Todo Amor Precisa ser Alimentado
"Em todo o mundo, a violação dos direitos humanos de pessoas diversas é uma realidade dolorosa que se repete a cada minuto. Para mudarmos esse cenário, é fundamental que busquemos constantemente o conhecimento dos nossos direitos e deveres, entendendo onde termina a nossa liberdade e começa a do próximo. Com essa consciência, poderemos construir uma convivência mais harmoniosa, evoluindo individual e coletivamente. Tenho fé em Deus que, com dedicação e esforço pessoal, seremos capazes de transformar essa realidade."
"Amar não é fraqueza;
Sentir não é fraqueza;
Demonstrar não é fraqueza;
Nem todo mundo consegue amar. Nem todo mundo consegue sentir. Nem todo mundo consegue demonstrar;
Sorte daquele que ama, sente intensamente e possui a arte de demonstrar e azar daquele que não sabe lidar com isso."
"No Rio Negro e no Rio Solimões, aprendi que nem todo encontro foi feito para se misturar... alguns existem para nos ensinar que, até lado a lado, é preciso permanecer sendo quem se é."
Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.
" Existem mentirosos tão bons
Seres tão traiçoeiros ,
Que conseguem convencer todo mundo Que a vítima , e o certo sempre é ele .
Conheço um assim bem de perto .
Desde criança ele me acompanha
Pensei por um tempo que era um herói , hoje vejo que ele era , e sempre sera Meu bicho papão de estimação . "
Todos os dias ...
Todo os dias aprendo , relembro e repasso o que aprendi , saber é um tesouro que não se deve guardar temos que ser generosos com ele..
porque se não o compartilhamos muito se perde.
Compartilhar é uma forma de preservar o saber
Nem todo aprendizado vem em palavras.
Às vezes, chega como um sussurro do vento.
A vida sempre encontra um jeito de ensinar.
O maior defeito do mau caráter é acreditar que todo mundo tem o mesmo desvio que ele. A desonestidade o impede de enxergar a honestidade alheia.
Nem todo mundo que fala em leveza está disposto a construir equilíbrio.
Enquanto alguns sonham com viagens e diversão, outros seguem na ralação diária, mantendo a mente firme e os pés no chão.
Parceria não é peso, é apoio.
Não é cobrança, é soma.
Quem chega pra ficar entende o processo, não exige o resultado antes da caminhada.
A vida pede sintonia.
E maturidade também é saber se garantir sem virar carga na história de ninguém.
By Evans
Nem toda riqueza
Se compra a simplicidade
E nem todo ouro tem o preço desse chão
Sou simples e disso me orgulho
Só o amor sabe o valor, que tem o coração!
Isso aqui é meu tesouro
É onde eu chamo de lar
Humildade nunca me faltou e nunca vai faltar
Não tive muitas oportunidades
De aprender a ler e escrever
falava apenas meu nome
Outras coisas nem podia dizer
Desde criança eu trabalho
Para poder sobreviver
Sou de uma família muito pobre
Isso não tenho vergonha de dizer
Tenho orgulho de onde vivo
Tenho orgulho do sertão
Casa de barro, fogão a leinha, panela preta com feijão
Todas essas simplicidade, é que alimenta a humilde em meu coração.
Cuidado para não vos iludirdes: todo milagre de Jesus aponta para a salvação; contudo, muitos veem o sinal e permanecem mortos no coração. O maior milagre é crer, arrepender-se e nascer de novo.
