Textos Viver

Cerca de 11051 textos Viver

ÚLTIMO SUSPIRO

Até o meu último suspiro em vida,
quero aprender a viver.
Quem sabe, não aprenderei sobre coisas que me faria viver,
pelo menos mais um dia?
Aprender e viver é uma ideia única.
Não se vive sem aprender,
e se deve aprender para bem viver.
Aprender a construir o destino,
destinar-se a viver bem.
Bem vividos os dias são bons.
Os dias são contados e corridos.
Segue-se vivendo e aprendendo...
Já que se morre aos poucos.

Saber escutar quem sabe

Não se pode viver sem entendimento, próprio ou emprestado. Muitas pesssoas não tem consciência do que não sabem, e outras pensam que sabem sem saber. Os erros da estupidez são irremediáveis, pois, como os ignorantes não se consideram assim, não procuram aquilo que lhes falta. Alguns seriam sábios se não acreditassem sê-lo. Por isso, os poucos oráculos da prudência vivem ociosos porque ninguém os consulta. Pedir conselho não diminui a grandeza nem a capacidade de ninguém. Ao contrário, fortalece a reputação. É bom ouvir a razão para evitar o ataque da má sorte.Relacione-se com quem tenha algo a ensinar
Relacione-se com quem tenha o que lhe ensinar.O trato amigável deve ser uma escola de erudição, e a conversa, um ensinamento culto. Deve-se fazer com que seus amigos sejam também seus melhores mestres, combinando o útil da aprendizagem com os gostos da conversa.Deve-se alternar o prazer com a instrução. Os aplausos gratificam aqueles que falam, e os que ouvem são recompensados com o ensinamento. Normalmente a própria conveniência nos leva a conversar com outras pessoas- e assim enobrecemos. O homem prudente freqüenta as casas dos homens eminentes, pois mais que palácios da vaidade são cenários de gradeza. Existem senhores com reputação de prudentes que são oráculos de grandeza por seu exemplo e modo de agir. Além disso, o grupo de seus acompanhantes é uma refinada academia de sensatez, tato e engenho.

— "O que sustenta o sentido do seu viver?"

PODER: - "O que você faria se pudesse tudo e, ninguém visse... admite a si mesmo?" Como algo simples ex: mudar a nota do certificado pós.

LIMITE: -"Como lida com limites naturais da vida? aceita? Se frusta?"

O QUE MAIS VALE: -" Para quê sempre ter algo a mais e o quanto ele será 'suficiente'?

RELACIONAMENTO: -"O quanto, realmente, eles são prioridades? Não precisa ser, mas é importante ter claro isso: Intimidade, aceitação, abertura, escuta acolhedora".

AUTOCONHECIMENTO: -"ajuda a entender os motivos: do que você necessita, deseja, suporta; e para onde, mais consciente de si, decide alcançar".

Não me preparei pra viver com escolhas erradas.
Quando errei? Quando te deixei.
Entre dois caminhos, escolhi o mais fácil,
fechei os olhos e parti,
num impulso covarde fugi.

Te amo ainda e só sei viver com escolhas certas.
Hoje, nós dois é a escolha certa...
eu sei,é difícil de administrar
mas eu prometo resistir à tentação de converter nós dois em impossível,
se eu puder voltar.

Viver com propósito não é sobre deixar um nome cravado na pedra, mas sobre deixar um rastro de calor na alma de quem cruzou o nosso caminho. A semente que você planta hoje, sem alarde, é a árvore que dará sombra a alguém que você talvez nunca venha a conhecer. E é aí, nesse anonimato generoso, que o bem se torna eterno.
_Suedson Corey

​"O que o outro pensa é um imposto que eu decidi parar de pagar."
​Viver para validar a percepção alheia é como alugar a própria felicidade e pagar os juros com a própria identidade. Quando você trata a opinião dos outros como um "imposto", você admite que ela consome sua renda emocional sem necessariamente oferecer um retorno em infraestrutura para sua alma.


