o resultado, raramente o preço.




A sorte, quase sempre, é apenas o nome elegante que se dá à insistência.




Meus erros não foram atalhos dourados; foram caminhos pedregosos que escolhi atravessar.




Cada falha carregou constrangimento, aprendizado e cicatriz.




Mas também carregou movimento.




E há uma diferença brutal entre cair caminhando e permanecer intacto por nunca sair do lugar.




Talvez seja mais confortável acreditar na sorte alheia do que encarar a própria omissão.




Afinal, admitir que alguém chegou mais longe porque tentou mais exige coragem para rever as próprias escolhas.




Se me chamarem de sortudo, aceitarei com serenidade — mas saberei, em silêncio, que minha maior sorte foi não temer errar em público, aprender em silêncio e continuar tentando quando seria muito mais fácil parar.




Porque, no fim, a Sorte costuma abraçar quem insiste em encontrá-la pelo caminho.⁠

⁠Quem precisa invalidar uma causa para defender outra, pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha uma causa legítima para acreditar.


Porque causas verdadeiras não precisam nascer da demolição das demais.


Elas se sustentam pela própria densidade moral que carregam, pela coerência entre aquilo que dizem defender e aquilo que estão dispostas a preservar no mundo.


Quando alguém sente a necessidade de ridicularizar, desumanizar ou apagar a dor alheia para que a sua bandeira pareça maior, talvez não esteja defendendo uma causa — esteja apenas disputando território no mercado das indignações.


A legitimidade de uma luta não se mede pelo volume com que ela silencia as outras, mas pela capacidade que tem de existir sem negar a dignidade de quem também luta.


Afinal, o sofrimento humano não é um campeonato, e a justiça não deveria depender de quem consegue gritar mais alto ou cancelar mais rápido.


Há quem transforme causas em trincheiras identitárias, onde o objetivo deixa de ser reparar injustiças e passa a ser vencer adversários imaginários.


Nesse terreno infértil e inóspito, qualquer argumento serve, qualquer distorção vira estratégia, e qualquer verdade inconveniente é descartada como traição.


A causa vira instrumento — e instrumentos, nas mãos erradas, raramente constroem algo que mereça ser chamado de justo.


Talvez a maturidade de uma sociedade comece quando entendermos que defender algo não exige destruir tudo o que não seja idêntico a nós.


Pelo contrário: as causas mais nobres costumam caminhar lado a lado, porque reconhecem na dor do outro um espelho possível da própria dor.


No fim das contas, quem precisa diminuir o mundo para botá-lo dentro da própria causa, talvez nunca tenha lutado por justiça — apenas por pertencimento.


E pertencimento, quando substitui a verdade, aceita qualquer narrativa que preserve o grupo… mesmo que sacrifique a honestidade da caminhada.

“Status: Linda não viaja na maionese...99% da sua beleza, poderá ser tirada com uma toalhinha húmida para retirar sua maquiagem.”

—By Coelhinha

Não. Eu não tenho uma mente poluída, meu subconsciente que é fertil.

"Felicidades muitos anos de vida, uma chuva de bençãos sobre sua vida em forma de presentes vindos do céu pra você."

—By Coelhinha

"A biblía não é somente uma teoria. Na verdade, ela é mais que um guia."


—By Coelhinha

"Para iniciar uma mudança real, a atitude mental é fundamental."


—By Coelhinha

A mentira se assemelha a uma serpente mordendo sua própria cauda.

⁠Vivemos uma irrealidade, somos atores sociais atordoados com os massacres da manipulação em massa que nos moldam aos padrões pré-estabelecidos, somos convencidos a pensar que estamos pensando, fomos convencidos que participamos do circo político através das redes sociais

“O dia em que uma máquina substituir a inteligência humana será o dia em que o homem já tiver desistido de pensar.”

Deus, hoje eu só preciso que o Senhor me enxergue.

Não vim fazer uma oração bonita. Não vim repetir palavras que já não conseguem traduzir o que existe dentro de mim. Hoje eu só vim porque já não consigo carregar sozinha o peso que tenho sentido.

O Senhor conhece cada renúncia que fiz. Conhece cada desejo que calei, cada lágrima que escondi, cada vez que escolhi obedecer mesmo quando tudo em mim queria desistir. Eu tentei ser fiel. Tentei acreditar que toda espera teria um propósito e que nenhuma entrega feita ao Senhor seria em vão.

Mas existe um lado da espera sobre o qual quase ninguém fala.

