Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Tenho a sensação horrível de que sou uma mulher gananciosa, pervertida, egoísta, apática, cínica, depravada, moralmente falida que nem mesmo pode se chamar de feminista.
Procuro alguém, mas não alguém qualquer, procuro um amor de uma mulher.
Não precisa ser perfeita, que tenha muita emoção e poesia tatuada no coração.
Precisa saber sorrir e me dar muitos beijos antes de dormir,
ter vontade de brincar e gostar de namorar.
Tem que acordar com um sorriso e às vezes ser dura se preciso,
que não finja sentimentos e até chore em alguns momentos.
Ter por vezes a inocência de criança e jamais perder a esperança,
mas precisa ser mulher e saber pedir tudo que quer.
Tem que gostar de flor e saber dizer amor,
precisa gostar de mar e a também saber beijar.
Pode ser loira, negra, morena, mas o importante é que seja verdadeira.
Precisa ter o jeito faceira, amar a lua, as estrelas e se entregar por inteira e todas as maneiras.
Não importa idade, precisa ter maioridade e querer juntos encontrar a felicidade.
Ame livros, cinema, crianças e animais, acredite em Deus e queira viver em muita paz.
Importante que saiba sonhar e também se apaixonar.
Se acharem essa mulher: faço tudo que ela quiser.
Mandem para ela esse recado:
Quero ser seu namorado e te amar despreocupado!
Dê-me uma chance de provar o meu amor platônico e meu imenso carinho que acredito em ser essencial a você;
O privilegio é para poucos que tenta encontrar o amor com algum tipo de intenção com a felicidade;
Seus olhos me vêem com uma certa importância e que faz meu coração transborde de orgulho e sentimentos dignos;
Se não for amor, com toda certeza é loucura mais intensa que há entre os sentimentos;
Sentidos desatados que finca no interior e não tem explicação;
A vida é um permanente ir-e-vir. Uma estação de onde os trens embarcam e desembarcam em curtos espaços de tempo. É nesse ínfimo intervalo entre a partida e a chegada que algumas pessoas saem da nossa história, enquanto outras entram com a sua meta determinada. Temos a pretensão de impor as nossas vontades e deixamos de entender que as despedidas, como os encontros, são etapas imprescindíveis à abertura e ao fechamento dos ciclos por que temos que passar.
Entre as perdas e os ganhos há uma nesga de sol para enxergarmos o que realmente vale a pena. Se nos alongarmos no luto das perdas, passará despercebido o fio de luz que aponta o novo caminho a seguir. Enquanto não deixarmos no passado o que não pode mais ser, impediremos o futuro de se fazer presente e colocaremos em risco, talvez, a nossa verdadeira felicidade.
Todas as coisas têm o seu prazo de validade, é necessário permitir que vá o que tem que ir para que o novo chegue e diga a que veio. Assim será sempre até que entendamos ser a vida um jogo cujas peças só mudam de lugar enquanto não encontram o encaixe perfeito, por isso não adianta insistir em mantê-las aonde queremos, pois pode não ser esse o lugar dela... e, enquanto ela não sair, não encontraremos aquela que é realmente a que preencherá a lacuna.
Essa Noite vai rolar;
Num acorde de uma guitarra,
e para aqueles que são do rock
eu saúdo todos vocês!
Há um desamor nas pessoas, uma enorme falta de tudo; valores, princípios, atitudes, respeito, coerência, seriedade, responsabilidade, caráter, moral... Isso é muito triste!
O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.
A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?
Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.
Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?
Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".
O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.
Seu olhar, sempre enxuto e polido, tinha alguma névoa úmida, uma angustiosa expressão de dor de quem não sabe ou não quer chorar.
A inflação não é causada pelas ações de cidadãos privados, mas pelo governo: por uma expansão artificial da oferta monetária necessária para apoiar os gastos deficitários. Nenhum fraudador ou assaltante de bancos na história jamais roubou as economias das pessoas numa escala comparável à pilhagem perpetrada pelas políticas fiscais dos governos estatistas.
O ideal seria que o homem preservasse sempre uma mente calma e tranqüila, e jamais permitisse que uma paixão ou um desejo transitório lhe perturbassem a paz.
De uma simples rede de entretenimento, a internet logo se firmou com um portal de sonhos, onde a porta do céu e do inferno basta apenas um clique...
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