O impacto: Ao "parar de pagar", você deixa de ser um devedor do ego alheio. O capital que sobra — sua paz — é finalmente investido em quem você realmente é, e não na versão que os outros conseguem digerir.


​"Opinião sem fundamento é ruído; silêncio com propósito é resposta."
​Muitas vezes, sentimos a urgência de nos defender de ataques vazios. No entanto, o ruído não tem estrutura; ele apenas ocupa espaço. Responder ao barulho com mais barulho apenas aumenta o volume do caos.


O impacto: O silêncio estratégico não é omissão ou covardia; é a afirmação de que aquela interação não tem valor de mercado na sua vida. Quando você não reage ao ruído, você o deixa morrer por falta de oxigênio. O silêncio torna-se, então, a resposta mais alta e elegante que existe.


​"Se não acrescenta no meu caráter, não consome o meu tempo."
​O tempo é o único recurso não renovável que possuímos. Gastá-lo com futilidades, dramas cíclicos ou pessoas que não provocam sua evolução é um desperdício de herança.


O impacto: Aqui, o caráter é o filtro final. Se uma conversa, um ambiente ou uma relação não te torna mais resiliente, sábio ou humano, ela é um ralo de energia. Aprender a dizer "isso não me cabe" é a ferramenta mais poderosa para esculpir um destino que realmente vale a pena ser vivido.


​Reflexão Final: Essas frases formam um manifesto de autonomia. Elas sugerem que a maturidade não chega quando passamos a entender tudo, mas quando decidimos que não precisamos mais lidar com tudo. É o triunfo da essência sobre a aparência.

Reflexão: Viver sob a sombra do destino é, muitas vezes, uma forma elegante de autossabotagem. Quando dizemos "estava escrito", frequentemente estamos apenas silenciando o grito de um impulso que não tivemos coragem de decifrar.
O destino não é um roteiro pré-definido, mas a tradução malfeita dos nossos desejos inconscientes que, por falta de exame, acabam se tornando realidade.


​O Espelho como Filtro:
​A liberdade real começa no momento em que a opinião alheia perde sua força gravitacional.
O Ruído: O julgamento do mundo é constante, mas superficial. Ele se alimenta da nossa necessidade de validação.
O Conselheiro: Quando o espelho se torna o seu maior aliado, você deixa de buscar aprovação e passa a buscar integridade. No reflexo, não há espaço para mentiras; ali, você é confrontado com a verdade nua de quem realmente é.


​A Sorte e o Medo:
​Atribuir o sucesso ou o fracasso à sorte é o último refúgio da covardia. É mais confortável acreditar em forças invisíveis do que admitir que negligenciamos o autoconhecimento. Quem se conhece sabe que o que o mundo chama de "mistério" é, na verdade, a mecânica complexa das nossas escolhas.

A Geografia dos Que Não Sabem Viver


Nunca aprendi a viver.


Talvez ninguém tenha aprendido.


Talvez chamemos de existência
a longa repetição de gestos
que fazemos antes de descobrir
que não levam a lugar algum.


Nasci tarde demais para a esperança
e cedo demais para o esquecimento.


Desde então,
habito uma espécie de intervalo.


Não pertenço às ruas,
mas também não pertenço ao silêncio.


Sou hóspede de lugares
que desaparecem quando alguém acende a luz.


É ali que resido:


entre o eco de uma voz
e a voz que já não existe,
entre a sombra de um corpo
e o corpo que partiu,
entre aquilo que desejei
e aquilo que tive medo de desejar.


Há uma crueldade particular
em continuar vivo
quando já não se espera nada da vida.


A esperança, quando envelhece,
não se transforma necessariamente em desespero.


Às vezes transforma-se em hábito.


E há hábitos mais difíceis de matar
do que qualquer esperança.


Carrego dentro de mim
uma cidade construída sobre ruínas.


Cada rua conduz a uma ausência.


Cada janela dá para alguém
que não voltou.


Cada quarto conserva o cheiro
de uma coisa que terminou
sem jamais ter começado.