Ninguém fala da angústia de um corpo que também sente. Da mulher que também deseja ser acolhida, amada, escolhida, desejada e cuidada. Ninguém fala da solidão que visita o quarto quando a noite chega, nem da batalha silenciosa entre a carne e o espírito. Como se viver um propósito anulasse aquilo que também fomos criados para sentir.

E eu sinto, Deus.

Sinto falta de um abraço que permaneça. De um olhar que me encontre. De alguém que faça o meu coração descansar sem que eu precise lutar tanto para acreditar que vale a pena continuar esperando.

Há dias em que me pergunto se não estou apenas assistindo à vida passar pela janela. Enquanto tantos vivem, constroem histórias e encontram companhia, eu permaneço aqui, presa entre crenças, renúncias e promessas que ainda não consigo tocar. Às vezes, tudo parece distante demais. Até a esperança.

Perdoa-me por dizer isso, mas hoje a espera pesa.

Pesa porque eu também sou carne. Sou mulher. Tenho emoções, tenho desejos, tenho medos. E, por mais que o meu espírito queira Te honrar, há dias em que meu corpo se cansa de esperar por respostas que nunca chegam.

Então eu Te pergunto, com toda a sinceridade que ainda me resta: o que o Senhor quer de mim que eu ainda não consegui compreender? Onde estou falhando? O que ainda preciso aprender? Porque eu tenho tentado. Tenho obedecido dentro das minhas limitações. Tenho permanecido quando tudo em mim queria correr para qualquer lugar onde a dor parecesse menor.

Se for para continuar esperando, faz com que essa espera se torne leve. Se ainda não chegou o tempo da resposta, sustenta-me até ela. Mas, por favor, não permita que eu me perca de mim enquanto caminho em direção à Tua vontade.

Olha para mim, Deus.

Não para a mulher que tenta parecer forte diante dos outros, mas para a filha que hoje se sente cansada, confusa e profundamente aflita. Acolhe aquilo que nem eu consigo nomear. Abraça o que em mim está ferido. E, se eu estiver caminhando na direção certa, dá-me apenas a graça de continuar.

Porque hoje eu não preciso de explicações.

Hoje eu só preciso sentir que o Senhor continua aqui.

Hoje o desejo me habita de uma forma diferente. Latente, inquietante, vibrante. É um daqueles dias em que a vida se revela nos detalhes, em que o corpo conversa com os pensamentos e responde às emoções como se cada sentimento encontrasse nele um lugar para existir.

Sim, o corpo tem suas necessidades. Ele pede atenção. Clama por presença. Às vezes trava um verdadeiro embate com a consciência. De um lado, o corpo que deseja sentir. Do outro, a alma que se recusa a ceder ao que é passageiro. E eu permaneço entre os dois, tentando conciliar aquilo que pulsa com aquilo em que acredito.

Desejo, sim. E desejo intensamente. Mas não qualquer toque. Não qualquer abraço. Não qualquer corpo.

Depois de tantos anos me guardando, percebo que a espera não enfraqueceu meus desejos. Fez exatamente o contrário. Refinou-os. Tornou-os mais conscientes, mais profundos, mais exigentes. Meu corpo já não anseia apenas por ser tocado. Ele anseia por reconhecer quem o toca.

Talvez seja por isso que você ocupe tanto os meus pensamentos.

Há algo em você que desperta tudo aquilo que permanecera em silêncio. Como se meu corpo soubesse, antes mesmo de mim, que toda essa espera sempre caminhou na direção de um único encontro.

E então imagino nós dois. Não por impulso, mas pela intensidade de tudo o que foi contido. Como se anos de espera, desejo e ausência se encontrassem no mesmo instante, fundindo-se num eclipse de sensações únicas, onde corpo, alma e coração deixassem, finalmente, de caminhar em direções diferentes.

Confesso que há dias em que essa espera pesa. Hoje é um deles. Meu corpo parece sussurrar que já esperou o suficiente. Que deseja repousar, enfim, nos braços do homem que há tanto tempo habita meus pensamentos.

Talvez esse seja o maior paradoxo do celibato: ele não mata o desejo. Apenas o ensina a esperar pela pessoa certa.

E depois de tanto tempo me guardando... depois de tanto tempo te aguardando... já não desejo apenas esperar.

Desejo você.

Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.

É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.

Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.

Então fui me desfazendo aos poucos.

Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.

Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.

Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.

Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.

Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.

Entre servir e anular-se.

Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.

E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.

Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.

Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.

Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.

Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.

E, naquele dia, não será possível dizer:

"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."

"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."

"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."

Cada um responderá pela própria vida.

Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.

Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.

No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.

Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.