É estranho perceber
que podemos sentir saudade
daquilo que nunca tivemos.


Talvez seja essa
a forma mais pura da melancolia:


sentir falta
de uma vida que nunca nos pertenceu.


Meus desejos também envelheceram.


Já não gritam.


Já não imploram.


Permanecem no fundo de mim
como moedas enferrujadas
no bolso de um homem morto.


Ainda posso tocá-los.


Ainda posso senti-los.


Mas já não consigo gastá-los.


Desejo o amor
como um condenado deseja a liberdade:


não porque saiba o que faria com ela,
mas porque precisa acreditar
que existe uma porta.


E talvez não exista.


Talvez todas as portas sejam apenas
formas arquitetónicas da nossa ilusão.


Talvez a liberdade seja
o nome elegante que damos
ao intervalo entre duas prisões.


Por isso permaneço.


Não por coragem.


Não por fé.


Permaneço porque até o abandono
exige uma certa perseverança.


A noite me conhece pelo nome.


As sombras já não me assustam.


Elas aprenderam a conviver comigo.


Às vezes sentam-se ao meu lado
e não dizem absolutamente nada.


É a conversa mais honesta
que já tive.


Então penso:


e se a vida nunca tivesse sido feita
para ser compreendida?


E se compreender fosse apenas
mais uma maneira de destruir
o pouco mistério que nos mantém respirando?


Talvez eu não esteja perdido.


Talvez não exista lugar algum
para onde voltar.


Talvez esta sensação de estar ausente
seja a única forma de presença
que me foi concedida.


A madrugada chega.


O mundo começa novamente
a fingir que amanhã importa.


Eu permaneço diante da janela.


Lá fora, alguém ri.


Um carro desaparece na esquina.


Uma mulher fecha as cortinas.


Um homem acende um cigarro.


E por alguns segundos
tudo parece absurdamente vivo.


Então percebo uma sombra atrás de mim.


Ela não estava ali antes.


Não me viro.


Porque existe uma pergunta
que passei a vida inteira evitando:


se tudo aquilo que perdi
continua vivendo dentro de mim...


então quem, exatamente,
é que está vivendo
quando eu já não estou?

Eu Escolho Amar


Viver é decidir o tempo todo. Até mesmo o simples fato de cruzarmos os braços e escolhermos não fazer nada já é uma decisão que molda o nosso destino. Afinal, o amanhã nunca é uma surpresa do acaso; ele será sempre a consequência exata daquilo que escolhemos fazer no dia de hoje. Diante de todas as dores, das colheitas difíceis e dos caminhos do mundo, a nossa alma precisa tomar uma posição. E, para o meu caminho, a decisão já está tomada. Diante da pressa do tempo e da semente que preciso plantar, eu não hesito: eu escolho amar. Escolho o amor universal que acolhe, o carinho que perdoa e a paciência que espera o tempo certo de Deus. Que o meu amanhã seja o reflexo dessa luz que decido acender agora, pois sei que o amor é a única escolha que nunca nos traz arrependimentos.

Porque as vezes é viver


Ele senta no escuro
como quem conversa com o próprio tempo,
a lua não responde,
mas também não vai embora.


O violão descansa no colo
sem pressa de ser tocado,
há noites em que o som é pensamento
e o pensamento já basta.


O céu espalha estrelas
como lembranças soltas,
nem doem, nem alegram,
apenas existem.


E ali, sem promessas ou pedidos,
ele fica mais leve,
porque às vezes viver
é só estar.

⁠Os que temem a Complexidade “simplesmente” deixam de viver experiências Extraordinárias.


Vivemos em uma época que valoriza respostas rápidas, caminhos curtos e soluções instantâneas.


Muitas vezes, somos levados a acreditar que tudo o que é valioso deve ser simples, fácil e urgente.


No entanto, a vida raramente revela suas maiores riquezas por meio da superficialidade.


As experiências mais transformadoras costumam nascer justamente daquilo que exige paciência, dedicação e coragem para enfrentar o desconhecido.


A complexidade assusta porque nos confronta com nossas limitações.


Ela nos obriga a abandonar certezas, a fazer perguntas difíceis e a percorrer trajetos que ainda não possuem mapas prontos.


Diante dela, muitos recuam.


Preferem a segurança do familiar à possibilidade do extraordinário.


Mas é nesse movimento de evitar o desafio que acabam renunciando às descobertas profundas sobre o mundo, sobre os outros e sobre si mesmos.


Nenhuma grande realização surgiu da fuga diante da complexidade.


As relações mais significativas, os projetos mais inspiradores, os aprendizados mais duradouros e os sonhos mais grandiosos carregam em si camadas, nuances e desafios.


Tudo aquilo que realmente nos transforma exige um mergulho para muito além da superfície.


Aceitar a complexidade não significa gostar da dificuldade, mas compreender que ela é parte do processo de crescimento.


Significa reconhecer que algumas respostas levam tempo para amadurecer, que certos caminhos demandam persistência e que o valor de uma experiência nem sempre pode ser medido pela facilidade com que ela é alcançada.


As experiências extraordinárias não pertencem apenas aos mais talentosos ou aos mais afortunados.


Elas pertencem, sobretudo, àqueles que têm a coragem de permanecer quando as coisas se tornam complexas.


Aos que não desistem diante das dúvidas.


Aos que compreendem que, muitas vezes, o extraordinário está escondido exatamente atrás daquilo que parecia complicado demais para ser enfrentado.


Por isso, talvez a verdadeira pergunta não seja se a complexidade vale a pena, mas o que estamos deixando de viver quando escolhemos evitá-la.


Afinal, cada desafio acolhido pode se transformar em uma porta para horizontes que jamais seriam alcançados por quem decidiu permanecer apenas no terreno confortável da simplicidade.


É nesse encontro entre Coragem e Complexidade que nascem as Experiências que marcam a vida e ampliam a nossa Visão de Mundo.

Enquanto existo só em mim, carrego duas vontades: a de morrer… e a de viver de verdade. Não apenas passar pelos dias, não apenas respirar por obrigação, não apenas sobreviver. Quero tudo o que a vida ainda me permite tocar, sentir, descobrir e construir.


Mas há também essa desistência silenciosa, que tantas vezes me faz abrir mão de tudo antes mesmo de tentar. Uma força escura que me convence a parar, a recuar, a aceitar menos do que minha alma deseja.


Que morra em mim essa desistência. Que cesse esse hábito de abandonar sonhos, caminhos e a mim mesma. Porque não nasci para apenas suportar os dias. Nasci para habitá-los.


Enquanto travo essa batalha invisível, sigo sobrevivendo um dia de cada vez. E às vezes isso já exige uma coragem imensa. Há dias em que levantar é vitória. Há dias em que continuar respirando já é resistência.


Mas no fundo de mim ainda pulsa algo que não se rendeu. Uma centelha que insiste em querer mais, em querer vida inteira, em querer verdade.


Talvez seja por ela que ainda sigo aqui.
E talvez seja ela que, no tempo certo, me ensine a viver — não só existir.

Entendi então que, de qualquer modo, viver é uma grande bondade para com os outros. Basta viver, e por si mesmo isto resulta na grande bondade. Quem vive totalmente está vivendo para os outros, quem vive a própria largueza está fazendo uma dádiva, mesmo que sua vida se passe dentro da incomunicabilidade de uma cela. Viver é dádiva tão grande que milhares de pessoas se beneficiam com cada vida vivida.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eles pareciam saber que quando o amor era grande demais e quando um não podia viver sem o outro, esse amor não era mais aplicável: nem a pessoa amada tinha a capacidade de receber tanto. Lóri estava perplexa ao notar que mesmo no amor tinha-se que ter bom senso e senso de medida. Por um instante, como se tivessem combinado, ele beijou sua mão, humanizando-se. Pois havia o perigo de, por assim dizer, morrer de amor.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Claro que viver assim, pulando de galho em galho, também tem suas desvantagens. O que se perde de correspondência, por exemplo, é um absurdo. E tem gente maravilhosa que, de repente, vai ficando longe, difícil de ver – e aí dança. Mas também acho que aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante – coisa ou pessoa – na sua vida, isso não se perde. E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que “o que tem de ser tem muita força”. A gente não tem é que se assustar com as distâncias e os afastamentos que pintam. Mas, vantagens? Ah, isso também tem. A melhor delas é conhecer gente. Não tem coisa melhor (nem pior) do que gente. E, na minha opinião, não é plantado no mesmo lugar, caminhando sempre pelas mesmas ruas, repetindo ano após ano os mesmos programas, que você vai conhecer pessoas novas.

Inserida por camilamessali

A nossa diferença fundamental é que você era capaz apenas de viver as superfícies, enquanto eu era capaz de ir mais fundo, de não sentir medo desse mais fundo. Parece difícil de você enxergar que insistir nisso é perda de tempo, é perda de vida em uma causa perdida. Ouça aqui, mocinha. Não fique pensando que o mundo lhe pertence não. Não caia nessa onda. E outra coisa – não se esforce. Pelo menos não tanto, não fique aí remando contra a maré, dando murro em ponta de faca. Veja – se não fora pra ser, não vai ser. Acredite em mim. Coisa boba essa sua tentativa de ir além. E olhe, eu não estou pedindo pra você desistir não, não é isso. Eu só quero que você pense mais, que leia mais. Que tenha argumentos melhores. Você é muito imatura ainda. Cresce!

Inserida por DamarysAlves

Vamos? Vamos viver bem o dia de hoje. Hoje é "o" dia. Vamos vivê-lo intensamente, curtí-lo intensamente. Vamos viver!

Vamos Amar! Amar o que merece ser amado, amar quem merece ser amado. Não vamos amar pela metade. Vamos amar muito. Por inteiro. Vamos ser inteiros no ato de amar. Vamos ter menos medo de demonstrar nosso amor. Vamos aprender a demonstrar este amor. Vamos aprender a preservar este amor.

Vamos ser sinceros, consigo e com quem amamos, no amor. Vamos ter menos medo de não ser correspondidos. Vamos reconhecer e retribuir o valor do amor que as pessoas sentem por nós.

Vamos amar mais nós mesmos (sem cair no egocentrismo). Vamos compreender nossas qualidades, nossa condição de irmanados neste mundo, e perceber que queremos, precisamos, merecemos ser amados. E vamos nos fazer dignos deste amor. Vamos nos esforçar pra ser merecedores deste amor. Vamos simplificar o ato de amar. Vamos simplesmente amar...

Pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão.
Decisão de correr risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja apenas uma escolha.

Amor e outros Desastres
Filme: Amor e outros Desastres

Viver o SONHO!

Num rasgo de saudade
Viajei no tempo
Perdi o sono
Revi os planos
Num rasgo de saudade
Viajei com o vento
Acompanhei seu canto
Revi momentos
Cantei cantigas
Dos tempos idos
Que repetiam
Não para agora
Que o tempo urge
Não para agora
Revive o sonho
Que te fez ressurgir no tempo
Abraça o tempo
Refaz o amor
Constrói castelos
E pontes e luas
Que afugentem a dor
Nos sonhos do teu castelo
A vida se faz com ardor
Não para agora
Não para agora
Espera o amor
Momentos idos
Momentos findos
São tão só os teus momentos
As linhas de tua vida
Em que viveste com tanto amor
Aprendeste o canto
Da alma pura
Que ri e chora
Que pede e implora
Não para agora
Teu canto é vida
Teu sonho é luz
Não para agora
Que o amor é vida
E te conduz

Viva o hoje!

Ter medo é normal, mas não deixe esse medo te impedir de viver novas aventuras.
Se arrisque e viva!
Não espere o tempo passar, para descobrir que você nada fez da sua vida e que não há mais tempo para correr atrás dos seus sonhos.
Viva o hoje... o amanhã, você não sabe se vai chegar!